“Pergunta-me a dimensão de minha tristeza, e eu respondo: é como um rio na primavera que corre para o leste.”
— R. F. Kuang, A República do Dragão
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“Pergunta-me a dimensão de minha tristeza, e eu respondo: é como um rio na primavera que corre para o leste.”
— R. F. Kuang, A República do Dragão
"Sabe, há uma ligação fundamental entre ser e parecer. [...] Nós entendemos o quanto uma máscara pode ser perigosa. Todos nos transformamos naquilo que fingimos ser."
— Patrick Rothfuss, O Nome do Vento
"Dividimos uma maçã, passando-a para lá e para cá entre uma mordida e outra, o que é bem parecido com beijar para quem nunca beijou ninguém."
— Kvothe, O Nome do Vento
"Quando na lareira azula o fogo, O que fazer? O que fazer? Correr para fora e se esconder. Se a luzente espada enferrujar, Em quem confiar? Em quem confiar? Sozinho permaneça; como pedra, enrijeça. Vês a mulher de neve caiada? Silente vem e sai calada. Qual é seu plano? Qual é seu plano? Chandriano. Chandriano.
— Patrick Rothfuss, O Nome do Vento
"Eu devia ter sido mais ousado e lhe dado um beijo no final. Devia ter sido mais cauteloso. Falara demais. Dissera muito pouco."
— Kvothe, O Nome do Vento
"Há dois modos certeiros de perder um amigo: um é pedir empréstimos, outro é concedê-los."
— Patrick Rothfuss, O Nome do Vento
"Parado ali, lembrei-me de um trecho de uma história. E assim, Taborlin caiu, mas não se desesperou. É que sabia o nome do vento, e por isso o vento lhe obedecia. O vento o aninhou e acariciou. Carregou-o para o chão com a suavidade da brisa ao soprar a lanugem do cardo. Colocou-o de pé com a doçura de um beijo materno."
— Patrick Rothfuss, O Nome do Vento
"Três coisas que todo homem sensato deve temer: o mar durante a borrasca, as noites sem lua e a ira de um homem gentil."
— Patrick Rothfuss, O Nome do Vento
"Como? Nenhuma defesa? Qualquer aluno meu deve ser capaz de defender suas ideias contra um ataque. Não importa como você leve sua vida, sua inteligência o defenderá melhor do que uma espada. Trate de mantê-la afiada!"
— Patrick Rothfuss, O Nome do Vento
"Dito em termos simples, ele estava dando corda suficiente para que eu me enforcasse. Ao que parece, não se deu conta de que, uma vez atado, o laço tanto serve num pescoço quanto em outro."
— Patrick Rothfuss, O Nome do Vento
"— Quais são as três regras mais importantes do químico? Isso eu aprendera com Ben. — Rotular com clareza. Medir duas vezes. Comer em outro lugar."
— Patrick Rothfuss, O Nome do Vento
"Pedir para segurar o instrumento de um músico é mais ou menos como pedir para beijar a esposa de um homem. Quem não é músico não compreende. O instrumento é um companheiro e uma amante."
— Patrick Rothfuss, O Nome do Vento
"Tive vontade de dizer que, se ela estivesse comigo, de algum modo, nada jamais poderia tornar a correr mal para mim."
— Kvothe, O Nome do Vento
"Por que? Porque o orgulho é uma coisa estranha, e porque a generosidade merece ser retribuída com generosidade. Mas foi sobretudo por me parecer a coisa certa, e essa é uma razão suficiente."
— Kvothe, O Nome do Vento
— Os nós são coisas interessantes — disse Ben, enquanto trabalhava. — O nó pode ser a parte mais forte ou mais fraca da corda. Depende inteiramente de como se faz o atamento.
— Patrick Rothfuss, O Nome do Vento
A maior faculdade que nossa mente possui é, talvez, a capacidade de lidar com a dor. O pensamento clássico nos ensina sobre as quatro portas da mente, e cada um cruza de acordo com sua necessidade.
Primeiro, existe a porta do sono. O sono nos oferece uma retirada do mundo e de todo o sofrimento que há nele. Marca a passagem do tempo, dando-nos um distanciamento das coisas que nos magoaram. Quando uma pessoa é ferida, é comum ficar inconsciente. Do mesmo modo, quem ouve uma notícia dramática comumente tem uma vertigem ou desfalece. É a maneira de a mente se proteger da dor, cruzando a primeira porta.
Segundo, existe a porta do esquecimento. Algumas feridas são profundas demais para cicatrizar, ou profundas demais para cicatrizar depressa. Além disso, muitas lembranças são simplesmente dolorosas e não há cura alguma realizar. O provérbio "O tempo cura todas as feridas" é falso. O tempo cura a maioria das feridas. As demais ficam escondidas atrás dessa porta.
Terceiro, existe a porta da loucura. Há momentos em que a mente recebe um golpe tão violento que se esconde atrás da insanidade. Ainda que isso não pareça benéfico, é. Há ocasiões em que a realidade não é nada além do penar, e, para fugir desse penar, a mente precisa deixá-la para trás.
Por último, existe a porta da morte. O último recurso. Nada pode ferir-nos depois de morrermos, ou assim nos disseram.
— Patrick Rothfuss, O Nome do Vento
"Os pais de alguém andaram cantando o tipo inteiramente errado de canção."
— Patrick Rothfuss, O Nome do Vento