em new york, é difícil saber quem são os seus verdadeiros aliados. se resolver depositar a sua confiança em BEATRICE HAWORTH, talvez vá lhe encontrar ORANDO PELA CURA DOS ENFERMOS ou passando pela entrada da ST. JOSEPH’S CHURCH. pode notar pelo sotaque que nasceu em CORNUALHA, INGLATERRA, precisa de um descanso por ser FALSÁRIA dos NEFANDI e venceria um concurso de sósia de JENNA COLEMAN. ainda não temos muitas opiniões ao seu respeito, mas IRMÃ BEATRICE passou os últimos 110 ANOS (APARENTANDO 34) sendo chamada de FRIA e DETERMINADA, o que não mudou depois que começou a atuar como FREIRA.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀𝒗𝒊𝒔𝒂𝒈𝒆⠀⠀⠀✞⠀⠀⠀ 𝒎𝒖𝒔𝒊𝒄
1. APATHY
Com os joelhos roxos de suas muitas horas orando, e o formato do terço praticamente marcado na pele de sua mão, Beatrice estudou para dedicar sua vida à fé desde que se entende por gente. A órfã cresceu no orfanato Santa Menefrida, na Cornualha, uma casa apenas para meninas que ensinava a todas sobre a bíblia e o Deus todo misericordioso. Com apenas dezesseis anos, mudou-se para um convento, para dedicar-se inteiramente a vocação religiosa.
2. DISRUPTION
Porém, quando Beatrice tinha 24 anos, a segunda guerra mundial se iniciou, e ela acabou abandonando a igreja e se tornando enfermeira. Ajudava a curar os enfermos e lhes concedia a extrema unção quando era claro que eles não sobreviveriam, tornando-se um hábito rezar por todas as almas de quem ela cuidava.
3. CURIOSITY
Porém, o sofrimento que ela presenciava era algo que ia além do que a igreja tinha alguma explicação. Deus é amor e ela nunca deixou de acreditar nisso, mas o sofrimento causado por aqueles conflitos não era algo que vinha dos céus. Era algo enviado direto dos infernos. E era preciso uma legião de demônios para combater tanto mal.
4. ASSIMILATION
Tudo então mudou quando se apaixonou por um soldado ferido. Ele foi seu primeiro e maior pecado, os desejos que nutria em relação ao homem nada tinham a ver com sua criação religiosa. Ela orou a deus por muitas noites, pedindo que, se fosse de sua vontade, que ele removesse aqueles instintos carnais de seu coração e seu corpo, mas ele não a atendeu.
5. AGGRANDIZATION
Porém, o homem estava muito ferido. Apesar de não enfermo o suficiente para impedi-lo de fazer seus gracejos e recitar poesia, era claro que o ferimento que tinha acabaria o matando. Isso fez com que Beatrice orasse ainda mais, fez promessas incessantes, rezou novenas inteiras em nome de seu amado e ofereceu até mesmo sua alma em troca da cura do homem, e novamente, seu deus não a atendeu.
Mas, dessa vez, outra coisa atendeu.
6. DELINEATION
A primeira vez que teve contato com o demônio Marbas foi em um sonho confuso e perturbador em que ele perguntava se ela realmente daria sua alma pela cura do homem que amava. Ela respondeu que sim e, milagrosamente, no dia seguinte, ele estava andando e falando.
7. PERVERSION
Ela agradeceu de joelhos aos céus por ter ouvido suas preces, mas não foram os céus que lhe concederam seu desejo, e aquilo irritou o demônio Marbas. O Grande Presidente do inferno pode dominar a cura, mas também é o mestre das doenças e preza pela honestidade de caráter. Diante da falta de gratidão de sua seguidora, ele levou a vida do soldado tão rápido quanto devolveu sua saúde, mostrando como pode ser impiedoso.
8. RESENTMENT
Depois disso, Beatrice nunca mais voltou a cometer o mesmo erro. Viu a morte de seu amado como não apenas um aprendizado, mas também um sinal do que deveria fazer dali em diante. Quando a guerra acabou, ela voltou às atividades de freira levando a sagrada unção para os enfermos e rezando pelos doentes, mas ao contrário do que pensam, não é para o deus cristão que ela reza quando pede a cura.
9. SEPARATION
Sua ligação com o demônio Marbas lhe garantiu a juventude, mas o fato de ter lhe oferecido a alma fez com que se tornasse presa a ele. Um acordo que inicialmente parecia arbitrário e encarcerador, aos poucos tornou-se algo do qual ela tirava certo prazer, como sempre acontece quando se está lidando com demônios. Ele exigia cada vez mais sacrifícios de sangue e almas para se alimentar, e ela estava se descobrindo boa em fazer isso sem ser descoberta, fazendo parecer que era apenas uma doença forte, colhendo a vida e entregando a alma de seus paciente quando era chamada para conceder a sagrada unção, ou curando milagrosamente os enfermos que subitamente se sentem melhores, mas passam a ser eternamente ligados ao demônio Marbas, como ela.
10. DEGRADATION
Por não envelhecer e pela pilha de corpos que a seguia, ela precisou começar a se mudar com certa frequência para não ser descoberta. E assim, acabou indo parar na América e tendo contato com os nefandis.
Ela ainda acredita na religião dentro da qual foi feita e criada. Ainda preserva seu corpo e sua pureza como uma oferenda ao seu deus e faz orações diariamente para que ele entenda a pureza em seu coração, mesmo que não demonstrada em suas atitudes, e cuide de sua alma quando chegar sua hora. Duas vezes ao dia, quando ela se ajoelha para rezar o terço ao início e final de um dia, Beatrice usa uma peça de mão com anéis que a machucam com suas pontas e espinhos de metal, e correntes que os prendem uns aos outros, mantendo sua mão em uma pose arbitrária de oração. Vê isso como uma forma de penitência, para pedir o perdão de seu deus pelos pecados que comete diariamente.
11. ANNIHILATION
Porém, suas atividades vão totalmente contra os princípios católicos. Ela não é exatamente adepta ao estilo de vida caótico e nem vê o caos como um objetivo enquanto nefandi. Suas motivações são mais movidas pela crença ferrenha de que, se não alimentados, os demônios não ficarão felizes e castigarão seus seguidores, os próprios praticantes de magia sombria. Então colabora com as atividades da seita e não precisa ser persuadida a matar se for necessário, fazendo-o sem pestanejar, mesmo que sempre ore pela alma daqueles de quem ela tira a vida.
12. DESOLATION
Sempre é vista perfeitamente vestida e arrumada de maneira ligeiramente antiquada para os tempos atuais, recusando-se a ceder aos costumes mundanos como outros. Não vê virtude nas roupas atuais e age com desdém diante de tecnologia e modernidade, mas aos poucos precisou se abrir um pouco mais para tais questões por uma questão de sobrevivência, mesmo que resmungue como uma velha ranzinza sempre que está diante de algo que considere tecnológico ou mundano demais.









