꒰ঌ ໒꒱ welcome! — i'm mia.
23y. latina. writing about whatever i'm obsessed with.
masterlist ☆ resquests open!

blake kathryn

Andulka
TVSTRANGERTHINGS
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

★

Kiana Khansmith

No title available
cherry valley forever
Cosimo Galluzzi
Mike Driver

@theartofmadeline
Fai_Ryy
official daine visual archive

Discoholic 🪩
sheepfilms

PR's Tumblrdome
d e v o n

izzy's playlists!

⁂
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

seen from India

seen from South Korea

seen from Germany

seen from United States

seen from Pakistan
seen from Türkiye

seen from United States

seen from China

seen from United Kingdom

seen from Germany
seen from Poland
seen from Philippines
seen from United States
seen from India

seen from Azerbaijan

seen from Moldova
seen from Iraq
seen from Tunisia

seen from United States
seen from France
@stuckwthem
꒰ঌ ໒꒱ welcome! — i'm mia.
23y. latina. writing about whatever i'm obsessed with.
masterlist ☆ resquests open!
mente vazia oficina do diabo é a maior mentira pois minha mente na calada da noite se torna uma máquina de ideias e me pego pensando sobre um assunto muito sensível e específico: qual seria a reação de um dos queridos te flagrando sem calcinha?
meu senhor isso aqui virou um centro de depravação
o enzo, como um ariano ama a ousadia, por isso eu imagino um cenário em que vocês estão em uma festa ou algum evento importante, como uma premiação. ele vai ganhar aquela indicação, você tem certeza, e não há nada mais que você queira além de satisfazer seu namorado e mostrar o quão ele merecia tudo aquilo, comemorando de uma forma um pouco mais...ousada? quando ele desce do palco depois dos agradecimentos – e após te mencionar lá de cima –, a cena em que suas mãos agarram o homem de forma brusca e impaciente cruza sua mente mais uma vez, muito perto de se tornar realidade.
ele tem aquela pose humilde, sorrindo e agradecendo a todos a volta que o elogiam com aquelas malditas sobrancelhas franzidas, passando sua impressão amável e de bom moço – que francamente, é genuína, porém até metade da missa. enzo vem em sua direção com um sorriso de ponta a ponta, e você o aguarda com os braços abertos, recebendo um beijo afetuoso e calmo de maneira pura, carinhosa. você o parabeniza, emocionada e empolgada por mais uma conquista, transbordando de orgulho e admiração por todo seu trabalho. então vocês se sentam de volta à mesa quando as palmas cessam e o apresentador segue para mais uma categoria. e basta alguns segundos para as cores reais se mostrarem, porque desde o momento que o uruguaio havia colocado os olhos em ti naquele vestido preto ‐ longo, apertado e decotado delineando seu corpo - se viu perdendo o controle, arrancando o tecido sem mais nem menos assim que voltassem ao hotel.
enzo escorrega a mão por sua perna por debaixo da mesa, se deliciando com a textura de seda e logo sua pele macia exposta pela fenda um pouco abaixo de sua coxa. o vestido fora uma escolha completamente estratégica, uma peça selecionada apenas para que ele a tirasse, e o plano parece estar se encaminhando perfeitamente, e até mais rápido do que você imaginaria, porque os dedos ávidos e curiosos do moreno passeiam por sua pele até chegarem perigosamente perto de sua intimidade. como costume, ele dedilha a lateral de sua perna esperando chegar ao elástico de sua calcinha para lhe provocar, mas naquele momento acaba provando de seu próprio veneno, sentindo como se o seu coração houvesse errado uma batida ao perceber o que você havia armado.
enzo fica embasbacado, perde toda sua pose séria e minuciosa para te encarar com os olhos arregalados e a boca entre aberta, atônito nos melhores dos sentidos, admirado com sua atitude audaciosa, derretendo por dentro.
é como dar doce a criança. você apenas o oferece um sorriso cínico, subindo seu salto pela perna do homem lentamente, o matando em pequenas doses.
quando a ficha caí aquele olhar abismado muda completamente para algo afoito, sedento e convicto. ele te comeria de todos jeitos possíveis aquela noite até dizer chega, em cima da cama, da bancada, contra a janela da varanda...enfim, muitas e muitas possibilidades.
mas o uruguaio é respeitoso e reservado demais para tomar qualquer ação ali, e se contenta em apenas subir e descer a mão com seu toque gélido, causado pelos anéis, pela sua coxa por baixo do vestido, deslizando toda vez para pertinho de sua virilha, a deixando entorpecida de tensão e ansiedade cada vez que os nós de seus dedos grossos se aproximam um pouquinho mais.
assim que todo evento acaba, a primeira coisa que ele faz é te olhar tão sério que um calafrio desce por sua espinha, e você sabe, apenas sabe, que está fodida.
posso servir algo mais recheado de tesão para vocês?
Eu tava dando uma corridinha na praça aqui da minha city e quando parei pra tomar uma aguinha no quiosque, vi pertinho de mim, simplesmente o moleque mais lindo e malandro da minha vida 🤤
Eu tava com a minha mãe e ele com alguns amigos... infelizmente bebendo e fumando horrores em plena praça pública. Trocamos olhares e eu fiquei até desnorteada, mas ele parecia ser bem suspeito sabe
Daí pensei no Matías tendo uma namorada fofinha e super quietinha mas que acompanha ele nesses rolês estranhos, onde ele e os amigos bebem e fumam maconha enquanto ela fica lá no cantinho mexendo no celular e esperando eles terminarem para ir pra casa e foder bem fofinho com o Matías podre cheirando a cigarro e maconha
MEU DEUS AMG QUE DELÍCIA 🤤 pior que esses são os que mais mexem com a gente né.... e ele saberia! 😋👇🏼
pensando aqui 💭 num matías skatista, jovem vagabundo e trambiqueiro que não quer saber de muita coisa na vida além de skate, amigos e maconha. todo mundo até achou que você fosse dar um jeito na vida dele quando começaram a ficar juntos mas o que mal sabem é que na real você adora isso nele. sempre foi toda quietinha e certinha, fazia tudo direitinho: tirava boas notas na escola, se comportava, sempre foi fofa e educada com todo mundo, a filha perfeita. e não que alguma coisa disso tenha mudado depois de matías (afinal, quem levava aquela vida era ele e não significava que você tinha que mudar de alguma forma) mas junto com a vida perfeita vinham um certo peso e um estresse, e estar com matías te livrava de tudo isso, mesmo que momentaneamente. também não é algo que faz para desagradar seus pais, como o próprio rapaz pensou de início (e, mesmo um pouco chateado, ele confessa que sentiu tesão nisso), até porque você tem uma relação boa com eles; apenas genuinamente gosta do garoto (e sabe que ele gosta de você) e gosta de estar com ele
ainda que fosse cercada pelos amigos dele e não puxasse junto, você gosta sempre de estar por perto, relaxar ao vê-lo relaxar quando puxa e faz fumaça com os parceiros, como se o seu estresse acabasse se esvaindo com o dele. e não dói nada o fato de que tem um certo carinho pelos amigos do namorado, sempre muito engraçados (já perdeu a conta de quantas vezes você chorou de rir de alguma discussão sem sentido entre pipe e blas, ou das viajadas filosóficas que santiago e simón dão sempre que estão chapados) e gentis com você apesar de não serem de muitos amigos, prontos para segurar qualquer bronca que apareça - até por isso você se sente tão confortável e segura na presença do grupo, completamente despreocupada de usar seu celular livremente na rua à noite, por exemplo, pois sabe que tem um grupo inteirinho de caras prontíssimos para te defender 🎀
a única outra coisa que matías adicionou à lista de prioridades dele depois que te conheceu foi, bem, você. e tudo que envolve você: estar contigo, te acompanhar para onde vai, aturar as perguntas invasivas e opiniões não solicitadas dos teus tios quando vai nos eventos da tua família, ouvir dos próprios pais que tentaram a vida inteira dele pra só chegar uma menina e tomar conta de tudo. mas além de tudo isso, claro, tem os pontos bons, como o fato de só ele poder te beijar, te abraçar, te tocar, te acariciar. e, óbvio, o sexo com você ganhou um lugar especial na lista de coisas favoritas dele, isso se já não foi direto pro topo após a primeira vez de vocês
matías é simplesmente obcecado por transar com você. até quando tá com os amigos, andando de skate ou fumando maconha a mente dele é tomada pelos pensamentos do teu corpo, as lembranças dos teus gemidos e tuas carinhas de prazer que ele adora tanto. qualquer coisa é desculpa pra ele tentar transar com você. inclusive o único lado ruim de você ter entrado na vida dele (já que deu uma acalmadinha no taz mania que ele era) pros amigos dele é que agora os rolês são bem mais curtos; ele simplesmente não aguenta te ver sentadinha toda bonitinha esperando por ele, toda comportadinha enquanto dá risada das besteiras dos amigos dele, cercada pelo bando de vagabundos e das coisas mais perigosas e baixas do mundo, aumentando o contraste
você até o segura um pouco, incentivando-o a ficar mais um pouquinho para curtirem a companhia do grupo tão querido mas na primeira oportunidade que tem ele já tá metendo o pé pra casa com você. só quer saber de chegar e meter em ti até não aguentar mais e isso fica claro assim que passam pela porta da sala escura da casa dele, onde ele já gruda os lábios no teu pescoço e as mãos no teu corpo. você até ri baixinho e o lembra de que os pais e o irmão estão em casa, podendo sair dos quartos e pegar vocês no ato a qualquer minuto mas ele é todo atentadinho e só manda um "ué, todo show tem que ter plateia, né?" que lhe rende um tapa no braço e logo ele se apressam pro quarto
e mesmo absolutamente chapado de droga ele sabe muito bem o que tá fazendo e o que tem que fazer pra te deixar doidinha de prazer; acho que o efeito até deixaria ele mais sexual, digamos assim. ele fica bem mais desejoso de você e perde completamente a noção do tempo, podendo ficar horas e horas só entre as tuas pernas se você permitir. também tem os movimentos mais atrasadinhos, metendo em você bem lentamente em contraste com todas as vezes que ele mete fundo e rápido em ti quando tá sóbrio. o cheiro de cigarro, maconha, bebida barata e o suor dele misturado com o perfume forte te deixa absurdamente ébria, alucinada de prazer com todos os teus sentidos sendo atacados ao mesmo tempo. também acho que ele fica mais romântico, agora que tem mais tempo e foco para te olhar direito nos olhos, admirar teu rosto e te encher de beijinhos quentes enquanto recita de novo e de novo o quanto te ama e é apaixonado por você 💔
no meu momento mais baixo mari vc foi la e pegou uma caneta deste 🫸 🫷tamanho e mexeu com um tópico muito sensível mari muito sensível do meu coração que é matias vagabundo e ainda teve a pachorra de colocar charlie brown no final...me odeia?
essa trope de menina boazinha e um cafajeste de última categoria me desmonta portanto estarei adicionando mais uma música que define bem esse tópico
imaginando ele baforando a fumaça no rostinho dela com um sorrisinho de grande canalha que ele é no final 💭 ele bolando um com seda rosa pra ela experimentar 💭 eles chapadinhos voltando p casa
amigas, bom dia.
estou aqui pra tatar de um assunto importantíssimo! cadê as wlw desse site? e porque não estamos falando de alfonsina carrocio? me sentiria uma gayzona incompetente se não abrir o tópico alfonsina namoradinha cult que te leva em date de museu e te faz de musa para as fotografias dela 👩❤️💋👩
mas primeiramente, pra ela eu penso um slowburn sáfico bem servido, onde sina e a leitora se conhecem no set de lsdln (talvez a leitora como maquiadora), e subitamente não se desgrudam mais. estão grudadas nas gravações, nos intervalos divindo fone ouvindo música, nos passeios, nas noites no hotel tomando vinho e batendo papo de madrugada...e meu deus, o vazio que dá quando não conseguem se ver num dia cheio de gravação? eu chamaria até de ansiedade de separação. mas mesmo com tudo isso, não se tocam que toda química e o desejo de estarem juntas o tempo todo é paixão além de uma simples amizade, até o momento que ela percebe que tá se corroendo de cíumes quando vê um dos meninos do cast te fazendo rir e conversando contigo de canto.
vamos trabalhar boiolas 📝
dito isso vou ir prestar atenção na minha aula 👋
AM I WASTING MY TIME? — E. VOGRINCIC.
𖥻 sumário: a she-wolf e o líder invicto da fórmula um fazem parte da mesma equipe. o que pode dar errado? 𖥻 par: driver!enzo x driver!reader. 𖥻 avisos: alguns termos de f1. machismo. vintage mclaren for the vibesss. enemies to lovers? ou uma segunda opção misteriosa. enzo babaca, meio tóxico. menção a sexo. minha inabilidade de escrever diálogos.
💭 nota da autora: esse aqui teve que passar a frente dos outros pedidos porque quando eu menos esperava, já me vi escrevendo kk tanto que foi bem fluxo de consciência, então pode estar um pouquinho vago (pq eu pensei em uma construção da relação entre os dois hihi). acho que o final pode ser um pouco abrupto, mas just feel the vibes !! enquanto escrevia, imaginei uma ambientação mais anos noventa, so... espero que gostem! ♡ btw, indico bad girl e love song da madonna como trilha sonora desta vius! estou totalmente mdnazada
CARAAAAAAAAAAAAALHO LIV isso aqui me pegou de uma forma que tive que encarar o teto por alguns segundos completamente imóvel 🧍♀️
primeiramente, que imersão incrível no universo? fiquei abismada sentindo realmente a energia do negócio quero picar esse one shot e comer bem temperadinho estou ficando louca. em segundo, o enzo combina TANTO com au de F1 e o jeitinho que você construiu toda a rivalidade com a pitadinha tóxica, nossa meus parabéns estou explodindo implorando pra ele trançar meu cabelo também (e beber um vinho no meio da noite entre outras) 👏
˚୨୧⋆ foreplay a trois - leve cenário pipe x reader x simón ⋆୨୧˚
vamos ao tópico trisal com simon hempe e felipe otaño pois estou subindo nas paredes querendo assistir challengers e pedindo ao universo dois putos pra chamar de meu (o que o período fértil e um show da madonna no sábado a noite não faz) — @geniousbh te adoro você plantou uma semente muito fértil na minha cabeça com isto aqui espero fazer jus as suas palavras com um cenário semelheante !!
vocês se conheceram na faculdade, felipe é seu colega de classe e vocês ocasionalmente fazem alguns trabalhos juntos. ele é todo tímido e engraçadinho, sempre com um papo divertido e flertes que passam quase despercebidos, impossível de não cair nos encantos dele, e mesmo que pareça inofensivo você tem a impressão de que ele sabe exatamente o que está fazendo. sempre reparando em detalhes bobos quando você chega na sala, como o jeito que arrumou o cabelo ou o vestido desnecessariamente curto que você foi a aula, por motivos óbvios.
pelo canto do olho, diversas vezes você pegao argentino encarando suas pernas no meio da explicação do professor, mordendo a caneta como se estivesse completamente desnorteado. durante o intervalo, você dá ideia de matarem o restante da aula, e de ínicio pipe parece um tanto resistente a fuga, sempre tentando ser o certinho, mas só precisa de uma segunda olhada nas suas coxas pra mudar a mente.
é sexta a noite, e quase todos alunos da faculdade pareceram ter a mesma ideia porque os barzinhos estão lotados, com pessoas já embriagadas e animadas demais para o começo de noite, e mesmo que seja difícil de entrar em qualquer lugar, vocês já tinham metido o pé da aula, agora o jeito era aproveitar. felipe te guia pra dentro do barzinho meio insalubre da esquina, não é o tipo de lugar favorito dele, mas a sensação de te segurar pela cintura enquanto vocês se esgueiram entre os corpos suados parece compensar qualquer outro aspecto caótico. o aperto da mão enorme próximo ao seu quadril entra na sua cabeça como uma promessa, e aquele momento lhe dá a certeza de que todos aqueles flertes bobos não eram nada inocentes.
basta duas caipirinhas doces pra cacete caírem no sistema que a parada já era completamente outra, e agora a timidez do argentino se esvai como se nunca houvesse sido um empecilho. ele te faz rir até sua barriga doer, discute sobre assuntos cultos que te fazem morder os lábios de tesão intelectual, e cada vez que chega mais perto para te ouvir ou dizer algo no pé do seu ouvido, aqueles dedos grossos repousam por cima de seu joelho, servindo de apoio para o garoto, mas ele se aproveita da situação quando percebe que você não se incomoda ou desvia de seus toques, e agora suas mãos sobem cada vez mais até chegar na bainha do seu vestido.
seus corpos parecem se atraírem como se tivessem força própria, e é tão difícil simplesmente não subir no colo de pipe quando ele já está tão perto, te encarando de cima abaixo com aqueles olhos azuis penetrantes. você se pega passeando o olhar pelo seu até então amigo, reparando o quão suas bochechas ficam rosadinhas quando ele bebe, traçando a gota de suor que desce de seu pescoço, passando pela correntinha prata que vai até seu peitoral, agora um pouco amostra depois dele desabotoar os primeiros botões da camisa azul listrada. de repente, olhando pras pernas cobertas pela calça jeans do garoto, somente de imaginar a sensação da fricção contra o tecido entre suas pernas a faz suspirar, o que não passa despercebido por felipe, que com a cabeça pendendo pro lado e uma expressão cínica estampada na cara te pergunta “¿perdida, nena?”
e na sua cabeça se passam vários xingamentos, quase afetuosos, quando ele sobe a mão mais um pouquinho, brincando com os fios desfiados da barra do seu vestido enquanto te olha com aquela carinha de idiota. meu deus, como você tem vontade de arruinar aquele rostinho bonito da forma mais imoral possível. mas felipe é educado, polido até demais, tão certinho que não tomaria uma atitude concreta até que você o desse segurança para tal, e quando você está prestes a abrir a boca para uma confissão embriagada alguém os interrompe bruscamente.
pronta para fuzilar o responsável pela sua quebra de expectativas, seus olhos se levantam determinados a encarar o idiota da forma mais carrancuda que podia, e se deparam com com algo, ou melhor, alguém, bem inesperado.
não há como explicar a sensação muito bem, mas te causa tontura, como se você virasse um copo de cachaça de uma vez só. o aumento de sua temperatura é instantânea, sendo possível sentir o suor descendo pela linha de sua coluna, te deixando ainda mais mole do que antes. parece uma miragem, mas há um moreno bem a sua frente, de regatinha soltinha, barbinha rala e um maldito bigode, com a maior cara de puto que você já havia visto. ele tem um sorrisinho sacana nos lábios quando seus olhos se encontram, e voltar a órbita é um pouquinho mais difícil quando há álcool no meio, então você pisca algumas vezes até conseguir recobrar os sentidos. ali você redescobre que o tesão é uma coisa humilhante, porque quando os dois homens se abraçam o formigamento no meio de suas pernas se torna insuportável ao ponto de ter que esfregar suas coxas uma na outra.
“¿no me vas a presentar a tu novia, boludo?” o amigo pergunta depois que os dois se cumprimentam, com um tom condescendente, quase fazendo graça da situação, como se soubesse muito bem pela sua cara que vocês não tinham exatamente um relacionamento.
“no es mi novia” felipe responde, com uma risadinha sem graça, com uma carinha de quem queria dizer “quem dera se fosse”. de repente, algo na expressão do outro muda, como se compreendesse tudo.
pipe te apresenta ao garoto como uma amiga, e este se introduz como simón, deixando um beijo em sua bochecha, que queima em sua pele por um instante. o perfume do moreno se impregna no ambiente, adentrando suas narinas tão subitamente que você rola os olhos, entorpecida.
alguns minutos de conversa se passam, os dois te incluem ao assunto, contando como se conheceram, as presepadas que se meteram e as festas que felipe passou do limite. os dois riem como velhos amigos, embalando um assunto em cima do outro, enquanto você assiste tudo bebericando mais uma caipirinha, intercalando o olhar entre um e outro como numa partida de tênis. é instigante, te deixa profundamente entretida ver como gesticulam, como os músculos de seus pescoços se flexionam quando jogam a cabeça para trás gargalhando ou como te parece extremamente atraente quando simón abre as pernas, empolgado com mais um assunto. você percebe o brinquinho na orelha do argentino quando ele puxa um baseado detrás da mesma, e é completamente desconcertante o que passa em sua mente enquanto tenta interagir com naturalidade.
a troca de olhares entre vocês é constante e nada modesta, só não arranca pedaço por mera barreira física, mas seduz sua mente em imaginar que sim. o mundo parece se reduzir aquela mesa de bar, apertando aquela tensão entre os três até que se tornasse perceptível a todos ali.
quando você suspira mais uma vez, felipe percebe e se vira pra você, subitamente preocupado. não é um suspiro de incômodo, mas o desejo que apenas cresce começa a ficar difícil de administrar e a bebida não ajuda em nada, servindo como combustível para todo fogo. ele não quer perder aquela chance, na cabeça do de olhos claro ele está se torturando querendo se livrar do amigo empata foda, mas não faz noção do que se passa em seus pensamentos. quando o assunto dos dois morre por um momento, felipe faz menção de se levantar, dando uma péssima desculpa de como o lugar estava muito cheio.
simón, muito perspicaz e embriagado tanto quanto vocês, se empolga colocando as mãos quentes nas pernas dos dois, como se o impedissem de ir a qualquer lugar. o toque parece incendiar seu corpo, lhe fazendo estremecer.
“pô, a noite tá mó gostosa, pipe. por que vocês não colam lá pro meu apartamento e a gente fica batendo papo?”
simón sugere dando uma tragada, com os olhinhos pidões e irresistíveis, quase implorando para que os dois aceitassem a proposta. você engole seco, dirigindo seu olhar para seu amigo, torcendo profundamente para que ele dissesse sim. pipe te olha, como se questionasse sua opinião, e você apenas assente com a cabeça, dando de ombros como se não estivesse derretendo por dentro.
então estava feito: os três estavam saindo do barzinho a caminho do apartamento de simón, que você havia acabado de conhecer. em passos lentos ao meio da galera do bar, você sentiu dedos firmes um pouco acima da bainha de seu vestido, apertando sua bunda de leve. de imediato, você se vira, dando de cara com um felipe com um sorriso largo entre o lábio inferior mordido. fingindo ofensa, você o encara com sobrancelhas arqueadas, mas ele reage apenas inclinando o queixo para frente onde simón se posiciona os guiando e volta o olhar para você, passando o polegar pelo canto da boca indicando para que você fizesse o mesmo.
“limpa aqui, tá babando” ele provoca, com um tom que não dá pra distinguir entre divertido e irritado, então sua resposta é apenas o dedo do meio.
noites assim tem uma certa vibração no ar, uma eletricidade que parece cercar as pessoas e gerar uma tensão inigualável, formada por expectativas. você já tinha uma convicção em mente: sabia que transaria. estava, sinceramente, desesperada por isso, e sabia que seria com felipe. apenas não contava com a bondade do universo em adicionar mais um a diversão. chame de manifestação ou seja lá no que acredita, mas o que quer que fosse estava dando certo.
no banco de trás do uber, a posição era premonitória: você bem no meio dos dois, espremida entre os dois corpos, envolvida em uma mistura de colônias masculinas, suor e muito feromônio. simón era um estranho para você, mas suas intenções pareciam bem claras e conhecidas, principalmente quando ele começou a testar as águas, colocando a mão em sua coxa da mesma forma que pipe marcava território pela parte interna de seu vestido, lhe causando um tremendo desejo em saber exatamente quem era aquele homem. desde o momento que você botou os olhos nele, desejou isto. só não imaginou que sonhos se realizassem tão rápido assim, e contando pela forma que simón a devorava com os olhos estava tudo muito perto de se consolidar.
já felipe nunca fora acostumado a dividir seus brinquedos, e ainda parecia relutante em compartilhar qualquer coisa que ele clamasse para si. não parecia exatamente satisfeito em flagrar a mão do amigo em ti, mas claramente a competitividade o excitava. o autocontrole fora uma tática crucial naquele momento em que pipe e simón pareciam disputar em arrancar um gemido seu, acariciando sua pele sensível de tal maneira que sua intimidade pulsava dolorosamente, desesperada em ter atenção de qualquer um dos dois, melhor ainda se fosse simultaneamente.
os olhares masculinos serpenteiam por ti e eventualmente se cruzam, trocando informações por meras encaradas como se estivessem elaborando planos, fermentando desejo um ao outro, estudando cada reação a ação conjunta contra seu corpo.
a coisa começa realmente a tomar forma quando felipe beija seu pescoço, lentamente e de um jeito tão gostoso que requer muita força de vontade para não se entregar ali mesmo, em respeito ao motorista, que tenta ignorar o que acontece nos bancos de trás, já inerente aos acontecimentos da noite. simón acompanha a provocação, chegando bem pertinho de sua orelha, com a respiração pesada e quente roçando em seu maxilar enquanto se empenha em mordiscar seu lóbulo. é um jogo sujo, muito sujo, e você estava completamente em desvantagem naquele 2x1, e que sorte a sua.
finalmente, os dedos de felipe chegam a sua calcinha, lentamente e discretos, o indicador e o médio se arrastando por cima do tecido úmido com pressão, fazendo sua expressão se contorcer na tentativa de se segurar, e do outro lado, você ouve a risadinha de simón, divertindo-se com toda a situação. a força que seus dentes fincam em seus lábios é suficiente para arrancar um pouquinho de sangue, misturando um gostinho ferroso a sua boca. seu coração começa a bater tão rápido que a respiração fica ofegante, levando seu peito a subir e descer rapidamente. tudo parece extremamente no limite, e você sabe que não é a única a sentir isso quando escorrega as mãos em suas laterais, esfregando a palma contra o colo dos homens.
em resposta, você recebe de simón um apertão de mão cheia em sua e desprevenida deixa escapar uma arfada, arrancando sorrisos satisfeitos dos dois. a boca do mais novo conhecido vai descendo por trás de sua orelha, trilhando um caminho até sua nuca, depois esfregando o nariz pontudo por debaixo de seu queixo, acendendo cada pontinho sensível dali, lhe concedendo uma sensação instantaneamente inebriante, te fazendo ansiar por mais, levando seu estado de excitação a um ponto de estupidez.
uma de suas mãos sobe para a nuca de simón, acariciando aquele pequeno espaço entre a gola de sua camisa e o pézinho de seu cabelo, incentivando o mais velho à descer os lábios pelo colo de seu peito, que dedicado, se demora a cada beijo com pequenas mordidinhas e rastejos de língua entre o início do decote de seu vestido, desejoso em arrancar aquele pedaço de tecido e saborear cada partezinha de sua pele.
os olhos de felipe são atentos e queima de inveja e lascívia ao que assiste, estudando sua feição determinado enquanto ele torna os movimentos de seus dedos um pouco mais ousados, aproveitando da vulnerabilidade entregue de bandeja em um castigo torturante, subindo e descendo por sua extensão coberta mais rapidamente, com mais precisão até que suas pernas começam a estremecer sem controle algum, ao ponto que você as fecha involuntariamente, prendendo a mão do argentino entre as duas bandas carnudas.
é como se você fosse um objetivo a se atingir no meio dos dois, cada vez mais esforçados em te ver cansada e estúpida, implorando para ser fodida com a boquinha entreaberta buscando ar e os olhinhos marejados, já irritada e impaciente pelo excesso de apetite, praticamente babando só com a imaginação e os toques furtivos. então quando o carro breca de uma vez, impulsionando o corpo dos três para frente e o uber avisa que chegaram, em um tom aliviado quase cômico, você pula do veículo logo atrás do moreno apressadamente, ainda meio tonta.
em um deslize de desequilíbrio, suas pernas vacilam ao se atirar para fora do carro, fazendo com que você cambaleie para trás, caindo de volta no colo tenso de felipe, que a xinga baixinho em um gemido e a levanta te segurando pelo pé do abdômen, forçando sua bunda a sentir seu membro extremamente duro estourando na calça jeans.
pipe te guia de um lado com a mão em seu quadril, enquanto simón apoia do outro, e qualquer comentário se torna motivo de gargalhada, intoxicados demais para raciocinarem qualquer coisa seriamente. vocês se dirigem para a entrada do condomínio onde o moreno abre a porta da escadaria, indicando o caminho. um calafrio excitado percorre seu corpo assim que tem um pequeno vislumbre do corredor, e em os três em fila meio sem jeito passam para dentro, com sorrisos sacanas e com a promessa silenciosa mútua de uma noite dividida.
affs mas que saco viu como assim eu não estou dando pra eles agora?!!! e digo☝🏻pra vocês amigas eu sou a fã fiel de kukufer mas pipe e simon dividindo uma buceta é TÃO cinema… juro por deus eles com o ego feridinho disputando pra ver quem vai fazer ela gozar primeiro, a tensão, mas mesmo assim os dois todos sacaninhas com o objetivo em comum em deixar ela idiota de levar pau… awwwwnnnnnn owwwnnn viva a putaria 🍾🍾🍾🎊
preciso entrar no universo de kukufer agora mesmo perai!
o delicia cami você pegou exatamente a ideia! esses dois são topa tudo por buceta e não há nada que os barre em conceder os desejos de uma gostosa 🙏
AMIGA E ESSE TRISAL MARAVILHOSO? Que delicia esses 2 gostosos disputando minha atenção e rosnando um pro outro en cada gemidinho 🥵🥺. Pf vc é tao boa escreve maissss
amiga apenas transcrevi sonhos aqui! eu não posso nem pensar muito que já fico amoada ó céus 😵💫 muito obrigada amor trarei mais!!!
amigas preciso compartilhar com vocês que minha situação é grave.
hoje fui no sesc (clube esportivo) e nossa, quantos queridos saborosos jogando vôlei, futebol, basquete...tava desnorteada subitamente maria chuteira (camisa 14 come back the kids miss you 😫)
e de repente aconteceu algo muito devastador! me peguei pensando no pipe todo fã de futebol se juntando com os amigos no clube pra passar o sábado jogando e acaba batendo os olhos numa loba de shortinhos esportivo e aí já era. felipe fica doido maluco pra dar um perdido nos amigos e ir atrás da menina. ele sinceramente faz de tudo, incluindo errar o chute da bola pra ter uma desculpa pra chegar na big querida.
"você me passa seu número?" "só se você me fizer um gol"
aí enfim tô imaginando ele todo vermelhinho suado tirando a camisa depois do jogo todo amostrado comemorando o gol daquele jeitinho 💭
˚୨୧⋆ foreplay a trois - leve cenário pipe x reader x simón ⋆୨୧˚
vamos ao tópico trisal com simon hempe e felipe otaño pois estou subindo nas paredes querendo assistir challengers e pedindo ao universo dois putos pra chamar de meu (o que o período fértil e um show da madonna no sábado a noite não faz) — @geniousbh te adoro você plantou uma semente muito fértil na minha cabeça com isto aqui espero fazer jus as suas palavras com um cenário semelheante !!
vocês se conheceram na faculdade, felipe é seu colega de classe e vocês ocasionalmente fazem alguns trabalhos juntos. ele é todo tímido e engraçadinho, sempre com um papo divertido e flertes que passam quase despercebidos, impossível de não cair nos encantos dele, e mesmo que pareça inofensivo você tem a impressão de que ele sabe exatamente o que está fazendo. sempre reparando em detalhes bobos quando você chega na sala, como o jeito que arrumou o cabelo ou o vestido desnecessariamente curto que você foi a aula, por motivos óbvios.
pelo canto do olho, diversas vezes você pegao argentino encarando suas pernas no meio da explicação do professor, mordendo a caneta como se estivesse completamente desnorteado. durante o intervalo, você dá ideia de matarem o restante da aula, e de ínicio pipe parece um tanto resistente a fuga, sempre tentando ser o certinho, mas só precisa de uma segunda olhada nas suas coxas pra mudar a mente.
é sexta a noite, e quase todos alunos da faculdade pareceram ter a mesma ideia porque os barzinhos estão lotados, com pessoas já embriagadas e animadas demais para o começo de noite, e mesmo que seja difícil de entrar em qualquer lugar, vocês já tinham metido o pé da aula, agora o jeito era aproveitar. felipe te guia pra dentro do barzinho meio insalubre da esquina, não é o tipo de lugar favorito dele, mas a sensação de te segurar pela cintura enquanto vocês se esgueiram entre os corpos suados parece compensar qualquer outro aspecto caótico. o aperto da mão enorme próximo ao seu quadril entra na sua cabeça como uma promessa, e aquele momento lhe dá a certeza de que todos aqueles flertes bobos não eram nada inocentes.
basta duas caipirinhas doces pra cacete caírem no sistema que a parada já era completamente outra, e agora a timidez do argentino se esvai como se nunca houvesse sido um empecilho. ele te faz rir até sua barriga doer, discute sobre assuntos cultos que te fazem morder os lábios de tesão intelectual, e cada vez que chega mais perto para te ouvir ou dizer algo no pé do seu ouvido, aqueles dedos grossos repousam por cima de seu joelho, servindo de apoio para o garoto, mas ele se aproveita da situação quando percebe que você não se incomoda ou desvia de seus toques, e agora suas mãos sobem cada vez mais até chegar na bainha do seu vestido.
seus corpos parecem se atraírem como se tivessem força própria, e é tão difícil simplesmente não subir no colo de pipe quando ele já está tão perto, te encarando de cima abaixo com aqueles olhos azuis penetrantes. você se pega passeando o olhar pelo seu até então amigo, reparando o quão suas bochechas ficam rosadinhas quando ele bebe, traçando a gota de suor que desce de seu pescoço, passando pela correntinha prata que vai até seu peitoral, agora um pouco amostra depois dele desabotoar os primeiros botões da camisa azul listrada. de repente, olhando pras pernas cobertas pela calça jeans do garoto, somente de imaginar a sensação da fricção contra o tecido entre suas pernas a faz suspirar, o que não passa despercebido por felipe, que com a cabeça pendendo pro lado e uma expressão cínica estampada na cara te pergunta “¿perdida, nena?”
e na sua cabeça se passam vários xingamentos, quase afetuosos, quando ele sobe a mão mais um pouquinho, brincando com os fios desfiados da barra do seu vestido enquanto te olha com aquela carinha de idiota. meu deus, como você tem vontade de arruinar aquele rostinho bonito da forma mais imoral possível. mas felipe é educado, polido até demais, tão certinho que não tomaria uma atitude concreta até que você o desse segurança para tal, e quando você está prestes a abrir a boca para uma confissão embriagada alguém os interrompe bruscamente.
pronta para fuzilar o responsável pela sua quebra de expectativas, seus olhos se levantam determinados a encarar o idiota da forma mais carrancuda que podia, e se deparam com com algo, ou melhor, alguém, bem inesperado.
não há como explicar a sensação muito bem, mas te causa tontura, como se você virasse um copo de cachaça de uma vez só. o aumento de sua temperatura é instantânea, sendo possível sentir o suor descendo pela linha de sua coluna, te deixando ainda mais mole do que antes. parece uma miragem, mas há um moreno bem a sua frente, de regatinha soltinha, barbinha rala e um maldito bigode, com a maior cara de puto que você já havia visto. ele tem um sorrisinho sacana nos lábios quando seus olhos se encontram, e voltar a órbita é um pouquinho mais difícil quando há álcool no meio, então você pisca algumas vezes até conseguir recobrar os sentidos. ali você redescobre que o tesão é uma coisa humilhante, porque quando os dois homens se abraçam o formigamento no meio de suas pernas se torna insuportável ao ponto de ter que esfregar suas coxas uma na outra.
“¿no me vas a presentar a tu novia, boludo?” o amigo pergunta depois que os dois se cumprimentam, com um tom condescendente, quase fazendo graça da situação, como se soubesse muito bem pela sua cara que vocês não tinham exatamente um relacionamento.
“no es mi novia” felipe responde, com uma risadinha sem graça, com uma carinha de quem queria dizer “quem dera se fosse”. de repente, algo na expressão do outro muda, como se compreendesse tudo.
pipe te apresenta ao garoto como uma amiga, e este se introduz como simón, deixando um beijo em sua bochecha, que queima em sua pele por um instante. o perfume do moreno se impregna no ambiente, adentrando suas narinas tão subitamente que você rola os olhos, entorpecida.
alguns minutos de conversa se passam, os dois te incluem ao assunto, contando como se conheceram, as presepadas que se meteram e as festas que felipe passou do limite. os dois riem como velhos amigos, embalando um assunto em cima do outro, enquanto você assiste tudo bebericando mais uma caipirinha, intercalando o olhar entre um e outro como numa partida de tênis. é instigante, te deixa profundamente entretida ver como gesticulam, como os músculos de seus pescoços se flexionam quando jogam a cabeça para trás gargalhando ou como te parece extremamente atraente quando simón abre as pernas, empolgado com mais um assunto. você percebe o brinquinho na orelha do argentino quando ele puxa um baseado detrás da mesma, e é completamente desconcertante o que passa em sua mente enquanto tenta interagir com naturalidade.
a troca de olhares entre vocês é constante e nada modesta, só não arranca pedaço por mera barreira física, mas seduz sua mente em imaginar que sim. o mundo parece se reduzir aquela mesa de bar, apertando aquela tensão entre os três até que se tornasse perceptível a todos ali.
quando você suspira mais uma vez, felipe percebe e se vira pra você, subitamente preocupado. não é um suspiro de incômodo, mas o desejo que apenas cresce começa a ficar difícil de administrar e a bebida não ajuda em nada, servindo como combustível para todo fogo. ele não quer perder aquela chance, na cabeça do de olhos claro ele está se torturando querendo se livrar do amigo empata foda, mas não faz noção do que se passa em seus pensamentos. quando o assunto dos dois morre por um momento, felipe faz menção de se levantar, dando uma péssima desculpa de como o lugar estava muito cheio.
simón, muito perspicaz e embriagado tanto quanto vocês, se empolga colocando as mãos quentes nas pernas dos dois, como se o impedissem de ir a qualquer lugar. o toque parece incendiar seu corpo, lhe fazendo estremecer.
“pô, a noite tá mó gostosa, pipe. por que vocês não colam lá pro meu apartamento e a gente fica batendo papo?”
simón sugere dando uma tragada, com os olhinhos pidões e irresistíveis, quase implorando para que os dois aceitassem a proposta. você engole seco, dirigindo seu olhar para seu amigo, torcendo profundamente para que ele dissesse sim. pipe te olha, como se questionasse sua opinião, e você apenas assente com a cabeça, dando de ombros como se não estivesse derretendo por dentro.
então estava feito: os três estavam saindo do barzinho a caminho do apartamento de simón, que você havia acabado de conhecer. em passos lentos ao meio da galera do bar, você sentiu dedos firmes um pouco acima da bainha de seu vestido, apertando sua bunda de leve. de imediato, você se vira, dando de cara com um felipe com um sorriso largo entre o lábio inferior mordido. fingindo ofensa, você o encara com sobrancelhas arqueadas, mas ele reage apenas inclinando o queixo para frente onde simón se posiciona os guiando e volta o olhar para você, passando o polegar pelo canto da boca indicando para que você fizesse o mesmo.
“limpa aqui, tá babando” ele provoca, com um tom que não dá pra distinguir entre divertido e irritado, então sua resposta é apenas o dedo do meio.
noites assim tem uma certa vibração no ar, uma eletricidade que parece cercar as pessoas e gerar uma tensão inigualável, formada por expectativas. você já tinha uma convicção em mente: sabia que transaria. estava, sinceramente, desesperada por isso, e sabia que seria com felipe. apenas não contava com a bondade do universo em adicionar mais um a diversão. chame de manifestação ou seja lá no que acredita, mas o que quer que fosse estava dando certo.
no banco de trás do uber, a posição era premonitória: você bem no meio dos dois, espremida entre os dois corpos, envolvida em uma mistura de colônias masculinas, suor e muito feromônio. simón era um estranho para você, mas suas intenções pareciam bem claras e conhecidas, principalmente quando ele começou a testar as águas, colocando a mão em sua coxa da mesma forma que pipe marcava território pela parte interna de seu vestido, lhe causando um tremendo desejo em saber exatamente quem era aquele homem. desde o momento que você botou os olhos nele, desejou isto. só não imaginou que sonhos se realizassem tão rápido assim, e contando pela forma que simón a devorava com os olhos estava tudo muito perto de se consolidar.
já felipe nunca fora acostumado a dividir seus brinquedos, e ainda parecia relutante em compartilhar qualquer coisa que ele clamasse para si. não parecia exatamente satisfeito em flagrar a mão do amigo em ti, mas claramente a competitividade o excitava. o autocontrole fora uma tática crucial naquele momento em que pipe e simón pareciam disputar em arrancar um gemido seu, acariciando sua pele sensível de tal maneira que sua intimidade pulsava dolorosamente, desesperada em ter atenção de qualquer um dos dois, melhor ainda se fosse simultaneamente.
os olhares masculinos serpenteiam por ti e eventualmente se cruzam, trocando informações por meras encaradas como se estivessem elaborando planos, fermentando desejo um ao outro, estudando cada reação a ação conjunta contra seu corpo.
a coisa começa realmente a tomar forma quando felipe beija seu pescoço, lentamente e de um jeito tão gostoso que requer muita força de vontade para não se entregar ali mesmo, em respeito ao motorista, que tenta ignorar o que acontece nos bancos de trás, já inerente aos acontecimentos da noite. simón acompanha a provocação, chegando bem pertinho de sua orelha, com a respiração pesada e quente roçando em seu maxilar enquanto se empenha em mordiscar seu lóbulo. é um jogo sujo, muito sujo, e você estava completamente em desvantagem naquele 2x1, e que sorte a sua.
finalmente, os dedos de felipe chegam a sua calcinha, lentamente e discretos, o indicador e o médio se arrastando por cima do tecido úmido com pressão, fazendo sua expressão se contorcer na tentativa de se segurar, e do outro lado, você ouve a risadinha de simón, divertindo-se com toda a situação. a força que seus dentes fincam em seus lábios é suficiente para arrancar um pouquinho de sangue, misturando um gostinho ferroso a sua boca. seu coração começa a bater tão rápido que a respiração fica ofegante, levando seu peito a subir e descer rapidamente. tudo parece extremamente no limite, e você sabe que não é a única a sentir isso quando escorrega as mãos em suas laterais, esfregando a palma contra o colo dos homens.
em resposta, você recebe de simón um apertão de mão cheia em sua e desprevenida deixa escapar uma arfada, arrancando sorrisos satisfeitos dos dois. a boca do mais novo conhecido vai descendo por trás de sua orelha, trilhando um caminho até sua nuca, depois esfregando o nariz pontudo por debaixo de seu queixo, acendendo cada pontinho sensível dali, lhe concedendo uma sensação instantaneamente inebriante, te fazendo ansiar por mais, levando seu estado de excitação a um ponto de estupidez.
uma de suas mãos sobe para a nuca de simón, acariciando aquele pequeno espaço entre a gola de sua camisa e o pézinho de seu cabelo, incentivando o mais velho à descer os lábios pelo colo de seu peito, que dedicado, se demora a cada beijo com pequenas mordidinhas e rastejos de língua entre o início do decote de seu vestido, desejoso em arrancar aquele pedaço de tecido e saborear cada partezinha de sua pele.
os olhos de felipe são atentos e queima de inveja e lascívia ao que assiste, estudando sua feição determinado enquanto ele torna os movimentos de seus dedos um pouco mais ousados, aproveitando da vulnerabilidade entregue de bandeja em um castigo torturante, subindo e descendo por sua extensão coberta mais rapidamente, com mais precisão até que suas pernas começam a estremecer sem controle algum, ao ponto que você as fecha involuntariamente, prendendo a mão do argentino entre as duas bandas carnudas.
é como se você fosse um objetivo a se atingir no meio dos dois, cada vez mais esforçados em te ver cansada e estúpida, implorando para ser fodida com a boquinha entreaberta buscando ar e os olhinhos marejados, já irritada e impaciente pelo excesso de apetite, praticamente babando só com a imaginação e os toques furtivos. então quando o carro breca de uma vez, impulsionando o corpo dos três para frente e o uber avisa que chegaram, em um tom aliviado quase cômico, você pula do veículo logo atrás do moreno apressadamente, ainda meio tonta.
em um deslize de desequilíbrio, suas pernas vacilam ao se atirar para fora do carro, fazendo com que você cambaleie para trás, caindo de volta no colo tenso de felipe, que a xinga baixinho em um gemido e a levanta te segurando pelo pé do abdômen, forçando sua bunda a sentir seu membro extremamente duro estourando na calça jeans.
pipe te guia de um lado com a mão em seu quadril, enquanto simón apoia do outro, e qualquer comentário se torna motivo de gargalhada, intoxicados demais para raciocinarem qualquer coisa seriamente. vocês se dirigem para a entrada do condomínio onde o moreno abre a porta da escadaria, indicando o caminho. um calafrio excitado percorre seu corpo assim que tem um pequeno vislumbre do corredor, e em os três em fila meio sem jeito passam para dentro, com sorrisos sacanas e com a promessa silenciosa mútua de uma noite dividida.
infelizmente essa oc nunca poderia ser eu pq eu teria EXPLODIDO💥💥💥💥 de tesão nesse uber, ia aparecer no balanço geral, datena e jornal nacional, seria uma grande tragédia bucetistica😞😢🙏🏻 TIPO de vdd, a cena do carro com os dois colocando a mão nas coxas dela??? meu q.i foi reduzido a -10 totalmente burra lendo tamanha sacanagem (e coitado do motorista ouvindo os arfadinhos e os "hmm"s engual aquele meme do rodrigo faro e o casal atrás, mas né.. ossos do ofício tiozao)!
honradissima de ter te inspirado nesta canetada, meu amor!! e fico aguardando outras 💕🫂💘
TRAGEDIA BUCETISTICA KKKKKKKKKKKKKKLLL a qualquer momento vai passar no cidade alerta " bomba de tesão explode carro" 😔 você acendeu uma luzinha na minha mente lau fique atenta aos próximos capítulos!! (e esperando ansiosamente pelo seus tambem)
me sentindo adorável com essa integração de girlies movidas pelo tesão 💘🧚♀️🫂
˚୨୧⋆ foreplay a trois - leve cenário pipe x reader x simón ⋆୨୧˚
vamos ao tópico trisal com simon hempe e felipe otaño pois estou subindo nas paredes querendo assistir challengers e pedindo ao universo dois putos pra chamar de meu (o que o período fértil e um show da madonna no sábado a noite não faz) — @geniousbh te adoro você plantou uma semente muito fértil na minha cabeça com isto aqui espero fazer jus as suas palavras com um cenário semelheante !!
vocês se conheceram na faculdade, felipe é seu colega de classe e vocês ocasionalmente fazem alguns trabalhos juntos. ele é todo tímido e engraçadinho, sempre com um papo divertido e flertes que passam quase despercebidos, impossível de não cair nos encantos dele, e mesmo que pareça inofensivo você tem a impressão de que ele sabe exatamente o que está fazendo. sempre reparando em detalhes bobos quando você chega na sala, como o jeito que arrumou o cabelo ou o vestido desnecessariamente curto que você foi a aula, por motivos óbvios.
pelo canto do olho, diversas vezes você pegao argentino encarando suas pernas no meio da explicação do professor, mordendo a caneta como se estivesse completamente desnorteado. durante o intervalo, você dá ideia de matarem o restante da aula, e de ínicio pipe parece um tanto resistente a fuga, sempre tentando ser o certinho, mas só precisa de uma segunda olhada nas suas coxas pra mudar a mente.
é sexta a noite, e quase todos alunos da faculdade pareceram ter a mesma ideia porque os barzinhos estão lotados, com pessoas já embriagadas e animadas demais para o começo de noite, e mesmo que seja difícil de entrar em qualquer lugar, vocês já tinham metido o pé da aula, agora o jeito era aproveitar. felipe te guia pra dentro do barzinho meio insalubre da esquina, não é o tipo de lugar favorito dele, mas a sensação de te segurar pela cintura enquanto vocês se esgueiram entre os corpos suados parece compensar qualquer outro aspecto caótico. o aperto da mão enorme próximo ao seu quadril entra na sua cabeça como uma promessa, e aquele momento lhe dá a certeza de que todos aqueles flertes bobos não eram nada inocentes.
basta duas caipirinhas doces pra cacete caírem no sistema que a parada já era completamente outra, e agora a timidez do argentino se esvai como se nunca houvesse sido um empecilho. ele te faz rir até sua barriga doer, discute sobre assuntos cultos que te fazem morder os lábios de tesão intelectual, e cada vez que chega mais perto para te ouvir ou dizer algo no pé do seu ouvido, aqueles dedos grossos repousam por cima de seu joelho, servindo de apoio para o garoto, mas ele se aproveita da situação quando percebe que você não se incomoda ou desvia de seus toques, e agora suas mãos sobem cada vez mais até chegar na bainha do seu vestido.
seus corpos parecem se atraírem como se tivessem força própria, e é tão difícil simplesmente não subir no colo de pipe quando ele já está tão perto, te encarando de cima abaixo com aqueles olhos azuis penetrantes. você se pega passeando o olhar pelo seu até então amigo, reparando o quão suas bochechas ficam rosadinhas quando ele bebe, traçando a gota de suor que desce de seu pescoço, passando pela correntinha prata que vai até seu peitoral, agora um pouco amostra depois dele desabotoar os primeiros botões da camisa azul listrada. de repente, olhando pras pernas cobertas pela calça jeans do garoto, somente de imaginar a sensação da fricção contra o tecido entre suas pernas a faz suspirar, o que não passa despercebido por felipe, que com a cabeça pendendo pro lado e uma expressão cínica estampada na cara te pergunta “¿perdida, nena?”
e na sua cabeça se passam vários xingamentos, quase afetuosos, quando ele sobe a mão mais um pouquinho, brincando com os fios desfiados da barra do seu vestido enquanto te olha com aquela carinha de idiota. meu deus, como você tem vontade de arruinar aquele rostinho bonito da forma mais imoral possível. mas felipe é educado, polido até demais, tão certinho que não tomaria uma atitude concreta até que você o desse segurança para tal, e quando você está prestes a abrir a boca para uma confissão embriagada alguém os interrompe bruscamente.
pronta para fuzilar o responsável pela sua quebra de expectativas, seus olhos se levantam determinados a encarar o idiota da forma mais carrancuda que podia, e se deparam com com algo, ou melhor, alguém, bem inesperado.
não há como explicar a sensação muito bem, mas te causa tontura, como se você virasse um copo de cachaça de uma vez só. o aumento de sua temperatura é instantânea, sendo possível sentir o suor descendo pela linha de sua coluna, te deixando ainda mais mole do que antes. parece uma miragem, mas há um moreno bem a sua frente, de regatinha soltinha, barbinha rala e um maldito bigode, com a maior cara de puto que você já havia visto. ele tem um sorrisinho sacana nos lábios quando seus olhos se encontram, e voltar a órbita é um pouquinho mais difícil quando há álcool no meio, então você pisca algumas vezes até conseguir recobrar os sentidos. ali você redescobre que o tesão é uma coisa humilhante, porque quando os dois homens se abraçam o formigamento no meio de suas pernas se torna insuportável ao ponto de ter que esfregar suas coxas uma na outra.
“¿no me vas a presentar a tu novia, boludo?” o amigo pergunta depois que os dois se cumprimentam, com um tom condescendente, quase fazendo graça da situação, como se soubesse muito bem pela sua cara que vocês não tinham exatamente um relacionamento.
“no es mi novia” felipe responde, com uma risadinha sem graça, com uma carinha de quem queria dizer “quem dera se fosse”. de repente, algo na expressão do outro muda, como se compreendesse tudo.
pipe te apresenta ao garoto como uma amiga, e este se introduz como simón, deixando um beijo em sua bochecha, que queima em sua pele por um instante. o perfume do moreno se impregna no ambiente, adentrando suas narinas tão subitamente que você rola os olhos, entorpecida.
alguns minutos de conversa se passam, os dois te incluem ao assunto, contando como se conheceram, as presepadas que se meteram e as festas que felipe passou do limite. os dois riem como velhos amigos, embalando um assunto em cima do outro, enquanto você assiste tudo bebericando mais uma caipirinha, intercalando o olhar entre um e outro como numa partida de tênis. é instigante, te deixa profundamente entretida ver como gesticulam, como os músculos de seus pescoços se flexionam quando jogam a cabeça para trás gargalhando ou como te parece extremamente atraente quando simón abre as pernas, empolgado com mais um assunto. você percebe o brinquinho na orelha do argentino quando ele puxa um baseado detrás da mesma, e é completamente desconcertante o que passa em sua mente enquanto tenta interagir com naturalidade.
a troca de olhares entre vocês é constante e nada modesta, só não arranca pedaço por mera barreira física, mas seduz sua mente em imaginar que sim. o mundo parece se reduzir aquela mesa de bar, apertando aquela tensão entre os três até que se tornasse perceptível a todos ali.
quando você suspira mais uma vez, felipe percebe e se vira pra você, subitamente preocupado. não é um suspiro de incômodo, mas o desejo que apenas cresce começa a ficar difícil de administrar e a bebida não ajuda em nada, servindo como combustível para todo fogo. ele não quer perder aquela chance, na cabeça do de olhos claro ele está se torturando querendo se livrar do amigo empata foda, mas não faz noção do que se passa em seus pensamentos. quando o assunto dos dois morre por um momento, felipe faz menção de se levantar, dando uma péssima desculpa de como o lugar estava muito cheio.
simón, muito perspicaz e embriagado tanto quanto vocês, se empolga colocando as mãos quentes nas pernas dos dois, como se o impedissem de ir a qualquer lugar. o toque parece incendiar seu corpo, lhe fazendo estremecer.
“pô, a noite tá mó gostosa, pipe. por que vocês não colam lá pro meu apartamento e a gente fica batendo papo?”
simón sugere dando uma tragada, com os olhinhos pidões e irresistíveis, quase implorando para que os dois aceitassem a proposta. você engole seco, dirigindo seu olhar para seu amigo, torcendo profundamente para que ele dissesse sim. pipe te olha, como se questionasse sua opinião, e você apenas assente com a cabeça, dando de ombros como se não estivesse derretendo por dentro.
então estava feito: os três estavam saindo do barzinho a caminho do apartamento de simón, que você havia acabado de conhecer. em passos lentos ao meio da galera do bar, você sentiu dedos firmes um pouco acima da bainha de seu vestido, apertando sua bunda de leve. de imediato, você se vira, dando de cara com um felipe com um sorriso largo entre o lábio inferior mordido. fingindo ofensa, você o encara com sobrancelhas arqueadas, mas ele reage apenas inclinando o queixo para frente onde simón se posiciona os guiando e volta o olhar para você, passando o polegar pelo canto da boca indicando para que você fizesse o mesmo.
“limpa aqui, tá babando” ele provoca, com um tom que não dá pra distinguir entre divertido e irritado, então sua resposta é apenas o dedo do meio.
noites assim tem uma certa vibração no ar, uma eletricidade que parece cercar as pessoas e gerar uma tensão inigualável, formada por expectativas. você já tinha uma convicção em mente: sabia que transaria. estava, sinceramente, desesperada por isso, e sabia que seria com felipe. apenas não contava com a bondade do universo em adicionar mais um a diversão. chame de manifestação ou seja lá no que acredita, mas o que quer que fosse estava dando certo.
no banco de trás do uber, a posição era premonitória: você bem no meio dos dois, espremida entre os dois corpos, envolvida em uma mistura de colônias masculinas, suor e muito feromônio. simón era um estranho para você, mas suas intenções pareciam bem claras e conhecidas, principalmente quando ele começou a testar as águas, colocando a mão em sua coxa da mesma forma que pipe marcava território pela parte interna de seu vestido, lhe causando um tremendo desejo em saber exatamente quem era aquele homem. desde o momento que você botou os olhos nele, desejou isto. só não imaginou que sonhos se realizassem tão rápido assim, e contando pela forma que simón a devorava com os olhos estava tudo muito perto de se consolidar.
já felipe nunca fora acostumado a dividir seus brinquedos, e ainda parecia relutante em compartilhar qualquer coisa que ele clamasse para si. não parecia exatamente satisfeito em flagrar a mão do amigo em ti, mas claramente a competitividade o excitava. o autocontrole fora uma tática crucial naquele momento em que pipe e simón pareciam disputar em arrancar um gemido seu, acariciando sua pele sensível de tal maneira que sua intimidade pulsava dolorosamente, desesperada em ter atenção de qualquer um dos dois, melhor ainda se fosse simultaneamente.
os olhares masculinos serpenteiam por ti e eventualmente se cruzam, trocando informações por meras encaradas como se estivessem elaborando planos, fermentando desejo um ao outro, estudando cada reação a ação conjunta contra seu corpo.
a coisa começa realmente a tomar forma quando felipe beija seu pescoço, lentamente e de um jeito tão gostoso que requer muita força de vontade para não se entregar ali mesmo, em respeito ao motorista, que tenta ignorar o que acontece nos bancos de trás, já inerente aos acontecimentos da noite. simón acompanha a provocação, chegando bem pertinho de sua orelha, com a respiração pesada e quente roçando em seu maxilar enquanto se empenha em mordiscar seu lóbulo. é um jogo sujo, muito sujo, e você estava completamente em desvantagem naquele 2x1, e que sorte a sua.
finalmente, os dedos de felipe chegam a sua calcinha, lentamente e discretos, o indicador e o médio se arrastando por cima do tecido úmido com pressão, fazendo sua expressão se contorcer na tentativa de se segurar, e do outro lado, você ouve a risadinha de simón, divertindo-se com toda a situação. a força que seus dentes fincam em seus lábios é suficiente para arrancar um pouquinho de sangue, misturando um gostinho ferroso a sua boca. seu coração começa a bater tão rápido que a respiração fica ofegante, levando seu peito a subir e descer rapidamente. tudo parece extremamente no limite, e você sabe que não é a única a sentir isso quando escorrega as mãos em suas laterais, esfregando a palma contra o colo dos homens.
em resposta, você recebe de simón um apertão de mão cheia em sua e desprevenida deixa escapar uma arfada, arrancando sorrisos satisfeitos dos dois. a boca do mais novo conhecido vai descendo por trás de sua orelha, trilhando um caminho até sua nuca, depois esfregando o nariz pontudo por debaixo de seu queixo, acendendo cada pontinho sensível dali, lhe concedendo uma sensação instantaneamente inebriante, te fazendo ansiar por mais, levando seu estado de excitação a um ponto de estupidez.
uma de suas mãos sobe para a nuca de simón, acariciando aquele pequeno espaço entre a gola de sua camisa e o pézinho de seu cabelo, incentivando o mais velho à descer os lábios pelo colo de seu peito, que dedicado, se demora a cada beijo com pequenas mordidinhas e rastejos de língua entre o início do decote de seu vestido, desejoso em arrancar aquele pedaço de tecido e saborear cada partezinha de sua pele.
os olhos de felipe são atentos e queima de inveja e lascívia ao que assiste, estudando sua feição determinado enquanto ele torna os movimentos de seus dedos um pouco mais ousados, aproveitando da vulnerabilidade entregue de bandeja em um castigo torturante, subindo e descendo por sua extensão coberta mais rapidamente, com mais precisão até que suas pernas começam a estremecer sem controle algum, ao ponto que você as fecha involuntariamente, prendendo a mão do argentino entre as duas bandas carnudas.
é como se você fosse um objetivo a se atingir no meio dos dois, cada vez mais esforçados em te ver cansada e estúpida, implorando para ser fodida com a boquinha entreaberta buscando ar e os olhinhos marejados, já irritada e impaciente pelo excesso de apetite, praticamente babando só com a imaginação e os toques furtivos. então quando o carro breca de uma vez, impulsionando o corpo dos três para frente e o uber avisa que chegaram, em um tom aliviado quase cômico, você pula do veículo logo atrás do moreno apressadamente, ainda meio tonta.
em um deslize de desequilíbrio, suas pernas vacilam ao se atirar para fora do carro, fazendo com que você cambaleie para trás, caindo de volta no colo tenso de felipe, que a xinga baixinho em um gemido e a levanta te segurando pelo pé do abdômen, forçando sua bunda a sentir seu membro extremamente duro estourando na calça jeans.
pipe te guia de um lado com a mão em seu quadril, enquanto simón apoia do outro, e qualquer comentário se torna motivo de gargalhada, intoxicados demais para raciocinarem qualquer coisa seriamente. vocês se dirigem para a entrada do condomínio onde o moreno abre a porta da escadaria, indicando o caminho. um calafrio excitado percorre seu corpo assim que tem um pequeno vislumbre do corredor, e em os três em fila meio sem jeito passam para dentro, com sorrisos sacanas e com a promessa silenciosa mútua de uma noite dividida.
WOOF WOOF WOOF AUUUUUUUUUUUU BABY I'M PREYING ON YOU TONIGHT
AI PASSO MAL LKKKKKKKKKKKKKKKKKKK isso aqui é uma alcateia!
˚୨୧⋆ foreplay a trois - leve cenário pipe x reader x simón ⋆୨୧˚
vamos ao tópico trisal com simon hempe e felipe otaño pois estou subindo nas paredes querendo assistir challengers e pedindo ao universo dois putos pra chamar de meu (o que o período fértil e um show da madonna no sábado a noite não faz) — @geniousbh te adoro você plantou uma semente muito fértil na minha cabeça com isto aqui espero fazer jus as suas palavras com um cenário semelheante !!
vocês se conheceram na faculdade, felipe é seu colega de classe e vocês ocasionalmente fazem alguns trabalhos juntos. ele é todo tímido e engraçadinho, sempre com um papo divertido e flertes que passam quase despercebidos, impossível de não cair nos encantos dele, e mesmo que pareça inofensivo você tem a impressão de que ele sabe exatamente o que está fazendo. sempre reparando em detalhes bobos quando você chega na sala, como o jeito que arrumou o cabelo ou o vestido desnecessariamente curto que você foi a aula, por motivos óbvios.
pelo canto do olho, diversas vezes você pegao argentino encarando suas pernas no meio da explicação do professor, mordendo a caneta como se estivesse completamente desnorteado. durante o intervalo, você dá ideia de matarem o restante da aula, e de ínicio pipe parece um tanto resistente a fuga, sempre tentando ser o certinho, mas só precisa de uma segunda olhada nas suas coxas pra mudar a mente.
é sexta a noite, e quase todos alunos da faculdade pareceram ter a mesma ideia porque os barzinhos estão lotados, com pessoas já embriagadas e animadas demais para o começo de noite, e mesmo que seja difícil de entrar em qualquer lugar, vocês já tinham metido o pé da aula, agora o jeito era aproveitar. felipe te guia pra dentro do barzinho meio insalubre da esquina, não é o tipo de lugar favorito dele, mas a sensação de te segurar pela cintura enquanto vocês se esgueiram entre os corpos suados parece compensar qualquer outro aspecto caótico. o aperto da mão enorme próximo ao seu quadril entra na sua cabeça como uma promessa, e aquele momento lhe dá a certeza de que todos aqueles flertes bobos não eram nada inocentes.
basta duas caipirinhas doces pra cacete caírem no sistema que a parada já era completamente outra, e agora a timidez do argentino se esvai como se nunca houvesse sido um empecilho. ele te faz rir até sua barriga doer, discute sobre assuntos cultos que te fazem morder os lábios de tesão intelectual, e cada vez que chega mais perto para te ouvir ou dizer algo no pé do seu ouvido, aqueles dedos grossos repousam por cima de seu joelho, servindo de apoio para o garoto, mas ele se aproveita da situação quando percebe que você não se incomoda ou desvia de seus toques, e agora suas mãos sobem cada vez mais até chegar na bainha do seu vestido.
seus corpos parecem se atraírem como se tivessem força própria, e é tão difícil simplesmente não subir no colo de pipe quando ele já está tão perto, te encarando de cima abaixo com aqueles olhos azuis penetrantes. você se pega passeando o olhar pelo seu até então amigo, reparando o quão suas bochechas ficam rosadinhas quando ele bebe, traçando a gota de suor que desce de seu pescoço, passando pela correntinha prata que vai até seu peitoral, agora um pouco amostra depois dele desabotoar os primeiros botões da camisa azul listrada. de repente, olhando pras pernas cobertas pela calça jeans do garoto, somente de imaginar a sensação da fricção contra o tecido entre suas pernas a faz suspirar, o que não passa despercebido por felipe, que com a cabeça pendendo pro lado e uma expressão cínica estampada na cara te pergunta “¿perdida, nena?”
e na sua cabeça se passam vários xingamentos, quase afetuosos, quando ele sobe a mão mais um pouquinho, brincando com os fios desfiados da barra do seu vestido enquanto te olha com aquela carinha de idiota. meu deus, como você tem vontade de arruinar aquele rostinho bonito da forma mais imoral possível. mas felipe é educado, polido até demais, tão certinho que não tomaria uma atitude concreta até que você o desse segurança para tal, e quando você está prestes a abrir a boca para uma confissão embriagada alguém os interrompe bruscamente.
pronta para fuzilar o responsável pela sua quebra de expectativas, seus olhos se levantam determinados a encarar o idiota da forma mais carrancuda que podia, e se deparam com com algo, ou melhor, alguém, bem inesperado.
não há como explicar a sensação muito bem, mas te causa tontura, como se você virasse um copo de cachaça de uma vez só. o aumento de sua temperatura é instantânea, sendo possível sentir o suor descendo pela linha de sua coluna, te deixando ainda mais mole do que antes. parece uma miragem, mas há um moreno bem a sua frente, de regatinha soltinha, barbinha rala e um maldito bigode, com a maior cara de puto que você já havia visto. ele tem um sorrisinho sacana nos lábios quando seus olhos se encontram, e voltar a órbita é um pouquinho mais difícil quando há álcool no meio, então você pisca algumas vezes até conseguir recobrar os sentidos. ali você redescobre que o tesão é uma coisa humilhante, porque quando os dois homens se abraçam o formigamento no meio de suas pernas se torna insuportável ao ponto de ter que esfregar suas coxas uma na outra.
“¿no me vas a presentar a tu novia, boludo?” o amigo pergunta depois que os dois se cumprimentam, com um tom condescendente, quase fazendo graça da situação, como se soubesse muito bem pela sua cara que vocês não tinham exatamente um relacionamento.
“no es mi novia” felipe responde, com uma risadinha sem graça, com uma carinha de quem queria dizer “quem dera se fosse”. de repente, algo na expressão do outro muda, como se compreendesse tudo.
pipe te apresenta ao garoto como uma amiga, e este se introduz como simón, deixando um beijo em sua bochecha, que queima em sua pele por um instante. o perfume do moreno se impregna no ambiente, adentrando suas narinas tão subitamente que você rola os olhos, entorpecida.
alguns minutos de conversa se passam, os dois te incluem ao assunto, contando como se conheceram, as presepadas que se meteram e as festas que felipe passou do limite. os dois riem como velhos amigos, embalando um assunto em cima do outro, enquanto você assiste tudo bebericando mais uma caipirinha, intercalando o olhar entre um e outro como numa partida de tênis. é instigante, te deixa profundamente entretida ver como gesticulam, como os músculos de seus pescoços se flexionam quando jogam a cabeça para trás gargalhando ou como te parece extremamente atraente quando simón abre as pernas, empolgado com mais um assunto. você percebe o brinquinho na orelha do argentino quando ele puxa um baseado detrás da mesma, e é completamente desconcertante o que passa em sua mente enquanto tenta interagir com naturalidade.
a troca de olhares entre vocês é constante e nada modesta, só não arranca pedaço por mera barreira física, mas seduz sua mente em imaginar que sim. o mundo parece se reduzir aquela mesa de bar, apertando aquela tensão entre os três até que se tornasse perceptível a todos ali.
quando você suspira mais uma vez, felipe percebe e se vira pra você, subitamente preocupado. não é um suspiro de incômodo, mas o desejo que apenas cresce começa a ficar difícil de administrar e a bebida não ajuda em nada, servindo como combustível para todo fogo. ele não quer perder aquela chance, na cabeça do de olhos claro ele está se torturando querendo se livrar do amigo empata foda, mas não faz noção do que se passa em seus pensamentos. quando o assunto dos dois morre por um momento, felipe faz menção de se levantar, dando uma péssima desculpa de como o lugar estava muito cheio.
simón, muito perspicaz e embriagado tanto quanto vocês, se empolga colocando as mãos quentes nas pernas dos dois, como se o impedissem de ir a qualquer lugar. o toque parece incendiar seu corpo, lhe fazendo estremecer.
“pô, a noite tá mó gostosa, pipe. por que vocês não colam lá pro meu apartamento e a gente fica batendo papo?”
simón sugere dando uma tragada, com os olhinhos pidões e irresistíveis, quase implorando para que os dois aceitassem a proposta. você engole seco, dirigindo seu olhar para seu amigo, torcendo profundamente para que ele dissesse sim. pipe te olha, como se questionasse sua opinião, e você apenas assente com a cabeça, dando de ombros como se não estivesse derretendo por dentro.
então estava feito: os três estavam saindo do barzinho a caminho do apartamento de simón, que você havia acabado de conhecer. em passos lentos ao meio da galera do bar, você sentiu dedos firmes um pouco acima da bainha de seu vestido, apertando sua bunda de leve. de imediato, você se vira, dando de cara com um felipe com um sorriso largo entre o lábio inferior mordido. fingindo ofensa, você o encara com sobrancelhas arqueadas, mas ele reage apenas inclinando o queixo para frente onde simón se posiciona os guiando e volta o olhar para você, passando o polegar pelo canto da boca indicando para que você fizesse o mesmo.
“limpa aqui, tá babando” ele provoca, com um tom que não dá pra distinguir entre divertido e irritado, então sua resposta é apenas o dedo do meio.
noites assim tem uma certa vibração no ar, uma eletricidade que parece cercar as pessoas e gerar uma tensão inigualável, formada por expectativas. você já tinha uma convicção em mente: sabia que transaria. estava, sinceramente, desesperada por isso, e sabia que seria com felipe. apenas não contava com a bondade do universo em adicionar mais um a diversão. chame de manifestação ou seja lá no que acredita, mas o que quer que fosse estava dando certo.
no banco de trás do uber, a posição era premonitória: você bem no meio dos dois, espremida entre os dois corpos, envolvida em uma mistura de colônias masculinas, suor e muito feromônio. simón era um estranho para você, mas suas intenções pareciam bem claras e conhecidas, principalmente quando ele começou a testar as águas, colocando a mão em sua coxa da mesma forma que pipe marcava território pela parte interna de seu vestido, lhe causando um tremendo desejo em saber exatamente quem era aquele homem. desde o momento que você botou os olhos nele, desejou isto. só não imaginou que sonhos se realizassem tão rápido assim, e contando pela forma que simón a devorava com os olhos estava tudo muito perto de se consolidar.
já felipe nunca fora acostumado a dividir seus brinquedos, e ainda parecia relutante em compartilhar qualquer coisa que ele clamasse para si. não parecia exatamente satisfeito em flagrar a mão do amigo em ti, mas claramente a competitividade o excitava. o autocontrole fora uma tática crucial naquele momento em que pipe e simón pareciam disputar em arrancar um gemido seu, acariciando sua pele sensível de tal maneira que sua intimidade pulsava dolorosamente, desesperada em ter atenção de qualquer um dos dois, melhor ainda se fosse simultaneamente.
os olhares masculinos serpenteiam por ti e eventualmente se cruzam, trocando informações por meras encaradas como se estivessem elaborando planos, fermentando desejo um ao outro, estudando cada reação a ação conjunta contra seu corpo.
a coisa começa realmente a tomar forma quando felipe beija seu pescoço, lentamente e de um jeito tão gostoso que requer muita força de vontade para não se entregar ali mesmo, em respeito ao motorista, que tenta ignorar o que acontece nos bancos de trás, já inerente aos acontecimentos da noite. simón acompanha a provocação, chegando bem pertinho de sua orelha, com a respiração pesada e quente roçando em seu maxilar enquanto se empenha em mordiscar seu lóbulo. é um jogo sujo, muito sujo, e você estava completamente em desvantagem naquele 2x1, e que sorte a sua.
finalmente, os dedos de felipe chegam a sua calcinha, lentamente e discretos, o indicador e o médio se arrastando por cima do tecido úmido com pressão, fazendo sua expressão se contorcer na tentativa de se segurar, e do outro lado, você ouve a risadinha de simón, divertindo-se com toda a situação. a força que seus dentes fincam em seus lábios é suficiente para arrancar um pouquinho de sangue, misturando um gostinho ferroso a sua boca. seu coração começa a bater tão rápido que a respiração fica ofegante, levando seu peito a subir e descer rapidamente. tudo parece extremamente no limite, e você sabe que não é a única a sentir isso quando escorrega as mãos em suas laterais, esfregando a palma contra o colo dos homens.
em resposta, você recebe de simón um apertão de mão cheia em sua e desprevenida deixa escapar uma arfada, arrancando sorrisos satisfeitos dos dois. a boca do mais novo conhecido vai descendo por trás de sua orelha, trilhando um caminho até sua nuca, depois esfregando o nariz pontudo por debaixo de seu queixo, acendendo cada pontinho sensível dali, lhe concedendo uma sensação instantaneamente inebriante, te fazendo ansiar por mais, levando seu estado de excitação a um ponto de estupidez.
uma de suas mãos sobe para a nuca de simón, acariciando aquele pequeno espaço entre a gola de sua camisa e o pézinho de seu cabelo, incentivando o mais velho à descer os lábios pelo colo de seu peito, que dedicado, se demora a cada beijo com pequenas mordidinhas e rastejos de língua entre o início do decote de seu vestido, desejoso em arrancar aquele pedaço de tecido e saborear cada partezinha de sua pele.
os olhos de felipe são atentos e queima de inveja e lascívia ao que assiste, estudando sua feição determinado enquanto ele torna os movimentos de seus dedos um pouco mais ousados, aproveitando da vulnerabilidade entregue de bandeja em um castigo torturante, subindo e descendo por sua extensão coberta mais rapidamente, com mais precisão até que suas pernas começam a estremecer sem controle algum, ao ponto que você as fecha involuntariamente, prendendo a mão do argentino entre as duas bandas carnudas.
é como se você fosse um objetivo a se atingir no meio dos dois, cada vez mais esforçados em te ver cansada e estúpida, implorando para ser fodida com a boquinha entreaberta buscando ar e os olhinhos marejados, já irritada e impaciente pelo excesso de apetite, praticamente babando só com a imaginação e os toques furtivos. então quando o carro breca de uma vez, impulsionando o corpo dos três para frente e o uber avisa que chegaram, em um tom aliviado quase cômico, você pula do veículo logo atrás do moreno apressadamente, ainda meio tonta.
em um deslize de desequilíbrio, suas pernas vacilam ao se atirar para fora do carro, fazendo com que você cambaleie para trás, caindo de volta no colo tenso de felipe, que a xinga baixinho em um gemido e a levanta te segurando pelo pé do abdômen, forçando sua bunda a sentir seu membro extremamente duro estourando na calça jeans.
pipe te guia de um lado com a mão em seu quadril, enquanto simón apoia do outro, e qualquer comentário se torna motivo de gargalhada, intoxicados demais para raciocinarem qualquer coisa seriamente. vocês se dirigem para a entrada do condomínio onde o moreno abre a porta da escadaria, indicando o caminho. um calafrio excitado percorre seu corpo assim que tem um pequeno vislumbre do corredor, e em os três em fila meio sem jeito passam para dentro, com sorrisos sacanas e com a promessa silenciosa mútua de uma noite dividida.
ok mas girlies sejamos honestas… qual dos meninos seria mais provável a viver um slow burn unrequited love com a colega de trabalho? imaginando que a nossa diva leitora tem namorado super babaca frouxo e o nosso divo vai ficar se arrastando pelos cantos sofrendo e tentando mostrar que i know i can treat you better than he can
eu posso falar? me peguei pensando no esteban, mas em um universo onde esteban trabalha em um escritório e é jornalista ou algo assim, não tenho certeza da área, mas a ideia de ser um escritório me anima (the office corroeeu minha mente)
tudo começou numa crise de choro, que jeito mais rídiculo — e vergonhoso, de se começar. em sua defesa, você estava na tpm, ok? mas isso não pareceu convencer esteban, o cara que trabalha a duas cadeiras de você, do lado oposto.
kuku sempre fora muito gentil, um ótimo colega de trabalho e na sua percepção, gente boa. ele sempre chega com um fone no ouvido (o de fio, porque ele já perdeu o bluetooth varias vezes), com um sorriso tímido no rosto e uma camisa de botão.
o homem não tem exatamente uma obrigação de lhe cumprimentar, como as outras pessoas que trabalham ali acreditam, mas faz questão de o fazer toda manhã quando passa pela mesa, e o olhar do argentino é atento, sempre nota qualquer mudança em você. por exemplo, quando você cortou o cabelo, apenas uns dedinhos para ficar mais leve, esteban reparou e disse ter gostado do novo "visual", de uma maneira descontraída e rápida, mas isso realmente fixou em sua cabeça por um tempo, uma vez que seu próprio namorado nem havia notado.
mas dessa vez, ele se demorou um pouco mais. vocês eram alguns dos primeiros a chegar, as mesas ainda vazias, e não tendo visto kuku adentrar o corredor, você apoiou as mãos no rosto, se deixando sentir por pelo menos uma vez no dia todo ressentimento que estava guardando desde o dia anterior, depois de uma discussão horrível com seu namorado. o choro era abafado e minucioso, mas ele perceberia de qualquer forma.
de primeira, ele travou no lugar, sentia ter invadido sua privacidade e se sentiu um idiota por isso, mesmo que fosse sem querer. num segundo momento, quando seus olhos se encontraram assim que você levantou a cabeça, ele lhe ofereceu um pequeno sorriso empático e sobrancelhas franzidas.
"você...tá legal aí?" ele perguntou, um pouco sem jeito. ah droga, você quis se enterrar.
"tudo ótimo!" com um sorriso que doía suas bochechas, você mentiu. "foi só um cisco! meu olho tava meio seco e tal."
kuku ficou estático observando seu rosto molhado e inchado, completamente intrigado. normalmente, ele já não sabia muito bem como agir na sua presença, mas agora o terreno parecia ainda mais escorregadio.
"me parece ter sido um cisco enorme" ele disse, tentando aliviar a tensão dos dois. você não esperava e de repente, estava rindo, dessa vez genuinamente.
kuku se odiou assim que as palavras saíram de sua boca, que cara mais insensível! porém quando seus olhos e ouvidos assimilaram os sinais de divertimento no rosto da garota, ele mesmo riu, um pouco aliviado, um tanto admirado. algo no som da sua risada o cativou, talvez fosse a maneira estranha que saia de sua boca ou como seu sorriso se entortava um pouquinho na curva de seus lábios, amavelmente.
foi paixão na certa, pobre pisciano.
dali em diante, vocês começaram a se aproximar. de maneira orgânica, podemos se dizer, mas kuku aproveitava qualquer brecha. toda vez que você ia para o cantinho do café, como um cãozinho programado, ele ia atrás. demorava um minuto ou dois, tentando não deixar tão na cara, e aparecia quando seu café já estava saindo pronto da máquina, mas te fazia ficar pela conversa.
"acho que as pessoas já perceberam que a gente passa mais tempo batendo papo no café do que na nossa mesa, né?"
você comentou uma vez, exageradamente, e arrancou uma risada do homem. a sensação na boca do estômago foi estranha, mas toda vez que estava ao lado dele havia uma aura diferente, te fazia rir, te deixava leve e nada parecia realmente ser um problema tão grande assim.
com o tempo, ele memorizou sua preferência por café. as vezes, te trazia de alguma cafeteria de fora, dizendo que havia ganhado algum desconto ou era seu dia de sorte. era melhor do que o café morno do escritório, de qualquer forma. muito melhor, e não lhe causava dor de barriga, porque aparentemente "o dia da sorte" de esteban significava pagar mais caro por um café com leite sem lactose.
os pequenos encontros para café se extenderam para almoços, e religiosamente vocês estavam juntos, e quando não traziam marmita, acabavam escolhendo um restaurante diferente pelos ao redores da editora. se tornou uma rotina, chegaram a montar uma lista na agenda de kuku com os bistrôs que já haviam ido, e a avaliação, é claro. ainda tinha a sobremesa, que vocês dividiam voltando pro escritório. era divertido, você estava rindo mais do que podia se lembrar, e as conversas, meu deus, são infinitas, dos mais diversos assuntos! era como ter encontrado...não, você está estava realmente pensando nisso? não é desse jeito, você se convenceu.
as brigas com seu namorado se tornaram cada vez mais frequentes, as noites depois do trabalho não eram tranquilas e voltar para casa agora era cansativo. o cara é simplesmente um babaca, isso eu tenho de dizer! as red flags evidentes, mas já eram anos...e ele havia prometido um noivado, quanta esperança. as discussões aconteciam pelos mais variados motivos: desde coisas pequenas, como louça na pia do seu apartamento, depois dele passar o dia encostado lá, até objetivos de vida, e os dele pareciam...bem, diferentes. e aí tinha o ciúmes exagerado, assuntos mal contados, imaturidade, falta de carinho e, qual é, havia meses que o frouxo nem organizava um encontro!
as crises de choro se tornaram cada vez mais frequentes, e quando não havia lágrimas, kuku é sensível o suficiente para perceber seu ânimo afetado. ele já sabia a razão, já havia sido confidente de desabafos o suficiente para saber que aquela relação estava lhe desgastando por completo, seu brilho agora meio instável, revivido apenas quando tinha seus momentos de recarga ao lado do colega de trabalho.
esteban se mordia com aquela situação. não podia exatamente fazer alguma coisa sem parecer que estava jogando a sardinha pro próprio lado, apesar de nunca ter ultrapassado qualquer limite. mas se sentiria culpado, porque você ainda gosta do babaca do seu namorado, alimentada por promessas vazias. em compensação, seu carinho pelo colega apenas crescia.
a cada dois minutos, o olhar de esteban se esgueirava da tela do computador até você. era já um hábito, como um método de recompensa a cada cinco palavras escrita. e parecia ok, ele sabia que tinha uma paixão não respondida pela colega de trabalho e que se ignorasse o bastante, passaria. mas com o passar dos dias, meses, almoços, desabafos, risadas e confidencias, o sentimento se crescia como heras, disseminando rápido e fincando raízes em seu peito, logo consumindo seu ser por inteiro.
já não parecia ser uma afeição tão inocente assim, e agora toda vez que você aparecia mal no escritório ele sentia raiva, uma sensação descomunal que queimava seu estômago até se tornar melancolia. kuku estava se arrastando pelo escritório, você já havia percebido. estava se torturando com a ideia de que poderia ser um namorado muito melhor para você, em como faria tudo de outro jeito, como saberia valorizar a mulher que teria ao lado, como deveria ser ele a acordar contigo e aproveitar cada oportunidade que o absoluto imbecil do outro cara estava ignorando.
em momentos inuportunos quando estava sozinho, dava uma olhada nas suas redes sociais, como um ritual de autosabotagem, e observava as fotos que você tinha com o cara. pensava nisso o bastante para sonhar contigo a noite, e subitamente, as madrugadas eram desafiadoras para dormir e na manhã seguinte no escritório, era difícil de encarar seu rosto sem lembrar da forma que seus lábios pareciam macios em seus devaneios.
então, ele começou a tomar atitudes. toda vez que chegava até o assunto do seu relacionamento, o argentino deixava transparecer sua preocupação, uma desaprovação e no final um "como seu amigo, eu acho que você merece coisa melhor" ou "nena, por que você ainda perde tempo com esse cara?" progressivamente, foi se tornando comentários mais ousados, mais firmes e esteban já tinha se cansado de fingir.
até que, os dois acabaram sozinhos depois de um happy hour. você raramente ficava para as bebedeiras depois do expediente, mas naquele dia cedeu, não queria voltar pra casa e passar mais algum tempo ao lado de kuku era a verdadeira vantagem. copo vem e copo vai, entre uma risada e outra o assunto na mesa chega sobre casamento. você deixa escapar que está esperando ficar noiva a pelo menos dois anos, como se fosse uma piada auto-depreciativa.
o argentino ao seu lado não ri, e fixado demais com a sua mão sob o colo dele, leva os dedos por cima dos seus. esteban observa por um tempo o anel em seu dedo médio e em como você não usa mais sua aliança, acendendo um lampejo em sua mente. ele leva a sério o que você diz, incrédulo, invejoso e determinado.
sua respiração para por um instante. você assiste enquanto esteban retira delicadamente seu anel do dedo do meio, rola entre os próprios dedos e então, o reposiciona no seu anelar.
"apenas um idiota pra não te fazer só dele." kuku murmura, e ele tem aquela carinha quase inocente mas seu coração quer explodir. "se eu tivesse a chance, você já seria minha."
e ali, uma chavinha vira em sua cabeça.
obrigada @amethvysts você acabou de plantar um triplex na minha mente 😔
diva vc escreve smut?
oie diva! escrevo sim! não com muita frequência, mas escrevo.
vc é brasileira? como aprendeu espanhol?
sou sim!! eu fiz curso por três anos e tento manter contato com a língua sempre consumindo algum conteúdo em espanhol :)
oiee!! vc poderia escrever sobre o swann arlaud? não tenho exatamente alguma ideia em mente isso eu deixo com você KKKKKKKKK adoro sua contaaa!!!🩷
oiii amor!! nao escrevo com ele infelizmente :(
acho que você ia mandar pra @imninahchan que propaga a palavra do querido muito bem ahshuhahaha (quase me converteu tambem)
amg, vc tá aceitando pedidos?
oie :) estou sim!!!
Holaaaa, me encanta como escribes 🙏🏽 casi no hay contenido del cast lsdln, y el tuyo realmente es muy bueno, solo curioseando, piensas subir más de pipe? Y de los demás chicos? Te quedó incre el de cuidados que subiste.
Que tengas lindo diaaa y no es presión eh, solo que me gusta tu redacción. <3
hola!!! muchas gracias, me siento honrada 🙏
¡me alegra que hayas preguntado! yo tengo dos one shots para terminar, un con enzo y otro con pipe! ya falta poco y quiero taaaanto terminar pero ya han vuelto mis clases en uni así que estoy un poquito ocupada :/
prometo volver en un rato <3