Marcel & Kyle’s bromance moodboard: 1/??
❝ Goddamnit, I wish I knew how to quit him. ❞

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Marcel & Kyle’s bromance moodboard: 1/??
❝ Goddamnit, I wish I knew how to quit him. ❞
“Come on, you have got to let me put frosting on your nose, it’s tradition.”
Você, Howard, se importando com tradições? Essa eu não esperava. Mas tudo bem, coloque isso no meu nariz, vamos cumprir essa tradição boba logo.
☒
[text] You’re my favorite person in the world
suddenly drunken. || Marcel&Kyle || party
ɴᴇᴍ ᴍᴇsᴍᴏ ᴍᴀʀᴄᴇʟ sᴀʙɪᴀ ᴏ ᴍᴏᴛɪᴠᴏ ᴅᴇ ᴛᴇʀ ᴄᴏᴍᴘᴀʀᴇᴄɪᴅᴏ ɴᴀǫᴜᴇʟᴀ ғᴇsᴛᴀ. Talvez fosse o álcool prometido ou o fato de que poderia brincar de matar pessoas, o que lhe parecera, ao mesmo tempo, doentio e bastante divertido. De qualquer forma, o ruivo fora uma das primeiras pessoas à comparecer, já pegando o seu pingente e a arma e ficando em um canto qualquer da festa, invisível, esperando que sua primeira presa pudesse surgir para pode roubar o maior número de pingentes possíveis. E, para começar, pelo menos, queria pegar o de alguém que conhecesse; apenas para um treino.
O tempo todo, ficara próximo à mesa aonde as bebidas estavam servidas, pegando uma vez ou outra para conseguir manter o disfarce que havia planejado: Quanto mais pessoas o vissem bebendo, mais pensariam que ficaria bêbado e que seria uma presa fácil -- e assim o nova iorquino poderia dar uma reviravolta na situação e pegar o colar da outra pessoa para si. Infelizmente, passara uma boa parte da festa e o rapaz não encontrara um conhecido sequer (e, por mais que ingerira uma quantidade de bebida razoável, estava longe de estar bêbado de verdade). Então, decidindo afastar-se dali, foi procurar por suas presas ao invés de elas virem até ele. E não bastou muito tempo para encontrar um moreno familiar no meio de tantos rostos desconhecidos: O bruxo da Tenebris que lhe abordara no bar. Sorriu maldosamente: Por mais que já tivesse planejado uma pequena vingança contra ele, ele seria um ótimo começo. Então, devagarinho, aproximou-se dele, pensando nos melhores jeitos de aproximação... Até que, provavelmente pelo efeito do álcool, lembrou-se de uma das seitas anteriores, onde a situação era extremamente parecida: O outro de costas, Marcel rondando uma multidão para chegar até ele da maneira mais discreta possível. E, quando chegou até o moreno (para devolver alguma coisa que este havia derrubado e que não era de seu interesse peculiar), pôde ouvi-lo conversando com uma outra pessoa qualquer.
E a pessoa chamava-o claramente de Kyle.
Seu sorriso alargou-se ainda mais antes de poder incorporar o bêbado que na verdade era. Não poderia acreditar em como o seu timing havia sido perfeito.
❝Hey... Kyle, certo?❞ perguntou, quando estava a menos de um metro atrás do outro, fingindo a melhor voz de bêbado que conseguiu -- o que, de fato, não era um desafio para o ruivo. Passou um dos braços por cima dos ombros do moreno, e sorriu de um jeito completamente idiota para ele, girando a arma de brinquedo na mão livre. ❝Nossa, cara, quem diria, você por aqui! Olha, eu estava justamente esperando por alguém conhecido aparecer... Tem muita gente aqui, né? Caramba...❞ dizia, enquanto, discretamente com os olhos, tentava encontrar o colar do outro. ❝Esse jogo é uma loucura, não?❞ perguntou e riu, sem dar sequer tempo para o outro respondê-lo propriamente. ❝Mas é bem divertido. Eu não “matei” ninguém ainda, e você?❞
a drink for an information. || Marcel&Kyle
ᴏ ʟᴏᴄᴀʟ ᴇᴍ ǫᴜᴇ ᴍᴀʀᴄᴇʟ ᴇsᴛᴀᴠᴀ, ᴘᴏʀ ᴍᴀɪs ᴜᴍᴀ ɴᴏɪᴛᴇ, ᴊᴀ ᴛɪɴʜᴀ ᴅᴇɪxᴀᴅᴏ ᴅᴇ sᴇʀ ᴜᴍᴀ sᴜʀᴘʀᴇsᴀ ᴘᴀʀᴀ ǫᴜᴀʟǫᴜᴇʀ ᴜᴍ ʜᴀ ᴍᴜɪᴛᴏ ᴛᴇᴍᴘᴏ ᴀᴛʀᴀs. Na verdade, ir até algum bar e não ver a famosa cara emburrada e depreciativa do ruivo era considerado estranho. Afinal, ele havia se tornado um rosto comum em praticamente todos os bares de New York. Entretanto, por mais comum que seu rosto fosse para os outros frequentadores de bar e os próprios baristas, este não era, nem de longe, um semblante amigável. Marcel não sabia o que os outros pensavam ao ver a cabeleira ruiva adentrando em mais um dos repetidos bares -- ele simplesmente não conseguia enjoar do gosto ardente do álcool --, mas com certeza deveria ser algo entre as linhas de "Esse cara de novo não..." e "O fígado dele deve estar tão estragado que quando ele morrer vai ser doado para uma universidade de medicina para que possam estudar".
Não que ele ligasse para isso; ele sabia que eles estavam certos -- principalmente quanto ao órgão.
Mas, dessa vez, naquela noite em específico, não quis frequentar um dos melhores bares de Manhattan, onde suas feições eram mais conhecidas -- e onde também não apenas tinham as melhores bebidas, assim como os melhores flertes (este era um outro tópico importante para que conseguisse a devida atenção do nova iorquino). Não, não; ele estava com um mal humor muito maior do que o normal, e seriam necessárias muitas doses de bebida para fazê-lo melhorar -- então dessa vez ele optou por um lugar menos frequentado e deveras mais barato do que os que normalmente ia.
O motivo de tanto mal humor era nada mais nada menos do que a morte de Tytos Blackwood, o seu antigo boneco de alfinetes. Ouviu sobre a morte do rapaz pela primeira vez quando, em uma noite, esperava Winter em seu apartamento para que ela pudesse relatar-lhe sobre a missão que tinha acabado de concluir; mas, ah, o que ela lhe contara, juntamente com aquele rosto tão pálido e assustado, estava muito longe de um relatório qualquer. O que ela lhe disse fez os pelos de sua nuca se arrepiarem por completo. Não poderia crer que justo Tytos, o líder da Benignus e irmão da única amiga verdadeira que tivera em toda a sua vida, estava morto. E o pior: Pelas mãos da própria irmã. Sequer conseguia entender o motivo para tal feito; de todos os bruxos que poderiam escolher para matar, por que justo ele, um rapaz que não tinha motivo algum para ser alvo de um assassinato daquelas proporções? E ainda, apenas para piorar sua dor de cabeça. dois dias depois, acabara por ouvir a mesma notícia em um dos jornais televisivos matutinos -- isso enquanto estava de ressaca (nem se lembra de ter sequer ligado a televisão naquele dia), apenas para melhorar o seu estado para a recepção do comunicado. No começo, as matérias não conseguiram prender de fato a atenção do alcoólatra, mas ao mencionarem o nome "Tytos Blackwood", seguido da palavra "suicídio", imediatamente o ruivo pareceu despertar de um transe, arregalando os olhos e sentando-se no sofá que até então lhe servia de cama, ignorando a martelada dada pela dor de cabeça insistente. Ouviu a notícia atentamente, e, ao final dela, por pura raiva, jogou a garrafa de vodka pela metade na parede, não se importando com a bagunça que acabara de fazer. Ele sabia que não havia sido um maldito suicídio, droga. Por algum motivo, ter que guardar justo aquele segredo lhe estava fazendo um mal tremendo.
□□□
Passara o dia pensando em Tytos. Não relembrando memórias felizes e derramando lágrimas por ele -- não, longe disso --, mas sim tentando encontrar algum motivo para ser assassinado tão subitamente quanto fora. E mais: Por que justo Winter? Como ela fizera a polícia acreditar tão rápido que fora um simples suicídio? Nada do que pensara se encaixava, nada. E a frustração por Marcel não ter conseguido montar sequer uma mínima parte desse quebra-cabeças (por mais que tivesse muito mais peças do que qualquer outra pessoa) levou-o a nada mais nada menos que aquele bar anteriormente mencionado que se encontrava agora.
Foi apenas necessário pisar lá para que os garçons o observassem dos pés à cabeça, junto com dois ou três pares de outras pessoas. Mais uma vez, a onda de pensamentos suposta pelo ruivo invadiu-lhe a mente, o que o fez rosnar de raiva -- e foi apenas necessário uma única olhada nervosa para todo o bar para que os intrometidos em sua presença desviassem o olhar rapidamente e tratassem a voltar a fazerem o que seja lá que estivessem fazendo. Marcel não estava com paciência hoje; na verdade, nunca estava -- hoje talvez estivesse apenas ligeiramente pior do que normalmente estaria. Dirigiu-se ao balcão com o olhar morto e colérico, pedindo qualquer bebida que lhe viesse à cabeça. Deixou com que os pensamentos voassem para qualquer outro lugar que não fosse aquele bar, Tytos ou Winter, mas depois de alguns minutos aquilo mostrou-se impossível. E foi quase que no mesmo momento em que o garçom depositara sua bebida na mesa em que sentiu uma mão em seu ombro.
Levantou a cabeça para o indivíduo em pé ao seu lado, observando-o bem: Moreno, olhos azuis, pele branca, boa aparência e uma aura pseudo-simpática. Mal olhou-o direito e reconheceu o rapaz; era mais um dos que sempre via nas reuniões que a Tenebris fazia -- contudo, o nome do outro bruxo não lhe vinha a cabeça. Soltou um ligeiro suspiro de alívio ao perceber que o rapaz era, ao menos teoricamente, um aliado (não daria ouvidos a qualquer outra pessoa naquela noite). De qualquer maneira, fixou as suas claras orbes nas do outro, tão claras quanto as dele próprio. Não sorriu. Apenas levou o copo aos lábios e, depois de bebericar um gole de sua bebida, perguntou, com a voz arrastada pelo cansaço mental:
❝O que você quer?❞