Taken from /r/books/
Posted by Andi via newshare.

seen from Türkiye
seen from China
seen from Russia

seen from United States

seen from United States

seen from Germany
seen from China

seen from United States

seen from Austria

seen from Austria
seen from Türkiye
seen from Malaysia

seen from Türkiye
seen from United States
seen from Malaysia
seen from Türkiye
seen from Japan

seen from Türkiye
seen from United States
seen from China
Taken from /r/books/
Posted by Andi via newshare.
Review: Dear Esther - Landmark Edition (PS4)
Dear Esther é mais uma experiência narrativa do que um game em si.O que eu quero dizer com isto? No sentido de game, Dear Esther tem poucos elementos, o mínimo para dizer que se trata de um jogo: o protagonista pode andar, explorando a localidade em uma ordem não-linear e desencadear trechos da narrativa no momento que achar mais conveniente e conforme for se deparando com eles. E também há a possibilidade de se afogar sem querer, mas não há consequências para isto. Mas é apenas isto: não se pode correr, também não há outros personagens para interagir ou objetos para serem manipulados; há apenas uma paisagem bucólica e abandonada, uma sensação extrema de solidão acompanhada de visuais sóbrios.
Review: Gray Matter
O final dos anos 80 e a década de 90 foi a era dourada para os jogos de adventure (ou graphic adventure, aventuras gráficas) nos computadores pessoais. Nomes como Ron Gilbert, Tim Schafer e Roberta Williams se tornaram famosos com seus títulos e séries de sucesso. Jane Jessen fazia parte deste grupo seleto, começando sua carreira como assistente da Roberta Williams em King’s Quest e, finalmente com seu próprio titulo de sucesso: Gabriel Knight: Sins of the Fathers.
Porém, o gênero não teve uma transição harmoniosa para o 3D. No final dos anos 90 todos queriam mais 3D, mas ainda era algo muito experimental para os desenvolvedores. Grim Fandango, apesar de ser um titulo que até hoje é considerado um dos melhores do gênero não teve a repercussão que gostariam. Muitos esperavam que Gabriel Knight III salvaria os games de adventure, mas, para muitos, foi considerado o prego no caixão.
Os games adventures não morreram, mas se tornaram algo mais de nicho. A comunidade continuou a existir, principalmente na Europa com pequenos desenvolvedores independentes. Graças a Telltale retomando Sam & Max e Monkey Island, desenvolvedores indie também começaram a ganhar mais exposição. Quando anunciaram o novo game de Jane Jensen a comunidade começou a sonhar alto: seria um Gabriel Knight IV? A resposta é: não exatamente, e isto é ótimo.
Review : Persona 4 : The Golden (Vita)
A situação estava muito ruim para a Atlus em 2008 , ao ponto que a única razão pela qual Persona 4 foi lançado é porque já estava pronto. Produzido com recursos usados anteriormente em Persona 3, inclusive o jogo sendo literalmente um ‘mod’ da engine anterior. Logo depois a Atlus foi vendida para outra companhia, que também faliu (por corrupção), mas depois foi comprada pela SEGA. No final, o game foi bem recebido no ocidente e se tornou um sucesso em ambos os lados do mundo e se tornou um dos RPGs mais influentes. Com tanta repercussão, a Atlus se levantou mais uma vez.
Ainda assim, Persona 4 foi lançado para o PS2 quando o processo de imigração para o PS3 já havia começado e as novas gerações de console portáteis estavam sendo lançados. Com o sucesso de Persona 3 Portable, o lançamento da versão de Persona 4 era uma questão de tempo. E também foi uma ótima oportunidade para o estúdio revisitar uma de suas melhores histórias e melhora-la.
Review: Crucis : Fatal/Fake (PC)
Este é um jogo que é sequencia do doujin Fatal/Fake do estúdio Lights. O jogo anterior já era bom, com animações ótimas, cenários bonitos e fácil de controlar, mas com vários pontos negativos que deixavam a desejar e davam uma impressão de jogo inacabado. O que mudou?
Para começar todos os personagens estão de volta e mais alguns: são os 9 originais (os servants) e 6 novos (os masters) e com todas as atualizações instaladas são mais 4 personagens. São 19 personagens em um só jogo, mais do que o oficial Unlimited Codes. O numero de cenários também aumentou: de 5 foram para 11, alguns com opções de dia ou noite. O que há de tão especial? O jogo inteiro é baseado em tag team. O jogador escolhe um mestre e um servo, que podem trocar na hora que quiserem ou até mesmo participarem de combos juntos. Cada um tem uma barra de energia e enquanto o master estiver lutando o servant recupera mas o inverso não é verdadeiro. É possível trocar de personagem "na força" (exemplo: enquanto estiver levando um golpe) ao custo de um command spell.
Mini Review: Young Justice – Legacy (PS3)
Baseado na série de TV, o jogo Young Justice –Legacy foi criado para explicar o que aconteceu nos cinco anos que se passaram entre a primeira e a segunda temporada. Enquanto a animação em si é muito boa, o game deixa a desejar.
A primeira coisa que se nota é a baixa qualidade gráfica, especialmente nas cenas em que mostram os closes dos personagens, muito aquém de outros jogos baseados em heróis e é quase como estar jogando o Justice League Heroes. A diferença é que o Justice League Heroes foi lançado em 2006 para o PS2 e os modelos já não eram muito bons para a época. O estilo visual ser inspirado em cartoons não é motivo para os personagens parecerem bonecas de plástico, e as animações em cenas de dialogo são muito artificiais - quando fazem algo diferente da animação normal de gameplay.
Review - Justice League Heroes (PS2 )
Os maiores heróis da Terra estão enfrentando mais uma crise: Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Flash, Lanterna Verde, Caçador de Marte e Zatanna se unem para enfrentar uma ameaça: Brainiac está mobilizando vários vilões diferentes, como Abelha-Rainha, Nevasca e Gorila Grodd. O jogo em si é um projeto ambicioso, pois se tratam de 3 jogos diferentes: um para os 'consoles grandes' (PS2 e X-Box), um para GBA (que foi comentado em outro post) e um do DS (que não curti tanto) contando a mesma história. A história em si tem uma reviravolta um tanto inesperada, até que criativa, mas nada de especial. Não chega a ser criativa ou qualquer coisa, mas pelo menos mostra alguns vilões já famosos e outros menos conhecidos do universo DC e faz bom uso dos personagens. A única personagem q ficou atípica foi a Zatanna, que sempre fez piadinhas inteligentes mas no jogo está uma boba feliz que ganha do Flash no quesito de infâmia, um comic relief forçado.