the. fuckign sun is up i haven't even gone to sleep yet please what the fuck it's only 4am
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the. fuckign sun is up i haven't even gone to sleep yet please what the fuck it's only 4am
I was accepted to university !!
kïll më
Vivemos as nossas vidas, fazemos seja o que for que fazemos e depois dormimos: é tão simples e tão normal como isso. Alguns atiram-se de janelas, ou afogam-se, ou tomam comprimidos; um número maior morre por acidente, e a maioria, a imensa maioria é lentamente devorada por alguma doença ou, com muita sorte, pelo próprio tempo. Há apenas uma consolação: uma hora aqui ou ali em que as nossas vidas parecem, contra todas as probabilidades e expectativas, abrir-se de repente e dar-nos tudo quanto jamais imaginamos, embora todos, exceto as crianças (e talvez até elas), saibamos que a estas horas se seguirão inevitavelmente outras, muito mais negras e mais difíceis. Mesmo assim, adoramos a cidade, a manhã, mesmo assim desejamos, acima de tudo, mais.
As Horas (1998), Michael Cunningham.
(…) tentando ler, interrogava-se: “Enlouquecer é isto?”. Nunca imaginara que fosse assim quando pensara em alguém (uma mulher como ela) a perder o juízo, imaginara gritos e lamentos, alucinações; mas naquele momento parecera-lhe claro que existia outra maneira, muito mais silenciosa, de enlouquecer, uma maneira que era tórpida e desesperada, rasa, a tal ponto que uma emoção tão forte como a mágoa teria sido um alívio.
As Horas (1998), Michael Cunningham.
Strange Mercy
Oh little one, I’d tell you good news That I don’t believe If it would help you sleep. (…) I’ll be with you lost boys Sneaking out Where the shivers won’t find you.
St. Vincent