Você me avisou que o barco estava furado, contudo, disse que não pararia de remar por nós e nem pularia do barco; disse que aprenderia a nadar pela nossa sobrevivência. Meu Deus!, como sou repugnante! Me perdoa por eu ter sido a pessoa que pulou do barco e abandonou você naquela maré violenta.
Sempre desconfiei da minha covardisse.
















