* . ✧ 𝐵𝒾𝑜𝑔𝓇𝒶𝓅𝒽𝓎 / 𝔼𝕩𝕥𝕣𝕒𝕤
BIOGRAFIA.
PENELOPE GOLDSTEIN possui 15 ANOS, veio de NEW YORK, EUA e seu status sanguíneo é MESTIÇO. Pode ser encontrada no dormitório da CORVINAL, e está no QUINTO ANO. Dizem que PENNY é FLEXÍVEL e PERSPICAZ, mas também pode ser DESCONFIADA e INSTÁVEL.
✧ Varinha: Macieira, Pelo de Amasso, 26cm, Maleável.
✧ Bicho-papão: Uma versão de si mesma extremamente debilitada, trajando uma camisa de força.
✧ Patrono: Arminho.
✧ Animal: Serenity, uma gata do tipo calico.
✧ Habilidades: Legilimência.
✧ Cargos: Monitora.
• FAMÍLIA — Ainda que não seja muito extensa, a família Goldstein é conhecida por ocupar, simultaneamente, a América e a Europa — por conta disso, tanto Ilvermorny, quanto Hogwarts, ao longo de décadas, acabaram disputando entre si a predominância em relação aos seus membros. Em geral, quando ingressam em Hogwarts, os integrantes costumam ser selecionados para a Corvinal, muito embora isso não seja uma regra. Já em Ilvermorny, é possível observa-los ocupando as mais variadas casas, apesar de ainda haver pouca incidência em Wampus quando comparada com as demais. Além da dualidade entre continentes, os Goldstein também conservam uma expressiva quantidade de membros mestiços, uma vez que é sabido que estes também se relacionaram com trouxas/no-majs ao longo do tempo. Em relação aos cofres de Gringotes, os Goldstein não são exatamente abastados como as famílias bruxas mais tradicionais, contudo, têm suficiente para garantir uma boa subsistência. No caso de Penelope, sabe-se que a menina passou a maior parte da infância morando em Nova York, em uma casa próxima ao antigo apartamento de suas tias-avós, Queenie e Porpentina, morando apenas com seus pais, já que sua irmã estava morando na Europa, trabalhando no St. Mungus. Perto dos onze anos, estava praticamente tudo pronto para que Penny começasse seus estudos na escola de magia norte americana — contudo, seus pais subitamente receberam uma oferta de emprego valiosa no Ministério da Magia, onde ocupariam cargos mais promissores, e ainda teriam a chance de ficar mais perto da filha mais velha. Penny, ainda que estivesse deixando sua terra natal durante a transição rumo ao velho continente, sentiu-se animada em saber que finalmente teria a oportunidade rever Erina e conhecer seu primo, Anthony Goldstein, a quem sempre se comunicou apenas por cartas.
• MAGIA — Desde a mais tenra idade, Penelope cotidianamente reclamava de ter sua mente saturada de vozes alheias, especialmente quando costumava passear em locais com grandes aglomerações, como os centros de Nova York. Não muito demorou para seus pais descobrirem que a jovem possuía um dom natural para a Legilimência, tal como sua tia avó, Queenie. Contudo, embora tenha passado a primeira etapa da infância tentando adquirir algum controle, a habilidade ainda não chegou nem perto de ser completamente dominada pela garota, que ainda enfrenta grandes dificuldades para controlar o fluxo de pensamentos e emoções dos demais
• HOGWARTS — Assim que adentrou em Hogwarts, ficou apreensiva em saber como seria a cerimônia com o chapéu seletor, afinal, tudo funcionava de forma bastante distinta de Ilvermorny. As vozes que ecoavam pelo salão frisavam especificamente quatro casas distintas: Grifinória, Lufa Lufa, Corvinal e Sonserina, que Penelope até então pouco sabia sobre, apesar da breve explicação de seus pais quanto as mesmas. Após uma longa espera, rumou para sua vez na seleção, tentando deixar a mente livre das opiniões que ouvira, esperançosa que o objeto mágico fizesse uma boa decisão por ela. No fim, o chapéu decidiu colocá-la na Corvinal, a mesma casa de seu primo Anthony, decisão que deixou a jovem extremamente contente. Na escola, recentemente conseguiu a vaga de monitoria no seu ano, e exprime um grande interesse sobre os ramos mais místicos da magia — não é incomum, portanto, encontrá-la exercendo ativamente sua posição no clube de Astrologia e se aprofundando em matérias como Adivinhação ou Astronomia.
• PERSONALIDADE E GOSTOS — Penelope é facilmente descrita como a personificação da sutileza e cordialidade em vários aspectos, mas apenas aparentemente. Em geral, esses traços são usados como uma anestesia para que os pensamentos alheios, especialmente os que são voltados para hostilizá-la, sejam bloqueados da sua mente a fim de tentar desenvolver em si mesma uma camada de maciça de imperturbabilidade. Nos piores momentos, especialmente quando não consegue controlar sua habilidade, é comum que a garota perca o controle e se torne o oposto do que aparenta no cotidiano. Ao mesmo tempo que a Legilimência possa lhe perturbar, ela também pode lhe ajudar a saber com muita precisão o que cada pessoa busca de verdade quando a procura, todavia, quase nunca deixa transparecer essa esperteza — para ela, é conveniente parecer crédula objetivando saber até onde as eventuais mentiras de alguns de seus colegas irão. No fim, Penny é uma jovem que, apesar dos conflitos internos, busca viver da forma mais confortável possível, se dedicando com afinco tanto em sua vida acadêmica, quanto almejando o bem estar de todos aqueles que ama.
EXTRAS: QUESTIONÁRIO.
Escola que estuda/estudou: Quase estudei em Ilvermorny, mas atualmente estou em Hogwarts.
Casa que foi selecionado: Corvinal! Porém, sempre me perguntei para qual casa iria se fosse pra Ilvermorny...
Status sanguíneo: Mestiça. Dizem por aí que há muitos bruxos talentosos que partilham esse status, mas particularmente acho que é um simples fator numérico.
Varinha: Macieira, Pelo de Amasso, 26cm. Um núcleo bastante inusitado, como diria o senhor Olivaras!
Cheiro que sente na Amortentia: Petrichor, Patchouli e Pêssegos. Aparentemente sou atraída por coisas com “P”.
Patrono e memória feliz dele: Um arminho. Fui capaz de descobri-lo recentemente, quando fui nomeada monitora!
Bicho papão (maior medo): Eu mesma, em uma versão extremamente debilitada e com uma camisa de força.
Espelho ojesed (maior desejo): Estou no nível 9 do Ministério da Magia, trajando roupas escuras. No lado direito, há um pequeno crachá escrito “Inominável”.
Objeto trouxa favorito: Canetas! São tão mais práticas que penas...
Doce favorito da Dedos-de-Mel: “Fizzing Whizzbees”. O sabor de framboesa misturado com a sensação de abelhas no cérebro é simplesmente adorável.
Banda/cantor bruxx favoritx: Celestina Warbeck, sem dúvidas!
Feitiço favorito: Expectro patronum. Quem não ama esse feitiço?
Poção favorita: Polissuco, apesar dos boatos do gosto de xixi de duende. Deve ser tão divertido se transformar em alguém... Metamorfomagos têm sorte de fazer isso o tempo todo.
Matéria favorita: Astronomia. É fascinante estudar os corpos celestes, o universo em geral e pensar nas perguntas que surgem a todo instante sobre o assunto.
Matéria que menos gosta e o motivo: É engraçado dizer isso sendo uma corvina, mas é impossível gostar de tudo, afinal... Devo dizer que não simpatizei muito com Voo desde a primeira vez que subi em uma vassoura. É quase garantido que irei para a enfermaria se montar em uma novamente.
Animal fantástico mais interessante: Pelúcios! Apesar do prejuízo que eles causam em geral, não tem como negar que eles são extremamente fofos.
Famoso bruxo favorito: Há inúmeros bruxos que aprecio, mas Alvo Dumbledore merece seu lugar aqui. Ele derrotou os dois maiores bruxos das trevas de todos os tempos e uma legião de seguidores. Preciso dizer mais?
Time de quadribol que torce: Não costumo acompanhar o Quadribol por ser extremamente barulhento, tanto no ambiente em si, quanto por legilimência. Contudo, nas raras vezes em que assisto, torço para a minha casa, Corvinal.
Profissão que quer exercer (pode ser bruxa ou trouxa): Meu maior sonho é me tornar uma Inominável, ou seja, trabalhar no Departamento de Mistérios.
Maior vício do personagem: Chá. Sou tão britânica quanto meu primo Anthony nesse quesito.
Passatempo favorito na escola ou no mundo bruxo em geral: Sem dúvidas, o salão comunal da Corvinal. Eu amo descer do dormitório das meninas de madrugada para simplesmente me deitar no chão do hall e apreciar o tilintar das estrelas do teto, enquanto ouço o barulho do vento ecoando na janela.
Animal de estimação: Serenity. É uma gata tricolor da raça Maine Coon.
Primeiro lembrol: Ganhei de uma amiga de aniversário, e até hoje julgo bastante útil, especialmente para pessoas que acabam se ocupando com tantos pensamentos na cabeça como eu.
Berrador: Estava na minha primeira aula de Voo, quando infelizmente acabei quebrando a vassoura caríssima que minha mãe havia comprado para mim duas semanas atrás. Logicamente, acordei na enfermaria, e, ao meu lado, havia três cartas - duas eram normais, ambas assinadas pela minha irmã e pelo meu pai, respectivamente, e que me desejavam melhoras. A última, porém, era da minha mãe. Não sabendo do que se tratava, acabei abrindo com inocência: para minha surpresa, era o tal berrador. Minha mãe simplesmente surtou ao saber que a vassoura quebrara, já que as economias haviam sido meticulosamente gastas durante a mudança. Por sorte, Hogwarts disponibilizou outra vassoura para mim e a Madame Hooch conseguiu convencer minha mãe de que tudo fora um acidente e eu estava bem.
Primeira carta que enviou: Uma carta para minha irmã, Erina, contando sobre minha experiência em Hogwarts e todos os detalhes da escola, já que ela sempre quis estudar aqui.
Primeira carta que recebeu: Pouco antes de eu completar onze anos, a carta de Ilvermorny chegou, me convidando para realizar a matrícula por lá.
O que pensa de lobisomens, centauros e outras criaturas antropomórficas? São interessantes, mas não me atreveria a mexer com essas criaturas sem o auxílio de um magizoologista capacitado.
Já entrou em contato com algum objeto das trevas? Apenas uma vez, na Borgin & Burkes. Era um curioso par de brincos. Tenho quase certeza de que ouvi o atendente falar que era um raro item amaldiçoado que pertenceu à família Black. Se ele estava mentindo, eu não sei, mas a energia emanada pelo objeto e o preço estratosférico eram convincentes o suficiente para alimentar esse boato.











