common tastes.
@jiyoung-th
tw: nsfw.
com agilidade, move o corpo até que este se encontre no topo no torso alheio, aproveitando para prender-lhe os pulsos com a camisa que já não usa mais, em uma das colunas da cabeceira da cama. constata, portanto, a firmeza do laço assim que mãos tentam soltar-se ao se debater levemente, seguido de um grunhido que anuncia protesto com fiascos de excitação. ele ri, sacana, o próprio tronco se colando ao outro quando prende os dois braços nas laterais do colchão, cuidadosamente, evitando que haja contato com os lábios que deixam escapar a respiração já ofegante. ———— se você se debater mais uma vez, eu vou amarrar seus pés. e se você fizer o mínimo de barulho possível, eu vou te amordaçar. ———— no que o aviso é dado, volta a posição anterior, puxando a camiseta em menção de quem pretende tirá-la, entretanto, apenas a enrola até o pescoço, puxando um pouco mais para cima, de forma que boca e nariz estão descobertos, mas a camisa dobrada impede que veja. ———— você está ofegante… isso é sede? ———— o tom casual soa provocativo perante a cena, e, não aguarda a resposta para esticar o braço até a cabeceira, fazendo tilintar o gelo no copo no primeiro gole da bebida, sentindo o gelado por toda a boca, para, por fim se abaixar para um beijo que é gelado e tem gosto de vinho, contrastando com o interior quente que o recebe. mas, que acaba brevemente, no que tilinta o copo de novo, com barulhos de gole e contato dos lábios com aquele corpo imóvel, obediente. do pescoço à clavícula, da clavícula ao peito, do peito ao estômago, e, no centro da barriga, deixa uma pedra de gelo derreter. inclinado, trata de passar os lábios pelos mamilos expostos, por fim escutando o gemido que escapa dos lábios de sua companhia. ———— se você me fizer derramar o vinho, não te deixo gozar.
sobre a cama, inseong ri, deixando escapar um grunhido de satisfação, quase um gemido involuntário, e se espreguiça, fazendo com que a ponta dos dedos toque a camisa que jogou na cabeceira do móvel, dentro do quarto finalmente há liberdade de portar-se de forma confortável, sem julgamentos sobre seus gostos peculiares, tais como o pequeno livro que estava lendo, para inspirar-se para seus quadros e composições futuras. as covinhas a mostra, porém, logo desaparecem quando o rosto deixa de esboçar relaxamento, e dá lugar a surpresa, pela almofada arremessada no rosto. por sorte, nada mais é que o companheiro de quarto, então torna a deixar o ar escapar dos pulmões, e coloca o livro ao seu lado. ———— você quase me matou do coração, jiyoung! isso não se faz. ———— repreende, respirando fundo. talvez estivesse imerso demais na narrativa.












