Contradição (a tua)
Para os planos futuros, os fantasmas que teimam em voltar, sem tentam voltar, eles querem voltar.
Você diz que não vê o futuro, diz que não sabe mais (o da adição), aos gritos sufocados na madrugada, enquanto a luz me deixava sem brilho, enquanto os meus olhos ardiam o ciclo se fechou...
Os seus amigos me cercam, mas mesmo assim, não há, não haverá! O teu sorriso no canto ameaçador, sobre o desconforto de outros braços ao desejar-me...
Agora eu entendo, entendo bem quando as palavras da deixa rasgaram o meu peito e garganta, em profunda tristeza aquela noite, apenas a palavra e a parede na minha frente e o borrão, tão clichê...
O tom melódico na minha mente, Esteban Tavares, dizia a razão, cantava o meu futuro, em uma canção, sem plurais, tu era o meu singular (você também já foi).
















