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20172
I think it would be pretty interesting if a nu metal band did a cover of Lana Del Rey’s National Anthem. I have no idea of how it would sound but I sure would like to hear it.
Into the New World
Intro | O que é o ASTRO?
Nosso projeto é uma exposição sobre astronomia para ensinar às pessoas de forma divertida, interativa e imersiva sobre esse campo tão amplo. A exposição seria composta de três partes principais: conhecendo os planetas, explorando a superfície e missões.
Missões | última atividade da exposição
A última sala da exposição oferece aos visitantes a experiência de interagir e imergir em níveis ainda mais altos com o espaço e uma ficção espacial. Nela, traremos atividades para serem realizadas em grupo em um novo nível de realidade virtual, possibilitando uma maior interação com o planeta.
Essas atividades se dividem em duas missões distintas, sendo uma delas de categoria fácil e a outra mediana.
Na missão fácil um grupo de exploradores será transportado para um novo planeta, onde deverão coletar e catalogar as espécies que compõem a fauna de cada planeta. Durante a missão, o grupo irá se deparar com situações em que poderá mexer nos animais e interagir com eles, quando forem amistosos, quando contrário, deverão fugir da ameaça iminente.
Na missão média um grupo de técnicos serão designados para irem à três diferentes planetas que estão com suas bases de comunicação sem energia. Esse grupo deverá se equipar devidamente e conduzir a operação com cautela, substituindo com cuidado a fonte de energia da base de cada um dos três planetas.
Para alcançarmos esses experiências, são utilizados quatro mecanismos essenciais:
Com o Cyberith Virtualizer, os visitantes serão capazes de entrar e explorar novos mundos, não sendo mais limitados à um ambiente físico propriamente dito. Esse equipamento funciona como uma plataforma de locomoção que permite ao visitante se mover livremente, podendo andar, correr e agachar, com seus movimentos sendo transmitidos para o servidor.
Com o Teslasuit, somos capazes de oferecer aos visitantes as sensações de cada planeta que ele se encontra e sentir os elementos que se encontram no ecossistema disponível.
O Oculus Rift é responsável por dar as coordenadas e guiar visualmente os usuários pelas atividades.
Um headset true surround para uma imersão mais profunda.
Body
Com mais algumas ideias adicionadas à equação, decidimos trabalhar em uma exposição de astronomia onde seria possível interagir como os astros e corpos celestes.
O Teslasuit é um uniforme que reveste o corpo do pescoço aos pés com sistema de feedback tátil, motion capture e controle de temperatura. Seu sistema permite, ainda, interações multijogador.
O sistema de feedback tátil possui uma biblioteca nativa que possibilita ao usuário um amplo campo de sensações, tanto o toque suave da chuva quente quanto um impacto pesado. Além da biblioteca nativa, é possível adicionar novas sensações e modificar as pré-existentes. Esse sistema nos permitiria trabalhar com as texturas dos solos dos planetas e outros corpos celestes.
O sistema de motion capture em tempo real garante uma resposta visual espacial instantânea, sem delay. Isso permitiria aos visitantes explorarem as galáxias em grupos, além de exercer atividades em grupo da segunda parte da exposição, onde haveriam desafios para serem completados.
O sistema de climatização permite alterar a temperatura do uniforme entre 20°C e 40°C, seja em porções ou nele inteiro. Essa função possibilita simular, mesmo de maneira mais superficial, o ambiente no espaço.
Além disso tudo, o Teslasuit permite uma edição e criação de avatar. Com isso, poderíamos criar perfis de astronauta ou até entrar no campo da ficção científica, criando perfis de extraterrestres.
Outro mecanismo que foi pesquisado, porém, descartado ao longo da pesquisa, foi o Chakr Gloves. Seriam as luvas de resposta tátil do conjunto.
Elas foram descartadas por não possuírem o sistema de climatização e, ao longo da pesquisa, descobrimos que sim, o Teslasuit possuí seu próprio par de luvas.
Pesquisando mais um pouco, e sendo inspirados pelo projeto da IBM Japan, encontramos o Cyberith Virtualizer, uma plataforma de locomoção para realidade virtual.
Ela é uma estrutura que tem sua base como se fosse uma esteira de corrida onidirecional, permitindo ao usuário se locomover em qualquer direção na velocidade como quiser. Além disso, ele possui travas e um mecanismo de segurança para garantir a estabilidade de movimentação.
Dentre seus recursos temos: velocidade de movimentação, direção de movimentação, orientação do corpo e altura do usuário.
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Parte 1. Parte 2.
Referências
Conteúdo & Imagens: TeslaSuit. Chakr Gloves. TS Vídeo. Cyberith Virtualizer. CV Vídeo.
Trespass
WordSense (MIT)
Interface de realidade virtual aumentada que ajuda as pessoas a aprenderem uma segunda língua.
Mathland (MIT)
Aplicação de realidade mista que amplia o mundo físico com conceitos matemáticos tornando a matemática algo mais prático em que várias pessoas podem interagir, experimentando e explorando o ambiente com a matemática.
Exploring the heart (NYU ITP)
Experiência de realidade virtual para estudantes de medicina que permite que revisem e aprendam melhor sobre o coração humano, podendo explorar um modelo 3D animado de um coração pulsante.
Referências
Conteúdo & Imagens: WordSense. Mathland. Exploring the heart.
Tattoo
O que
O projeto é um estudo de prova de conceito. Nele, a tinta tradicional usada em tatuagens é substituída por biossensores que tem suas cores ou intensidade fluorescente alteradas em resposta às variações de concentração de biomarcadores no fluido intersticial. Os biossensores são injetados à pele para explorar as possibilidades de interfaces baseadas na pele e diagnósticos médicos a partir de tatuagens.
Porque
Apesar de criticadas, as tatuagens podem ter fins não apenas estéticos. Conheço uma pessoa que tatuou seu tipo sanguíneo em seu braço como maneira de informar em caso de emergências, já que este é diabético de tipo 3.
O projeto é um passo adiante não só para a medicina como para o transhumanismo, podendo alertar sobre anomalias e mudanças drásticas ocorridas em nossos sistemas e, em um futuro, ser utilizada também para integrar sistemas digitais à interface tátil que seria a própria pele.
Como
São utilizados quatro biossensores que reagem a três partes de informação bioquímica no fluido corporal e, assim, alternam as cores: o sensor de pH muda entre roxo e rosa, o sensor de glicose muda entre azul e marrom; o sódio e um segundo sensor de pH fluorescem a uma intensidade maior sob a luz UV.
O DermalAbyss cria um acesso direto aos compartimentos no corpo e reflete processos metabólicos internos em forma de tatuagem. Poderia ser usado em casos de monitoramento contínuo, como diagnóstico médico, quantified self (conhecimento de inputs que ocorrem no corpo humano diariamente) e codificação de dados no corpo.
Atualmente, durante as atividades diárias, os diabéticos precisam monitorar seus níveis de glicose perfurando a pele de 3 a 10 vezes por dia. Os idealizadores acreditam que esse procedimento doloroso poderá ser substituído por uma tatuagem, da qual a cor iria variar do rosa ao roxo com base nos níveis de glicose. Assim, o usuário pode monitorar as mudanças de cor e a necessidade de insulina.
A avaliação preliminar foi feita em um modelo de pele de porco ex vivo. Várias injeções na pele foram feitas para entender a visibilidade e a funcionalidade dos biossensores.
Modificações
Além de ocorrer a mudança de cor, poderia haver uma conexão com aplicativo para dispositivos móveis que colocaria à disposição do usuário as informações númericas do que está ocorrendo por completo.
Poderia mostrar variação hormonal - além das já citadas, auxiliando na detecção de doenças como depressão e bipolaridade, além de ajudar a identificar a gravidez.
Referências
Conteúdo & Imagens: DermalAbyss: Possibilities of Biosensors as a Tattooed Interface. Probing into the Skin’s Abyss. Fast Co-design.
Fly
A dupla vienense Katharina Mischer e Thomas Traxler encheu uma das salas do Museu V&A de Londres com 264 lâmpadas de vidro, cada uma contendo um modelo de inseto feito à mão.
Enquanto ninguém estiver próximo, nada acontece, mas quando os visitantes se aproximam as luzes se acendem e quando mais próximo chegam das lâmpadas, mais os insetos se movem com "medo".
Referências
Conteúdo & Imagens: Curiosity Cloud.
Nonfiction
Wordsense
O projeto da MIT de realidade aumentada permite o aprendizado de uma nova língua a partir de elementos do ambiente em que estamos inseridos, dando definições, pronúncia e exemplos retirados de cenas de filmes para entender melhor.
Le Papier Plein d'Histoires (The Magic Wallpaper)
O papel de parede criado pela Castorama é conta com 10 personagens que podem ser escaneados por smartphones e ter suas histórias contadas, individual ou conjuntamente.
DermalAbyss
Um projeto de colaboração entre a MIT e a escola de medicina de Harvard, o DermalAbyss trata de uma tinta especial composta por biosensores que mudam de cor como resposta às variações de fluido intersticial. Esse projeto permitiria um monitoramento contínuo sobre o estado de saúde de seus usuários.
Referências
Conteúdo & Imagens: WordSense. Le Papier Plein d’Histories. DermalAbyss.