Eu tentei durante muito tempo. Não por estar se sentindo infeliz (eu estava, mas eram em poucos momentos, você me fez mais bem do que qualquer outra coisa enquanto éramos um só), mas por que por algum motivo eu imaginava que algo em teu interior gritava silenciosamente que queria seguir um caminho diferente. No dia de nossa conversa, dia 3 de janeiro, tu se abriu e soltou o "Eu não te amo como antes". Aquele foi o adeus. Eu não queria estar no meio desse novo caminho que tu querias seguir, te atrapalhando de ver as flores, árvores e as belezas que poderia vir caso você seguisse. Eu não te deixei por te amar de menos, mas sim por amar-te demais. Meu erro foi atinar que eu conseguiria seguir minha vida com facilidade sem te ter novamente. Desculpa qualquer coisa, pequena. Mas a vida tem dessas coisas, a vida tem desses amores e esses sacrifícios. Não sei se nos faria bem insistir.










