Pensei nela ontem. No sexo dela. Da respiração e do jeito que ela dizia que me amava enquanto fodíamos escondido.
Lembrei de como era sentir o gosto da pele dela na ponta da minha língua, o gosto salgado do suor e o amargo do perfume na parte de trás da orelha. Lembrei das cócegas que sentia quando o cabelo dela me tocava, da excitação que sentia quando ela estava em pé na minha frente, aquela calcinha preta, aquela pele, aquelas curvas tímidas, aquele quadro branco borrado com o roxo dos chupões e apertos e tapas e arranhões…. Do cabelo emaranhado sobre o topo da cabeça por um triz de escapar dos prendedores, dos prendedores no chão, do cabelo grudado nos ombros, da dor no pé quando pisei no prendedor, o olhar que ela fez quando desci até seu sexo, da levantada de cabeça que ela dava sempre que sugava para extrair o máximo do gosto divino de seu ser …
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Ei pequena, não sei se tu lembra. Se não lembrar me chama, meu número é aquele mesmo que te mandei a mensagem e tu não respondeu. Manda um salve, fala comigo. Tenho teu telefone, mas teu contato é o que eu queria ter agora.
Me chama que eu te faço lembrar….









