3ª Temporada - 24º Capítulo - Antes de tudo: danidio (parte 1) (+18)
Adormeci junto á Daniel do mesmo modo que eu havia me deitado, e acordei com o corpo dormente. Levantei-me e percebi o chão cheio de restos de pizzas, as caixas abertas, e Daniel dormindo de mal jeito. Sabia que ele ficava muito exausto depois de viagens, então preferi não acordá-lo. Beijei sua testa, e deitei-o direito no sofá, embrulhando-o.
Ele não se mexera, tampouco acordara, então aproveitei para retribuir o agrado que ele havia me feito na noite anterior. Juntei todo o lixo que havia na casa, e joguei-os fora. Limpei a mesa que haviamos comido na sala, e limpei o chão. Pra quem não entendia nem o mínimo de arrumar casa, até que havia ficado bom. Assim que ajeitei a sala, fui para a cozinha, e comecei a arrumá-la. Troquei o pano que cobria a mesa, e coloquei-o no cesto de roupas sujas, e coloquei outro. Lavei as poucas vasilhas que haviam na louça, e tentei me aventurar em fazer café pela primeira vez. Peguei meu celular, e pesquisei: "como fazer café". Depois que eu havia feito, percebi que não era tão dificil assim. Arrumei tudo novamente, e coloquei a garrafa na mesa, e então pensei em comprar pães de queijo para Daniel comer. Eu sabia o quanto ele amava. Peguei a chave de casa, e sai silenciosamente para a padaria que havia do lado de nossa casa. Comprei-os então, e voltei para casa. Arrumei toda a mesa com tudo que Daniel amava comer, e esperei ele acordar, enquanto jogava no celular.
- Elidio? Lico? - Daniel gritava por mim da sala. - Onde você está, querido? - ele desesperou-se.
Levantei-me e escorei-me na parede da sala, e encarei-o.
- Serve eu? - perguntei-o com um sorriso sem graça estampado no rosto.
- Achei que tivesse me deixado largado aqui! Bom dia, querido. - Dani dizia alegre ao me ver, e correu em minha direção abraçando-me.
- Bom dia, DanDan. Dormiu bem? Presumo que sim, visto que acordou ás 11:00. - perguntei abraçando-o forte.
- Desculpe dormir tanto, amor. Eu irei fazer seu café da manhã, não se preocupe. - Dani desculpou-se afagando meu cabelo.
- Olhe na cozinha e me fala o que acha. - falei enquanto apontava para a cozinha.
- Que cheirinho de... pão de queijo. Ou estou sonhando? - Dani dizia indo em direção á cozinha. - Meu amor, você fez isso tudo... sozinho? - Daniel perguntou impressionado.
- Eu pesquisei no Google, se ficar ruim não foi minha culpa. - brinquei.
- Está ótimo! Obrigado pela surpresa, querido. - Dani disse sorrindo de canto a canto, e então selou meus lábios. - Você já comeu? - ele então perguntara sério.
- Já sim, amor. - menti. - O que tem ai é só pra você. - finalizei sorrindo.
Daniel então puxou-me para seu colo, e sentou-se na cadeira, e experimentou o café.
- Está gostoso? - perguntei preocupado.
- Uma delicia. - Daniel dizia passando a língua em seus lábios. - Não mais que você, mas está. - ele finalizou sorrindo.
- Amor, sabe o que eu estava pensando em fazermos hoje? - falei animado. - Podiamos fazer um piquenique, algo assim...
- Você que manda. Mas no fim da tarde passaremos no Anderson para visitar Giovana. Tudo bem assim? - Daniel perguntou fitando meus olhos.
- Você que manda. - sorri concordando. - Mas eu quero que vamos á um lugar... Isolado... - cochichei em seu ouvido e então mordi seu pescoço.
- Eu rodo São Paulo inteira, mas acharemos. - Daniel disse sorrindo.
Daniel então finalizara seu café da manhã, e levantamos-nos para arrumar a bagunça novamente.
- O Marcão procurou você depois de ontem? - Daniel perguntou com a voz séria.
- Porque procuraria, Dani? - questionei. Subi na pia, sentando-me na mesma e encarei-o lavando a louça. - Nem meio por cento disso aqui tudo é dele. - falei sorrindo.
- Não parece ser o que ele pensa, Lico. Se ele se atracar pra cima de você, jogarei ele no mar para os tubarões comerem. - Dani respondera sério.
- Você é muito agressivo. Credo, Daniel. - respondi com a voz desanimada e então desci da pia e sai de perto de Dani, indo pra sala.
Quando olhei pra trás, deparei-me com Daniel escorado na parede olhando-me.
- Não fique me encarando, pare. - pedi segurando para não rir.
- Eu te dou 5 segundos para subir para nosso quarto se não quiser que eu te agarre muito. - Daniel disse sério.
- Não começa, Daniel. É sério. - pedi batendo os pés no chão. Observei que Daniel não mudou sua postura, e joguei todas as almofadas do sofá em sua direção e corri para o nosso quarto.
- Você corre mas eu sei que você ama isso. - Daniel dizia rindo, enquanto vinha atrás de mim.
Enquanto eu subia as escadas, senti uma pegada forte em minha cintura, e Daniel então beijou-me no pescoço.
- Me solta, Daniel. Não estou no clima. - tentei fazer um charme.
- Se eu sinto tanto ciúme de você, é porque eu te amo. Custa você entender isso? - Dani perguntara, sem interromper os beijos em meu pescoço.
- Não é motivo para jogar as pessoas pros tubarões. - respondi tentando desvencilhar-me de seus braços.
Dani então soltou-me e parou fitando-me. Sentei-me num degrau da escada, e encarei-o também.
- Então não vou sentir mais ciúmes também. Liga pro Marcão ai, e peça pra ele vir morar com você. - Daniel cruzou os braços, e saiu de perto de mim.
Antes que ele descesse o degrau puxei-o pelo braço e virei-o de frente pra mim, abaixando seu corpo e colei meu rosto no seu.
- Você nunca entende quando brinco com você... - falei sério.
- Não precisa defendê-lo como você faz. - Dani disse olhando em meus olhos.
- É só charme. Porque sei que vai correr atrás de mim e dizer que me ama. - respondi rindo sem graça.
- Você me usa então, é isso? - Dani perguntou rindo.
- Uso. Todos os dias. - falei ainda sério, e então beijei Daniel com toda vontade que consegui.
- Amor... - Daniel interrompeu o beijo e disse num tom de voz doce. - Se quiser que saiamos hoje, vamos preparar tudo de uma vez. Se eu empolgar, não iremos á lugar algum. - ele pedia.
Sorri de modo que concordasse com ele, e Dani puxou-me pelo braço.
- Onde vamos, amor? - perguntei enquanto colocávamos algumas coisas de comer na cesta.
- Você verá. 1 hora e meia de viagem, prepare-se. - Dani disse sorrindo.
Sorri para Daniel, e fomos para o carro. Saimos por volta de 12:30, e iriamos ficar até quase á noite, então levamos bastante coisas para comer.
- Já pensou se você fosse um estuprador? Você iria se dar bem no ramo. Só conhece lugares isolados. - brinquei.
- Eu sou um estuprador, só que só uso isso com você. - Dani disse rindo e colocou uma mão em minha perna acariciando-a.
Ri sem graça, e deitei-me de lado, encarando Daniel a viagem toda. Passamos por lugares que Daniel ainda não havia me levado, e surpreendi com a criatividade dele. Depois de muito tempo chegamos, e impressionei-me com o lugar.
- É lindo aqui, Dani... - falei impressionado, e então sai do carro.
- Gostou? Aqui é muito tranquilo, amor. Poderemos ter privacidade... - Daniel dizia enquanto saia do carro com todas as coisas, e vinha em minha direção.
- Na volta eu dirijo, eu fico inventando as coisas, e não penso que possa te cansar. - falei calmo, e sorrindo.
- Eu vou ter que repetir quantas vezes que meu dever é te agradar? - Dani perguntara olhando-me.
Segurei sua mão, e sentamos em uma beirada que havia, e Daniel colocara as coisas de lado, e me puxou para perto.
- Aproveita que aqui tá com esse vento forte, e deixa eu te esquentar. - Daniel disse ao pé do meu ouvido, quase que sussurrando.
- Me esquenta assim... - virei-me de frente e falei olhando nos olhos de Dani.
Deitei-me sobre ele, e então beijei-o lentamente. Suas mãos passavam por toda minhas costas, e bunda. Daniel parou suas mãos em minha bunda, e pressionou meu corpo contra o dele fazendo com que nossos membros roçassem um no outro.
- Você que me atiça... - Daniel disse sorrindo e acariciando meu nariz com sua mão.
- Eu gosto de te provocar... - respondi rindo sem graça.
Daniel acariciou meu rosto, descendo seus dedos até meu queixo e puxou meu rosto novamente, beijando-me. Ele então descera suas mãos até minha bunda por baixo da minha calça, e apertou minha bunda forte. Interrompi o beijo por um tempo, e tirei a blusa de Daniel colocando-a do nosso lado, então beijei sua nuca suavemente descendo até seu peitoral. Daniel então pegou-me pela cintura, e tirou minha camisa. Sua boca descia por todo meu peitoral, descendo até minha barriga, e eu já arrepiara só com seus beijos. Daniel então tirou minha calça, e jogou-a longe.
- Está ventando, DanDan... - comentei enquanto me abraçava, devido ao frio.
- Eu vou te esquentar, relaxa... - Dani pediu, e puxou-me pra cima dele novamente.
Ele deixara sua mão percorrer todo meu corpo, apertando sempre ao chegar em minha bunda. Desabotoei a calça de Daniel rapidamente, e tirei-a o mais depressa que consegui. Eu sentia o membro de Daniel já duro, então tirei sua cueca de imediato. Daniel então colocou-me de costas e desceu minha cueca lentamente. Dani então passou sua mão por toda minhas costas, e colocou seu membro dentro de mim, e deitou-se sobre mim, beijando minha nuca enquanto penetrava. De fato, o frio que eu estava sentindo não estava mais ali presente. Daniel então mesclou seus beijos em minha nuca com algumas mordidinhas, e aumentou o ritmo das penetradas gradativamente.
- Está bom pra você, amor? - Dani perguntava, em meio aos seus beijos carinhosos em minha nuca.
Sorri para Daniel, indiciando que sim, e ele continuara do jeito que estava. Daniel não interrompera em momento algum seus movimentos com a boca em minha nuca, e suas mãos passavam por todo meu corpo, ininterrupta vezes. Dani então aumentara o ritmo das estocadas, até que senti seu corpo suando, e ele então gozara. Virei-me de frente e sorri, selando seus lábios.
- Será que um dia você enjoa de mim? - perguntei abraçando Daniel fortemente.
- Impossivel. Espero aguentar o 'tranco" até os 90 anos. - Daniel respondera rindo timidamente.
Nos vestimos, e então Daniel sentou-se escorado em uma pedra que havia, e sentei-me entre suas pernas.
- Você precisa comer agora, né, amor... - Daniel exigia procurando algo dentro da cesta.
- Tem uma coisa muito melhor pra comer do que tudo que está ai... - respondi apertando sua coxa com minha mão.
- Esse sanduiche que preparei pra você está mais gostoso. Prove. - Dani pedira, colocando-o em minha boca. - Não faça esse biquinho, penso besteira. Coma igual gente. - Daniel dizia rindo.
- Está muito gostoso.. - eu tentava falar mesmo com a boca cheia.
- Deixe-me tentar uma coisa... - Dani disse, então pegou-me em seu colo, e tentou beijar-me. - Esse sanduiche está atrapalhando, coma logo. - ele rira.
- Minha boca é pequena, não cabe sua lingua e um pedaço grande de sanduiche ao mesmo não... - respondi sem conter as risadas.
- Tem coisa maior que cabe, que eu sei. - Dani dissera piscando.
Revirei os olhos, e eu e Daniel finalmente, começamos a lanchar. Quando estávamos cheios, guardamos tudo dentro da cesta novamente e Daniel deitou-se na grama, puxando-me pro seu lado. O céu estava meio laranjado, e percebemos que a tarde estava chegando ao seu final.
- Não quero ir embora... - falei escondendo meu rosto no peito de Daniel.
- Se pudéssemos ficar tanto, não iriamos, meu amor. Mas temos que ir visitar Gio... - Dani disse lamentando-se, e beijou minha testa.
- Espero que Anderson não dê nenhuma fora hoje. Assim que ver você... - comentei tentando não parecer enciumado.
- Eu queria ficar aqui com você todos os dias, toda hora. Só tem nós dois, nada de ruim... - Dani comentava observando o céu e abraçando-me forte.
- Uma hora iriamos brigar. Não conseguiriamos ficar tanto tempo juntos sem discutir. - retruquei.
- Eu conheço minha mulher, sei como parar uma discussão fácil. - Daniel dissera sério.
- E se você estiver chateado? Eu não sei como me desculpar com as pessoas. - observei.
- É só eu olhar pra esses olhinhos pretos e já sinto vontade de voltar pra minha casa. - Daniel disse sorrindo, enquanto fitava meus olhos.
- A casa é minha, amor. - comentei rindo.
- Não, amor. Minha casa é você, não um lugar. - Daniel dissera sério. - Posso estar no melhor local do mundo, mas sem você é apenas um local. Posso estar no meio do nada, na roça, no deserto, mas se é com você... Se torna o melhor lugar do mundo. - ele finalizara sorrindo.
- Pare de acessar o Google, amor. - brinquei. - Brincadeira, meu amor. Eu te amo. - sorri e selei a boca de Daniel.
- 18:00, vamos embora então, né, Senhor? - Dani dizia levantando-se. - Se não chegaremos em casa de madrugada.
- É só enviarmos uma mensagem, não precisamos visitá-la... - pedi fazendo drama.
- Não seja assim, Lili. Ela é muito especial e nossa amiga. "Bora" pra casa. - Dani disse sério, e puxou-me para o carro.
Liguei a rádio do carro no último volume, e tentei cantar mais alto que a música.
- Eu não sei o que é pior: pagode ou ouvir você cantando! - Daniel berrava tentando competir com o barulho.
- Você ama a minha voz! - gritei respondendo-o.
- Eu vou calar sua boca daqui a pouco. - Daniel continuara a gritar.
- Me obrigue a calar! - desafiei-o.
Daniel então parou o carro na beira de um lugar, trancou os vidros e desligou o som.
- O que é- - tentei perguntar, porém, Daniel me interrompera beijando-me.
Daniel beijou-me com tanta vontade e tesão, que na mesma hora animei-me. Desabotoei minha calça, e tirei meu membro de dentro de minha cueca. Dani então começara a me masturbar, enquanto beijava-me intensamente. Sua mão masturbarva-me de modo rápido, e eu não aguentara de tesão. Interrompi o beijo e então abaixei a cabeça de Daniel contra meu membro, e ele começara a chupar. Agarrei-me no banco, e deixei que meus gemidos saissem. "Hmmm... Isso, DanDan... Assim..." eu pedia. Daniel então "abocanhou" meu membro, e deixou sua boca parada ali por alguns segundos, umedecendo-o todo. Seus olhos mantiam-se nos meus, e eu delirava. Dani então tirara sua boca, e voltara a chupar rapidamente. Coloquei uma mão em sua cabeça e comecei a impulsionar sua cabeça contra meu membro. "Estou quase... Assim..." eu pedia. Dani então animou-se, e aumentou ainda mais a velocidade dos chupões, e gozei em sua boca. Inclinei sua cabeça pra trás, e o assisti engolindo.
Daniel então subiu seu corpo e mordeu meu pescoço, e cochichou em meu ouvido: "sua vez..." . Sorri ao ouvir sua voz, e então desabotoei sua calça, e tirei seu membro de dentro de sua cueca. Dei algumas lambidas no mesmo, e comecei a masturbar-lo lentamente. Daniel então pressionou minha cabeça contra seu membro, e deixou que eu guiasse. Daniel se contorcia de prazer, e assim que avistei seus olhos revirados, animei-me mais, e aumentei um pouco o ritmo das chupadas. Daniel então voltara a "ajudar"-me, guiando minha cabeça rapidamente. Seu membro já estava todo umedecido, e eu tentava á todo momento engoli-lo todo, sem sucesso. Daniel então pegou seu membro e começou a explorar minha boca com ele, enquanto minha lingua deslizava sobre ele todo. Voltei a chupá-lo com ainda mais vontade, e Daniel movimentava seu membro contra minha boca, e ele então segurara minha cabeça contra seu membro, e então gozou.
- Viu como fiz você se calar? - Daniel disse rindo de lado.
- Você sempre consegue. - respondi retribuindo o sorriso.
- Sem mais delongas, vamos visitar a Gio né, amor? Depois aproveitamos mais. - Dani dizia abotoando sua calça e voltando a dirigir.
- Acho que hoje você irá dormir, de tanto que cansei você hoje. - falei rindo sem graça.
- Amor, me dê meu celular ali... - Daniel pediu apontando para o porta-luvas.
Peguei o mesmo, e entreguei para Dani, e apenas observei o que ele iria dizer.
- Gio? Alô? Estamos á caminho da casa de vocês, tem como Anderson comprar sorvete? - Daniel perguntara - Ah, sim... Entendo. Então, até mais. - Dani despediu-se.
- Você não existe. - comentei sorrindo de canto á canto.
- Eu te amo, mesmo ouvindo pagode no meu carro. - Daniel comentou rindo.
Deixei o rádio desligado, e fui a viagem toda olhando para Daniel, acarinhando sua coxa com minha mão. (Continua)