Está chegando ao fim o meu aniversário. Passou rápido. Me trouxe outra perspectiva: gostaria de fazer aniversário mais vezes no ano, mas não de envelhecer. Adoro o mês e dia em que nasci, apesar de entrar em conflito com meu signo de vez em quando pelo mesmo motivo. Estou aprendendo (e desaprendendo também).
Pouquíssimas pessoas lembraram, o que me leva à questionar a minha relevância em suas vidas. Me digo que está tudo bem e tento acreditar nisso. Não sei como foi o dia dessas pessoas. O meu foi bom, mas poderia ter sido ótimo. Não fiz muitas coisas, não teve bolo, não saí pra comemorar com a família, mas comemorei comigo mesma: a minha melhor companhia. Estou aprendendo a apreciá-la.
Fiz coisas simples. Fui à livraria e lanchei no Subway. Me presenteei duas vezes. Estava feliz naquele momento. Na minha cidade até chegou a chover hoje, depois de tanto tempo. Acredito que Deus quis me dizer algo com isso, ou então é só muita pretensão da minha parte. Mas a simbologia desse ato não passou em vão.
No mais, eu gostei sim do meu dia. Não me lembro como foi o meu aniversário de 18 anos, mas o de 19 talvez fique marcado como aquele em que eu iniciei processos importantíssimos de autodescoberta e amor próprio, e comecei a gostar mais de comemorar essa data. Obrigada, meu Deus, por esse novo ano que completo hoje. Espero sim realizar os meus sonhos algum dia. Farei o possível para que isso ocorra. Sempre no caminho do respeito e do autoconhecimento.