LIFE
Laboratório de Interações Físicas Experimentais
Nessa aula recebemos Wesley Oliveira, e assistimos uma palestra no laboratório LIFE, que também fica no subsolo do Kennedy.
Começamos pelo laboratório, e devo dizer que me apaixonei por aquele lugar.
Foto: Felipe Salazar
Lá eles desenvolvem projetos de design com interação física. O projeto que eles mostraram foi o Tinta Solta, que deu uma cara nova pro grafite.
Genial o uso que deram pro Kinect.
Por João Whitaker
Mas com um pouco mais de pesquisa no site do laboratório, descobri outros projetos tão inteligentes quanto:
DiMus
É uma instalação que proporciona ao ouvinte uma experiência única na música, baseada na teoria das cores de Kandinsky:
Gerson Ribeiro (aluno)
Jorge Lopes (orientador)
João Bonelli (co-orientador)
Arpoador
É uma peça conceitual que explora as deformações da figura tridimensional usando tecnologias como motores servo, sensores de presença, led RGB e eletrônica experimental.
Uma estrutura de papel e laminado plástico é deformada por motores controlados digitalmente, utilizando conceitos de arte generativa para criar uma movimentação que gera troca de cores com sensores de presença.
Isso é tão bonito que colocaria no meu quarto pra passar o dia olhando hipnotizada.
Por Jorge Lopes, Claudio Magalhães e João Bonelli (designers) Gerson Ribeiro, Marcus Ribeiros, Antonio Carlos Thiele, Marcella Guerra (alunos)
A palestra dada no laboratório foi muito interessante, tanto que quando uma aluna parte da equipe contou que ela puxou a matéria do 4º para o 2º período, comecei a considerar fazer isso. Só para poder me envolver nesse laboratório e saber se realmente gosto disso o mais rápido possível.
Retornamos então pra sala, onde Wesley Oliveira nos aguardava para uma palestra sobre o LAE = Laboratório de Arte Eletrônica.
Confesso que não achei essa palestra muito interessante. Wesley falou de vários projetos que Rejane já tinha mencionado e explicado, como o game que eles desenvolveram para a pesca consciente de um determinado tipo de caranguejo no nordeste brasileiro.
No entanto, um determinado jogo, Praia Limpa, desenvolvido para incentivar crianças a manter as praias limpas, me chamou atenção. Senti que o jogo possuía muito texto pra ser um jogo infantil. Eu quando criança por exemplo, pulava todos os textos e/ou conversas entre personagens. Tava interessada mesmo era em jogar. Por isso, se eu fosse criar um jogo infantil, faria com o mínimo de texto necessário. No entanto, não sou expert no assunto e posso estar errada.
Quando Wesley falou de projeção mapeada, e mostrou o projeto em que usaram isso, me lembre imediatamente do castelo da Cinderela, na Disney de Orlando.
É lindo demais. E do nada me vi apaixonada por projeção mapeada.
Essa tecnologia permite projetar qualquer coisa em superfícies irregulares, transformando coisas mundanas e comuns em arte:
Lyon, França
Ou fazer algo já bonito passar a ser esteticamente interessante:
Sydney, Australia
O Japão parece ser um dos reis disso:
Essa aula me mostrou mais uma possibilidade maravilhosa que esse curso está abrindo pra mim.









