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3ª Temporada - 30º Capítulo - Por mais dias assim! (+18)
Antes de mais nada, peço perdão por não ter postado ontem. Espero que gostem desse de hoje, que está (MUITO) maior, para recompensá-los! ♥ (É um +18 BEM reforçado, espero que gostem).
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[Narração Elidio]
- Você pediu champagne, Dani? O que vamos comemorar? - perguntei curioso, assim que ele fez o pedido.
- Eu pensei muito sobre o que você me propôs para quando o casamento de Gio chegasse e... - Daniel disse sorrindo de lado, e então segurou em minha mão firmemente.
- Você me acha louco. Aposto. - palpitei.
- Não, querido. Quero dizer que concordo com sua ideia. - Dani respirara fundo ao dizer. - Mas você sabe que não será fácil, não sabe? - ele perguntara olhando-me de lado.
- Como assim, Dani? - perguntei sem entender bem o que ele me dizia.
- Lico, se ficamos 1 hora longe um do outro, quando nos encontramos novamente você até chora de saudades. - Dani dizia rindo.
- Não exagera, Dani. Você só sabe fazer piada comigo. - respondi fingindo estar chateado.
- Não é piada, Lico. Eu também não consigo. E bom... Eu ajudarei Anderson com a despedida dele. - Dani disse erguendo uma sobrancelha.
- Um dia antes eu o ameaçarei, Dani. Vou colocar o dedo no rosto dele dizendo: "se você aprontar algo, eu te bato." - falei tentando dar um tom ameaçador á minha voz. - Porque em você eu confio de olhos vendados. - finalizei dizendo firme.
- Você acha que causa medo em alguém, Lico? - Dani soltara uma risada alta. - Você é muito Elidio para causar medo, amor. - ele finalizara ainda rindo.
- Muito... Elidio? - perguntei confuso.
- Sim, querido. Muito doce, amoroso, inseguro... Não é só porque tem esses braços... - Dani dizia fitando-os sem parar. - Esses braços fortes... E... - Daniel continuara a olhar-me.
- Você está me cantando? Dizendo que sou forte e gostoso? - cruzei meus braços fitando-o sério.
- Sim, estou. E depois do jantar eu quero esses braços em mim. - Dani dissera encaixando suas mãos ao redor de um deles.
- Você aé se perdeu no que estava dizendo. - respondi soltando uma risada alta.
- O champagne, meus Senhores. - o garçom anunciara, ao chegar em nossa mesa. Daniel imediatamente tirou suas mãos de meus braços e escondeu o rosto envergonhado. - Já trago-lhes a porção que vocês pediram. Com licença. - o garçom nos serviu e despediu-se então.
- Eu estava muito gay apalpando seus braços? - Dani perguntou rindo de si mesmo.
- Você é muito gay só por você quem você é. - retruquei rindo da situação.
[Narração Giovana]
- Você acha que se chatearam por não termos ido jantar junto deles? - perguntei á Anderson, enquanto saíamos do teatro.
- Não, Gio... E temos que aproveitar que os dois estão fora para... - Anderson abraçou-me por trás, levando suas mãos até meus seios apertando os mesmos.
- Andy, vão nos ver. Controle-se. - pedi envergonhada.
- Eu estou com saudade... - Anderson virou-me de frente, colou seu rosto ao meu e disse sério.
- Então vamos embora logo, antes que aqueles dois cheguem. - respondi no mesmo tom olhando fixamente nos olhos de Anderson.
Andy sorrira ao ver que eu também estava ansiosa, entramos dentro do primeiro táxi que avistamos por ali. Sentamos ambos no banco de trás, e abracei Anderson o mais forte que eu conseguira. Minutos depois meu celular vibrara, e vi uma mensagem de Daniel no whatsapp.
- Andy, olha! - mostrei animada a tela para Anderson.
- O Elidio está com cara de bêbado. Onde será que eles estão? - Anderson ria ao visualizar.
Daniel havia mandado uma "selfie" junto á Elidio, com ambos sorrindo e brindando taças de champagne. Daniel havia até mudado para sua foto de perfil no whatsapp.
- É lindo como eles se amam. Eles não desgrudam, Andy. E a gente não consegue ser assim, é estranho... - comentei admirando a foto.
- Eu não sei como eles aguentam, Gio. Nós nos amamos da mesma forma, porém, brigamos, discutimos, não temos frescuras... - Anderson comparava.
- Eu prefiro o que temos. Brigamos mas nos reconciliamos de um jeito especial, devido á saudade. - respondi sorrindo e então acarinhei o rosto de Anderson.
- Esse hotel, certo? - o taxista perguntara. - 30 reais.
Anderson pagou-o e então subimos rapidamente para nosso quarto. Assim que adentramos o mesmo, Anderson abraçou-me forte, e deu-me vários beijos no pescoço. Sabendo que era meu ponto fraco, ele então entrelaçou seus dedos em meu cabelo por trás, e beijou-me ansioso. Dei alguns passos para trás, até sentar-me na cama e Anderson seguiu-me. Em seguida, Andy pegou-me em seu braço, deitando-me mais acima da cama, e deitou-se por cima de mim.
- Você me irrita mas sou louco por você, mulher. - Anderson disse colando seu rosto ao meu.
Um sorriso besta estampou-se em meu rosto, e dissera mais que qualquer palavra possível. Anderson voltou a beijar-me intensamente, mas não tão apressado. Então abaixou ambas as alças de meu vestido, em seguida desceu suas mãos até minhas perna, e aí voltou a subi-las, dessa vez por baixo de meu vestido. Anderson levou sua mão até minha calcinha, e então desceu-a um pouco.
- Amor, amor... - interrompi o beijo dizendo ansiosa. Andy então olhou-me exigindo que eu continuasse. - Camisinha... Não quero que outro incidente aconteça... - falei temendo cortar o clima.
- Eu não trouxe, Giovana. E não vou sair para comprar. - Anderson respondeu tentando voltar a beijar-me, e então impedi-o.
- Seu dever é andar com elas, Andy... - resmunguei.
- A gente nunca usou, Giovana. Não começa.... - Anderson tentou ignorar-me, voltando sua boca, dessa vez, para meu pescoço.
Eu temia acontecer outro incidente como o que houvera há 1 semana e meia atrás, mas ao mesmo tempo estava com saudade de tê-lo pra mim. E depois que eu havia cortado o clima quando ainda estávamos em São Paulo, não queria bancar a chata e avacalhar com tudo novamente. Respirei fundo e tentei dar continuidade.
Segurei o rosto de Anderson e então voltei a beijá-lo intensamente. "Rolei" com ele na cama, de forma que eu ficasse por cima, e tirei sua camisa, e então segui com minha boca para seu pescoço, enchendo o mesmo de mordidas e beijos.
- Essa é a Gio que eu conheço e gosto. - Anderson comentou, apalpando minha bunda.
Em seguida, Anderson subiu meu vestido, e então tirou o mesmo jogando-o para o lado. Enquanto continuava a explorar seu pescoço com minha boca, desci uma mão até o volume de sua calça, e consegui sentir seu membro duro em minha mão. Mordi a ponta de sua orelha, e então desabotoei sua calça. enquanto Anderson subia e descia sua mão pela minhas costas até minha bunda. Ao desabotoar o botão de sua calça, abri o zíper da mesma, e abaixei sua calça tirando-a. Anderson sorrira pra mim, e então beijou minha testa. Em seguida, ajoelhei-me na cama, e tirei a cueca de Anderson também, e só aí coloquei seu membro em minha boca. O corpo de Anderson travou ao sentir minha boca em seu membro, e ele então começara a impulsionar minha cabeça contra o mesmo com sua mão seguidas vezes.
- Isso Gio, isso... - Andy pedia com a voz calma e baixa.
Anderson enrolou todo meu cabelo em sua mão, e deixou que dessa vez eu guiasse minha boca. Continuei a chupá-lo num ritmo forte, deixando minha língua percorrer todo seu membro, umedecendo todo o mesmo. Deixei meus olhos nos seus o tempo todo, fitando-o de maneira fixa. Em seguida, Anderson levantou-me e sentou-se na cama de forma que sua boca ficasse á altura de meus seios. Deixei minha mão em seu membro, masturbando-o sem parar e num ritmo moderado. Andy então extraplorara um seio meu completamente com sua língua, deixando que sua língua rodeasse-o todo fazendo com que alguns grunhidos saíssem de minha boca. Anderson então abocanhara somente meu mamilo, chupando o mesmo de forma rápida, e permaneci com minha mão em seu membro, sem interromper o que estava fazendo.
Em seguida, Anderson puxou-me virando-me de quatro, e colocara seu membro em minha bct, e com suas mãos apalpando firmemente minhas nádegas, ele começara a penetrar intensamente, e consequentemente, meus gemidos aumentara de volume também. Andy então puxara meu cabelo carinhosamente, e continuara forte com as estocadas. "Assim Andy, não pare..." eu pedia contorcendo-me de prazer. Anderson então subiu sua mão antes em minha nádega pela minha cintura, alcançando um seio meu e apalpou o mesmo forte. Em seguida, ele descera sua mãos até minha bct e começou a masturbá-la, sem interromper as penetradas. Agarrei-me ao lençol, delirando com todos movimentos de Anderson, e continuei a gemer pedindo-o que não parasse. Anderson então voltou ambas suas mãos para meu quadril, e segurou-os, parando os movimentos, deixando com que eu rebolasse em seu membro.
- Assim.... Não... para.... - Anderson pedia lutando para que as palavras saíssem.
Continuei a impulsionar meu corpo contra seu membro, rebolando sobre o mesmo e Anderson segurando firme em meu quadril. Em seguida, Andy desceu suas mãos para minhas nádegas, apalpando-as novamente e então voltara a penetrar-me freneticamente. Excitada como eu estava, acompanhei suas penetradas, impulsionando meu corpo juntamente com ele, e Anderson gemia algo indecifrável, até que ele gozara. Andy virou-me de frente, e prensou-me na cabeceira da cama, e então beijou-me demoradamente.
- Eu. amo. você. - ele dissera pausamente, deixando com que sua mão corresse pelo meu corpo.
- Eu também, querido. - respondi sorrindo ao olhar em seus olhos.
Andy então deitou-me novamente, e deitou-se por cima de mim. Em seguida, ele descera sua boca até um de meus seios, e chupou-o novamente. Enquanto isso, ele mantinha sua mão em minha bct masturbando a mesma. Segurei a nuca de Andy, pressionando levemente sua cabeça contra meu seio, e senti sua língua rodeando toda minha aréola, e parando em meu mamilo. Sorri para Anderson, e ele então desceu sua boca com alguns beijos pela minha barriga, e parando em minha bct. Em seguida, ele abrira a mesma, colocando apenas um dedo e beijando-a. Então, ele começara a dar algumas linguadas pela mesma, e olhei-o fixamente enquanto gemia baixinho e continuamente. Andy movimentara seu dedo para dentro e fora dela devagarzinho, fazendo com que eu sentisse seu dedo entrando e saindo inteiramente. Em seguida, ele adentrou mais um dedo na mesma e continuou com as linguadas dessa vez mais intensa.
- Continua assim. Assim. Assim. Vai. - eu pedia bufando.
Anderson então continuou com o ritmo intenso, e "abocanhou" minha bct, chupando-a mais intensamente. Meu corpo contorcia-se por si próprio de tamanho tesão, e eu pude sentir que estava perto do êxtase. Anderson olhou-me delirando daquela forma, e então continuou com todos seus movimentos, todos de formas intensas, até que gozei e soltei um gemido de alívio.
- Meu... Deus... - desabafei, tentando recuperar-me.
- Gos-to-sa. - Anderson disse pausadamente subindo com beijinhos pela minha coxa.
[Narração Daniel]
Depois de jantarmos, e acabarmos com a garrafa de champagne, Elidio e eu decidimos voltar para o hotel. Era uma madrugada fria, e tínhamos um dia todo cansativo amanhã novamente. Preferimos ir a pé, para irmos conversando e aproveitar mais tempo juntos um do outro a sós.
- Ah, Dani... Eu pensei nessa ideia porque eu sempre me imaginei como noiva sabe... - Elidio dizia girando seu corpo, como se fosse uma bailarina.
- Isso é bailarina, amor. - respondi soltando uma risada alta.
- E se eu quisesse casar vestido de bailarina? - Elidio perguntou fazendo bico com a boca.
- Todos iriam rir de você. Iam colocar uma faixa assim: "Cuidado! Temos um louco se casando!" - continuei a caçoar de Elidio. - Se bem que todos que se casam são loucos.
- Eu não gosto de ser igual a todo mundo. Gosto de coisas diferentes. - Elidio justificara-se.
- Ah, jura? Juro que eu não sabia. - abracei Elidio pela cintura, e sussurrei ironizando-o.
- E se eu quisesse casar vestido de fada? Qual o problema? - Elidio perguntava olhando em meus olhos.
- Comigo você pode se casar até pelado. Inclusive, melhor jeito não há. - respondi sério fitando seus olhos, e então beijei seu pescoço.
- Dani, estamos no meio da rua. Sozinhos. Espere chegarmos. - Elidio dizia tímido. - E não quero me casar pelado, quero segurar um buquê. Daqueles enormes. - Elidio continuava a dizer.
- O que uma coisa tem a ver com a outra? - retruquei gargalhando. - E quanto á um buquê enorme, eu tenho um pra você segurar. - prensei Elidio na parede da calçada, e rocei meu membro no seu.
- Seja mais romântico, Dani. Estou falando de flores. - Elidio disse, e seus olhos brilharam ao dizer aquilo.
- Você gosta de flores? Quando foi que aceitei namorar uma garota mesmo? - perguntei-me de forma sarcástica.
- Só mulher pode gostar de flores? - Elidio perguntou-me com suas mãos na sua cintura olhando-me firme. - Eu amo margaridas, mas você nunca me perguntou então nunca contei. - Elidio dissera ainda fitando-me.
- O que mais você quer? Uma cirurgia para troca de sexo? - perguntei rindo daquela cena.
- Não conto mais meus sonhos pra você. Chato. - Elidio cruzou os braços e fingira estar "emburrado".
- Estou brincando, meu amor. - segurei seu queixo e falei com os olhos fixos nos seus. - Me conte. Eu me importo com as coisas que lhe agradam. - sorri dócilmente ao dizer aquilo.
- Eu gosto de flores. E eu queria que fizéssemos uma festa separada, para "casarmos" entende? E aí eu imaginei você de terno... Lindo e maravilhoso. - Elidio sorria ao contar-me. - E você propunha-me na frente de todos, e dava-me outra aliança. - Lico subira sua mão pelo meu pescoço, e continuava a fitar-me sorrindo. - E se tivéssemos dinheiro, viajaríamos como uma "lua-de-mel". - ele propunha.
- Lua-de-mel a gente pode fazer até na varanda de casa, amor. Preciso disso aí não. - falei fingindo estar falando sério.
- Insensível! - Elidio reclamara dando um leve tapa em meu peito. - Não é assim que se trata o futuro marido. - Elidio cruzara os braços olhando para o nada.
- Marido nada, que o macho daquela casa sou eu. Futura esposa. - falei firme agarrando Elidio pela cintura.
- Você foi insensível, não quero. Me solta. - Elidio desvencilhou-se de meus braços e então correu avenida á dentro.
Apressei-me para correr atrás dele, e corri o mais rápido que pude. Sim, eram 02:30 da madrugada, em uma avenida vazia de Belo Horizonte e estávamos correndo como se fosse coisa normal. Se bem que, para eu e Elidio, nada era anormal quando estávamos juntos.
- Te alcancei. - comemorei, ao agarrá-lo por trás pela cintura.
- Me larga. insensível! - Elidio esperneava pedindo.
- Deixe de ser ridículo. Você é o meu amor, e o teu pedido é ordem para mim. - falei enquanto beijava sua nuca.
- Tem certeza? - Elidio perguntara fazendo-se de difícil.
- Absoluta. - virei-o de frente para mim e encostei meu rosto no seu e sorri ao dizer.
Elidio retribuira, dando uma risada tímida. Aquela boca pequena, dentes juntinhos e aquele som gostoso... Aquele sorriso que era minha vida inteira.
- Me leva de cavalinho para o hotel? - Elidio pedira.
Virei-me de costas, e Elidio então subiu em minhas nuca, para que eu o segurasse mais firme. Entrelacei meus dedos nos seus, erguendo suas mãos. Tínhamos "muita rua" pela frente, e então Elidio resolveu propor uma brincadeira.
- Eu canto uma música, e você completa, DanDan. - Elidio dissera.
- Se você cantar pagode posso jogar você no esgoto? - perguntei rindo.
- Esse é o desafio, quem conhece mais. Não vale apelar. - Elidio dizia sério.
- Vou perder, mas eu topo. - concordei.
Elidio começara a cantarolar algo que parecia ser sertanejo, e não consegui completar a letra.
- Não gosto de sertanejo, Elidio. Isso é trapaça. - reclamei.
- Isso não é sertanejo. Isso é Thiaguinho! - Elidio respondeu gargalhando.
- Mas ele canta serta... Ah, isso é pagode! Tudo é porcaria, não importa. - tentei disfarçar meu erro.
- 1 para Elidio lindo gostoso x 0 para Daniel que não conhece nada. - Elidio provocara. - Sua vez! - ele pedia.
- Posso não conhecer essas coisas ruins que você escuta, mas canto melhor! Preste atenção como um profissional canta. - estufei o peito, forcei uma tossida, e então cantei uma música do Metallica.
- É uma música dessas bandas de capiroto que você escuta. Não conheço. - Elidio lamentava-se.
- Você tem um péssimo gosto musical. Meu Deus, como você tem o que aprender na vida! - retruquei. - Era Metallica.
- Agora você empatou o jogo, não gostei. - Elidio reclamou desanimado. - Minha vez de novo!
- Cante músicas decentes, por favor. - pedi.
Elidio então começara a cantar novamente, e logo pedi que parasse.
- Que música é essa? Só fala besteira nela! É funk né? - falei irritado.
- Isso! Mas você não sabe cantar, então perdeu. - Elidio dizia apertando meu nariz.
- Preciso ensinar você o que é música boa, alma perdida. - retruquei apertando a coxa de Elidio.
Ao chegarmos em nosso hotel, o "jogo" havia acabado empatado em 6 x 6. E Elidio dizia que ele havia ganho por cantar melhor que eu. Subimos para nosso quarto de hotel ás 3:30, e entramos devagarinho para não acordar Anderson e Giovana. Assim que entramos, avistamos Giovana dormindo aparentemente pelada, com seus seios grudados ao peitoral de Anderson, e apenas um lençol cobrindo as intimidades deles.
- Eles transaram! - Elidio gritou apontando para aquela cena.
- Não grita, Elidio. - pedi tapando sua boca. - E você está devendo-me algo. - cochichei em seu ouvido.
- O que? - Elidio tentou perguntar-me mesmo com a boca tapada.
Segurei em sua cintura, e guiei-o para o banheiro até o chuveiro.
- Eu sabia que não iria esquecer... - Elidio disse sorrindo.
Liguei o chuveiro, ativando o modo de água morna e tirei minha camisa. Em seguida, tirei a de Elidio e peguei-o em meu colo de modo que suas pernas pressionassem minha cintura. Segurei-o com minhas mãos firmes em sua bunda, e sorri para ele, e só aí então beijei-o. Desci Elidio para o chão novamente, e tirei o resto de minha roupa, e ele então fizera o mesmo. Abracei Elidio pela cintura e guiei-o para trás, até ficarmos debaixo da água que caia, e beijei-o calmamente. Deslizei minha mão por toda suas costas, até chegar em sua bunda. Sorri entre o beijo, e então continuei com o mesmo. Com minhas mãos em sua bunda, acarinhei a mesma, apalpando-a toda, de forma carinhosa. Em seguida, senti as mãos de Elidio percorrendo meu corpo pela cintura, até meu membro, e ele começara a masturbar-me devagarzinho. Com a água que caira sobre nossos corpos, sua mão deslizava facilmente sobre ele, e eu excitei-me ainda mais de imediato. Senti seu membro duro, encostando em minha perna e então sorri entre o beijo, e interrompi o mesmo. Encarei seus olhinhos pretos por alguns instantes, feito um completo idiota apaixonado, e então escorei Elidio na parede. Agachei-me, e segurei seus punhos contra a parede, de forma que ele não conseguisse se soltar, e comecei a chupá-lo imediatamente, abocanhando todo seu membro.
Elidio olhava-me com estranheza, porém, deixou com que eu tomasse controle da situação. Continuei a chupá-lo intensamente, e o fato de não poder se mover, deixava-o ainda mais louco.
- DanDan... - Elidio gemia, revirando seus olhos.
Deixei minha boca passar em todo seu membro, e sem demora voltei a chupá-lo rapidamente. Coloquei o máximo que consegui de seu membro em minha boca, e então mantive minha boca parada ali por segundos. Elidio mordia seu lábio inferior, e olhava-me ansioso. Voltei a chupá-lo ao avistá-lo daquela forma, e deixei com que seu membro "batesse" e voltasse entre os lados de minha bochecha, "brincando" com o mesmo em minha boca. Comecei a sentir seu gostinho, e vi que estava quase gozando, e então voltei a chupá-lo insanamente, e pausei minha boca ali, enquanto ele gozava. Assim que engoli, levantei-me e beijei Elidio com toda vontade que eu consegui desapositar. Apertei a cintura de Elidio, e então virei-o de costas, e coloquei meu membro completamente duro em Elidio, e ele então soltara um gemido baixinho.
- Caladinho, amor. Tem gente dormindo. - disse sussurrando em seu ouvido.
Deixei meus braços envolvendo a cintura de Elidio, segurando a mesma e então coloquei mais força nas minhas penetradas. Eu já estava excitado com Elidio, desde a hora que estávamos jantando, e estava com tanta vontade, que misturava-se á pressa. Inclinei minha cabeça pra trás e apenas senti meu membro percorrendo toda entradinha de Elidio, e tentei ir o mais rápido que eu conseguia. E não muito tempo depois, gozei.
- Eu já estava tão excitado, não consegui segurar muito. - lamentei rindo da situação.
- Eu te amo. Obrigado por se excitar por eu ter braços fortes. - Elidio virou-se de frente, e disse em meio á uma risadinha tímida.
Retribui o sorriso, e abracei-o colando nossos corpos completamente, e ficamos um pouco embaixo da água apenas aproveitando o momento. Enchi o ombro de Elidio de beijos, e ele me abraçava como se não quisesse soltar-me nunca. Depois de alguns minutos, saimos do banheiro, vestimos apenas uma bermuda, e fomos para "nossa" cama de casal. Avistamos então Giovana enrolada á um lençol, sentada na beira de "sua" cama, esperando-nos muito provavelmente.
- Acordamos você? - cochichei perguntando.
Deitei-me com Elidio em nossa cama, e cobri a gente com um edredom que havia ali. Elidio então abraçou-me forte, escorando seu rosto em meu peito, e continuamos a conversar com Gio.
- Não, eu perdi o sono mesmo. Como vocês estão? - Gio perguntou sorrindo.
- Alguém está bem humorada... - Elidio comentou rindo sem graça.
- Estamos ótimos, mas cansados. Vamos dormir, e amanhã precisamos lhe contar algo! - falei animado.
- O quê, garotos? Não me deixem curiosa! - Gio perguntava ansiosa.
- Sobre seu casamento. Temos planos, mas depois conversamos á respeito. - Elidio respondera.
- Tudo bem, meus queridos. Boa noite á vocês. - Gio disse ainda sorrindo radiantemente.
Ela deitou-se junto á Anderson novamente, e eu selei a testa de Elidio dizendo que o amava, e depois de ver aquele sorriso maravilhoso, dormi.
Capítulo 30 - Mira certeira.
O Clendon e o Yan me levaram para o hospital porque já eram seis da manhã mesmo, e um enfermeiro retirou os cacos de vidro das minhas mãos e enfaixou em seguida, não disse nenhuma palavra o caminho todo, não sei, acho que pela primeira vez na vida eu estou sentindo vergonha na cara, vergonha do Clendon pelo susto que eu passei nele e do Yan por ter me visto naquele estado, por ter dito aquelas coisas pra mim, por ter admitido meu erro, mas em compensação me sinto mais leve, como se tivesse retirado um peso imenso das minhas costas, agora consigo respirar melhor.
Assim que chegamos percebi que minhas coisas não estavam mais no quintal.
-Eu e a Molly catamos tudo, mas tem umas coisas que não vai dar pra salvar, tipo a guitarra e os pôsteres, alguns porta-retratos também, mas as roupas e os sapatos estão intactos. - Sophia disse sorrindo. -Hum... Obrigada?! - sorri e abracei ela. - Onde está a Molly? -Ela está lá em cima no seu quarto. - ela apontou para cima, acho que ainda estava surpresa com o abraço.
-Bom, eu preciso ir... Talvez apareça mais tarde. - Yan disse me dando um abraço. - Por favor, não faz mais nenhuma besteira?! Tô implorando. E qualquer coisa é só me ligar, ok?! - ele me dei um beijo na testa e apertou um pouco mais o abraço. - Promete? -Prometo. - sorri.
Enquanto ele ia embora subi as escadas e fui em direção ao meu quarto, quando entrei a Molly tinha forrado todo o chão com jornais e não havia nenhum móvel no quarto, apenas pinceis e latas tintas de diversas cores.
-Até que enfim a piradinha chegou. - ela disse. - Pronta para dar um UP nesse quarto? -Hã? - gargalhei. -Ah, fala serio, vem, temos que deixar esse quarto a sua cara. - ela me puxou pelo braço. - Essa suas mãos não vão ser desculpa. -Não vai me perguntar o que aconteceu? - disse pegando o rolo da lata com tinta preta e pintado a parede do meio. -Não. - Molly disse fazendo o mesmo. - Que cor vão ser as outras paredes? - ela mudou de assunto. -Brancas. -respondi.
Eu sempre quis ter um quarto com todas as paredes brancas e só uma preta, pra poder pregar fotos, pôsteres e pendurar coisas e nas outras paredes escrever algumas frases e desenhar de canetão.
-Eu sei que você deve estar se perguntando porque eu não quero saber, mas vai por mim, eu não preciso saber pra entender. Uns dois anos atrás eu surtei e coloquei fogo no carro dos meus pais, por isso até hoje eles não me deixam ter um. Só que ninguém entende que aquilo foi só uma maneira de colocar pra fora toda raiva reprimida dentro de mim. - Molly disse passando a tinta na parede junto comigo. -Como foi que você veio pra cá? - perguntei. -O Lucas me trouxe, depois que a Sophia ligou desesperada. -O Lucas é? Então vocês dois se acertaram? - sorri maliciosa. -E como! - ela sorriu distante. - Nós entramos em um acordo. -Acordo? - vish lá vem merda. -Vamos ter um "relacionamento aberto" - ela fez aspas. - Ele pode pegar as minas que quiser e eu os gatos que eu bem entender, mas tecnicamente estamos juntos, isso resolve nosso problema com relacionamentos sérios. Ele só não pode pegar a vadia da Hallie. -Hum. - cara eu nunca faria uma coisa dessas, as vezes eu acho que esse negócio de livre arbítrio vai longe demais, mas fazer oque.
-E você e o Yan, como estão? -Ótima pergunta. - continuei pintando, e minhas mãos estavam doendo.
-
Umas duas horas da tarde nós tínhamos terminado, a Sophia e o Clendon ajudaram um pouco, voltamos os móveis para dentro do quarto e a Sophia, Molly e eu ficamos conversando enquanto dobrávamos minhas roupas e guardávamos. Não ficou igual antes (lógico), mas quando comprar meus pôsteres e pregar as fotos vai ficar muito melhor. Um tempo depois que a tinta secou a Molly chegou com o canetão.
-Toma, faz sua arte. - ela sorriu e se jogou na cama. -Ok. - peguei.
Peguei o canetão e comecei a escrever coisas como: " You can be happy if you want to be", "YOLO", "Bad girls have more fun" e desenhei o símbolo de algumas bandas de rock entre outras coisas.
-
Desci pra sala e a Molly já veio para o meu lado;
-O que vai usar amanhã? -O que tem amanhã? - perguntei. -O baile de fim de ano do colégio, ué. - ela estralou os dedos. -Hum, acho que não vou, nem sei se passei de ano. -Mas é claro que passou, você recuperou suas notas todas daquela época que surtou e resolveu estudar. - cruzou os braços. - Qual é o verdadeiro motivo de não querer ir? -Só não tô afim. - dei de ombros. -Aham, sei. Mas tipo tenho que ir agora, a gente se fala depois. - ela se despediu e foi embora.
Ficamos a Sophia, o Clendon e eu na sala jogando no PS2 (eu só assitia mesmo), enquanto o Enzo estava dormindo no quarto deles lá em cima. Até que em certo momento ele começou a chorar muito alto, subimos a Sophia e eu pra ver o que estava acontecendo.
Quando chegamos, levei o maior choque da minha vida, a Sophia teve que se apoiar em mim porque se não ia cair, o Ryan estava sentado na cama com o Enzo no colo, segurando uma arma na outra mão.
-Shiuuu, estou tentando fazer ele dormir. - ele disse sorrindo cínico. -O que você quer? - Sophia perguntou se aproximando, mas ele apontou a arma na cabeçado Enzo e ela recuou. -Nada, só o que é meu por direito, lembra? Uma vida por outra vida, você matou meu pai e minha irmã, eu só quero seu filho. -Não matei seu pai! - ela berrou. -Tá, vamos dizer que eu acredito, então estamos quites, a vida da minha irmã pela do seu filho.
Acho que o berro da Sophia chamou atenção do Clendon, quando ele estava se aproximando pelo corredor fiz sinal para ele parar e ouvir.
-Sabe, Jessy. - Ryan continuou falando. - Quando te vi ontem eu fiquei boquiaberto, como pode ter se recuperado tão rápido, está inteira e gostosa como sempre hein?! Tirando essas suas mãozinhas enfaixadas. Mas, enfim, você é mais forte que a sua mamãe. -Como disse? - minha voz soou raivosa e apertei meu punho ignorando a dor. -Ahh você sabe do que estou falando, sua mãezinha morreu atropelada, eu quis dar o mesmo fim em você, só que você tem uma sorte do cão. Cara foi tão fácil matar sua mãe.
Matar minha mãe? Eu estou ouvindo direito? Quando ele disse isso o Clendon fechou a cara e aproveitou que o Ryan ainda não tinha o visto e deu meia volta e desceu as escadas, o que será que ele vai fazer?
-Ahh pela sua carinha você realmente pensou que era um acidente, mas não foi. Vocês realmente pensaram que eu ia deixam vocês impunes por terem me mandado pra cadeia? Sabe como foi difícil fugir de lá? Então contratei um cara pra atropelar você, só que como os assassinos de hoje em dia não são tão bons como os de antigamente ele errou e acertou sua querida mamãe, mas foi melhor do que ter acertado você, lavou minha alma te ver morrendo de chorar e gritando naquela rua em cima da sua mãezinha, agora você sabe como é perder alguém que se ama muito.
Vi que o Clendon tinha surgido de detrás da janela atrás do Ryan, ele deve ter dado a volta na casa para surpreendê-lo, mas o Ryan ainda não havia visto, ótimo.
-Eu vou matar você. - disse atônita.
Minha raiva estava tão grande que eu sentia que a minha cabeça podia estourar a qualquer momento.
-É mesmo e como você vai fazer isso? - ele sorriu. -Assim. - disse
Então fiz sinal com a cabeça e o Clendon pulou em cima do Ryan o imobilizando pelo pescoço, em seguida eu e a Sophia pulamos em cima dele, a Sophia pegou o Enzo no colo e se afastou, o Ryan tentou disparar a arma, mas ela caiu no chão, bem nos meus pés.
Só me abaixei e peguei-a, em seguida apontei para a cabeça dele, enquanto isso o Clendon me olhou meio assustado e foi para o lado da Sophia.
-Ahh por favor Jessy, você nem sabe como usar a arma. - Ryan disse se levantando e andando em minha direção. -Tem certeza? - carreguei a arma e coloquei o dedo no gatilho, ainda apontando na cabeça dele.
-Jessy, não atira, não joga sua vida fora por esse imbecil. - Clendon gritou. -Escuta seu irmão, garota. - Ryan disse parado. -Cala a boca, desgraçado. - berrei. - Ele merece Clendon, ele matou a mamãe, me atropelou, sequestrou a Sophia, tentou roubar seu filho, te deu um tiro, tentou me estuprar... Ele merece. -Jessy não, você não sabe como é carregar o peso de uma morte. - Sophia disse chorando. -É Jessy você não sabe. - Ryan repetiu. -Não vou te mandar calar a boca outra vez. - olhei para ele furiosa.
Realmente queria matá-lo, se ele sumisse todos os meus problemas acabariam, ninguém mais ia atormentar minha vida, com o Daniel internado e longe de mim, só quem ficaria no meu caminho seria a Hallie, mas dela é fácil se livrar, só mais uma vadia, a Molly e eu damos conta dela, mas o Ryan é como uma barata, você acha que matou, mas quando olha ela ainda está se mexendo. Só exterminando mesmo pra acabar com a praga.
-Você é um dos motivos da minha desgraça, foi você quem enfiou as drogas na minha vida, por sua causa eu fiquei com tanta raiva que resolvi experimentar de tudo e me viciei. -Desculpa, eu tenho esse dom! - ele sorriu se vangloriando.
Dei um tiro no chão bem ao lado dele e mirei novamente na sua cabeça.
-Calado, entendeu? - gritei. -Jessy! - Sophia e Clendon berraram enquanto o Enzo chorava. -Tá bom, calminha. - ele sussurrou um pouco assustado. -Eu sinto dores na costela até hoje por sua culpa. - duas lágrimas escorreram dos meus olhos, lágrimas de ódio,de sede de vingança.
Ouvi sirenes de polícia se aproximando bem distante, olhei para o Clendon, naquele momento percebi que foi ele quem havia chamado.
-Tik tok... Então Jessy, vai atirar ou não? - Ryan disse me deixando ainda mais nervosa. -Já te mandei calar a boca. - disse baixo. -Já chega, a polícia está chegando e eu sei que você não tem coragem para atirar, então tchau! - ele disse se movendo em direção a janela. -Não tenho é? Errou de novo. - apontei. - Não tenho medo das consequências! - gritei. -Jessy não! - Clendon gritou.
Disparei. Ele caiu no chão, um pouco de sangue escorreu.
-Realmente não vale a pena jogar minha vida fora por causa de um lixo como você. - cuspi nele.
-Você é louca! - ele disse gritando e choramingando ao mesmo tempo enquanto segurava o joelho esquerdo ensanguentado. -É eu realmente sou louca, e você é idiota de ter cruzado meu caminho. Sabe por que? Eu tenho sede de viver, e não é um parasita como você que vai estragar tudo. - entreguei a arma nas mãos do Clendon. - Segura isso antes que eu me arrependa e estoure a cabeça dele.
Ele me olhou meio confuso e um pouco orgulhoso.
Desci as escadas enquanto os policiais invadiam.
-Onde ele está? - perguntaram. -Primeira porta a esquerda no final do corredor subindo as escadas, por favor, vê se dessa vez não deixam ele fugir, já não aguento mais. -Pode deixar mocinha. -Ahh,ele vai precisar de um médico. - disse. -Porque? -Atirei nele. - sorri. -Bem que o safado merecia. -ele sorriu e seguiu subindo as escadas com mais quatro policiais junto.
Eu podia muito ber ter acertado na cabeça, eu mirei, mas quando fui atirar minhas mãos vacilaram, eu pensei, será que minha mãe aprovaria isso? Matar esse cretino em memória dela? Não, ela nunca ia querer isso, então mirei no joelho, porque assim nunca mais o desgraçado ia poder correr, e toda vez que fosse andar mancando ia se lembrar de mim, se arrepender de ter se metido comigo.
Sai e subi para o telhado da casa pela varanda, ascendi um cigarro e olhei para o céu, as estrelas estavam lindas, mas a lua estava exuberante, parecia até uma recompensa pelo dia terrível que tive, mas que era necessário.
-Sinto sua falta, mãe. - sorri. - Quem diria, eu que tanto te desprezei. Desculpe por não ter te dado o devido valor quando você ainda estava aqui.
Lá embaixo os policiais carregavam o maldito do Ryan até a ambulância, havia até alguns repórteres e o Clendon estava dando algum tipo de depoimento, a Sophia ninava o Enzo em meio a toda aquela confusão de sirenes, flash's de câmera, policiais e viaturas.
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Senti um arrepio na espinha ao relembrar de velhos tempos, um hábito, um péssimo hábito. É assim que vivo a vida. Em meio à confusões, decepções, tristezas, aflições, incertezas, amizades, amores, loucuras... No fundo sei como essa história termina, mas tenho medo de admitir pra mim mesma.