São Paulo Bienal - Brazil | Repost: @cmlrb #peoplewatching #artfair #gallerypeople #museumpeople #bienalsãopaulo #32bienal #sãopaulo #brazil (at 32º Bienal de São Paulo - Incerteza Viva)


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São Paulo Bienal - Brazil | Repost: @cmlrb #peoplewatching #artfair #gallerypeople #museumpeople #bienalsãopaulo #32bienal #sãopaulo #brazil (at 32º Bienal de São Paulo - Incerteza Viva)
#32bienal #saopaulo #ibirapuera #splovers #sp4you #cidadedagaroa #AlcatelIdol4 (em 32º Bienal de São Paulo - Incerteza Viva)
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Nota 1: a 32ª edição da Bienal de Arte de São Paulo está insossa e cheia de más soluções curatoriais. O tema, o discurso, parece interessante, mas o desenvolvimento de vários trabalhos mataram a experienciação. Resta um grande esforço mental, e boa fé, dos visitantes para absorverem o discurso técnico, muitas vezes batido, dos artistas, já que as obras nem sempre dialogam muito. Nota 2: viajar com os amigos sempre será uma experiência ímpar por criar histórias a serem relembradas. Seja a Dé (arte educadora de formação) avaliando comigo, ambos com a boca torta, as intenções da Bienal; seja a Ná (Terri Schiavo) desaparecendo e ressurgindo como se nada tivesse acontecido; seja a Ana em busca de bruxinhas; seja o Hugo tocando violão para o Heitor, agora temos mais experiências emocionais em nossas vidas. #32bienal #bienaldearte #friends #art #contemporaryart (em 32 Bienal De Arte Contemporânea De São Paulo)
Com o tema Incerteza viva [Live Uncertainty], a 32ª Bienal de Artes de São Paulo aposta na reflexão sobre as condições da vida e as estratégias oferecidas pela arte contemporânea para acolher ou habitar incertezas. A exposição reúne 81 artistas e coletivos. Alguns acertam em cheio na proposta, outros nem tanto. Prepare-se: a temática indígena está presente em diversas obras (ou instalações ou vídeo arte). Com forte conotação política, a exposição se propõe a traçar pensamentos cosmológicos, inteligência ambiental e coletiva assim como ecologias naturais e sistêmicas. Dentro desta proposta, destaque para a instalação colorida do jamaicano Ebony G. Patterson. Para que possamos enfrentar objetivamente grandes questões do nosso tempo, como o aquecimento global e seu impacto em nosso hábitat, a extinção de espécies e a perda de diversidade biológica e cultural, a instabilidade econômica ou política, a injustiça na distribuição dos recursos naturais da Terra, a migração global, entre outros, talvez seja preciso desvincular a incerteza do medo. A incerteza está conectada a noções endêmicas no corpo e na terra, com uma qualidade viral em organismos e ecossistemas. Embora esteja atrelada à palavra crise, não é equivalente a ela. Incerteza é, sobretudo, uma condição psicológica ligada aos processos individuais ou coletivos de tomada de decisão, descrevendo o entendimento e o não entendimento de problemas concretos. A noção de incerteza faz parte do repertório da matemática à astronomia, passando pela lingüística, biologia, sociologia, antropologia, história ou educação. Diferentemente do que acontece em outros campos, no entanto, a incerteza na arte aponta para a desordem, levando em conta a ambiguidade e a contradição. A arte se alimenta da incerteza, da chance, do improviso, da especulação e ao mesmo tempo tenta contar o incontável ou mensurar o imensurável. Ela dá espaço para o erro, para a dúvida e até para os fantasmas e receios mais profundos de cada um de nós, mas sem manipulá-los. Aprender a viver com a incerteza pode nos ensinar soluções. Compreender diariamente o sentido da Incerteza Viva é manter-se consciente de que vivemos imersos em um ambiente por ela regido. Assim, podemos propor outras formas de ação em tempos de mudança contínua. Discutir incerteza demanda compreender a diversidade do conhecimento, uma vez que descrever o desconhecido significa interrogar tudo o que pressupomos como conhecido. Significa, ainda e também, valorizar códigos científicos e simbólicos como complementares em vez de excludentes. A arte promove a troca ativa entre pessoas, reconhecendo incertezas como sistemas generativos direcionadores e construtivos. Curador: Jochen Volz Cocuradores: Gabi Ngcobo, Júlia Rebouças, Lars Bang Larsen e Sofía Olascoaga 32ª Bienal de São Paulo – Incerteza viva Data: até 11 de dezembro de 2016 Horário: terça, quarta, sexta, domingo e feriados – das 9h às 19h (entrada até às 18h) / quinta e sábado – das 9h às 22h (entrada até 21h) Entrada gratuita Local: Pavilhão Ciccillo Matarazzo – Parque do Ibirapuera – Portão 03 – São Paulo/SP Atenção: Zona Azul – R$ 5,00 pelo período de 2h – Tem que credenciar a placa na hora do pagamento nos quiosques disponíveis dentro do Parque. Não compre de camelô, que aquele antigo papel não tem validade!
32ª Bienal de Artes de São Paulo | Incerteza Viva Com o tema Incerteza viva , a 32ª Bienal de Artes de São Paulo aposta na reflexão sobre as condições da vida e as estratégias oferecidas pela arte contemporânea para acolher ou habitar incertezas.
Não vê quem não quer #incertezaviva #32bienal (em 32 Bienal - Incerteza Viva)
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