sou louco e tenho medo da minha memória.
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sou louco e tenho medo da minha memória.
viramos amigos rápido demais pra descer desse cometa em rota de colisão com VÉNUS De Milo
e sem meus braços de gesso não sou ninguém não sou alguém que pode te segurar ou te jogar pra fora do caminho, seja ele certo ou errado.
desculpa o silêncio é que eu prefiro viajar na calada da noite contemplando as estrelas e essa fuga que nos separa.
revoguei os dois lados
da moeda.
irei sustentar o título mor
da hipocrisia.
vou plantar
e vou destruir.
vou sair de tudo
e depois entrar mais ainda.
vou ligar todas as luzes
e liquidar toda energia.
vou beber de todas as águas
e jorrar em nascentes escondidas.
enterrar árvores
e proporcionar vivários de coisa tão minúsculas
porém ricas.
quando proveitosa a solidão sobre nós enterramo-nos em seus cobertores cor de lavanda e o cheiro daquelas flores escrevendo o teu nome num pequeno fulgor de luz dizendo-me assim:
nunca desperte. o feitiço quando se quebra nenhum tempo resolve.
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