3ª Temporada - 6º Cap. - Finalmente a sós. (+18)
[Narração Daniel] Depois de uma noite ótima de sono, acordei e percebi Elidio dormindo em cima de mim com sua cabeça encaixada em meu peito. Olhei a cena e sorri. Olhei para meu celular, e o relógio marcava 13:00, e então percebi um bilhete ao lado. Peguei-o e li. "Saí com Gustava para fazer compras, fiquem á vontade e á tarde estamos de volta." o bilhete dizia. Ao me movimentar para colocar o bilhete no mesmo lugar, Elidio acordou. - Lico? Bom dia... - eu dizia passando minhas mãos em seu cabelo e beijando sua testa, ainda, fervendo. Elidio tossira, e depois de uma breve crise conseguiu me responder. - Bom dia, DanDan. Acho que não estou muito bem, né? - Lico dramatizava. - Eu devia ter levado você ao médico. Sou muito irresponsável. - falei desesperado. - Vamos embora pra nossa casa, e cuidarei de você agora. - eu pedia. - Acalme-se, DanDan. - Lico pedia levanto-se, e forçando para não tossir. - Aqui também tem coisas que eu posso tomar e melhorar. - seus olhos pretos me olhavam profundamente. Sorri de lado, e peguei Elidio em meus braços e guiei-nos até a cozinha, e expliquei porque estávamos sozinhos em casa. Desci Elidio até se sentar numa cadeira que havia na cozinha. - Fique quieto ai. Irei resolver seu problema. - exigi. Elidio deu de ombros e permaneceu ali estático. Procurei por todos os armários e encontrei uma caixa fechada de chás. Preparei um de menta, e uma vasilha com salada de frutas e coloquei tudo na mesa que havia do lado de fora da casa. Elidio não perguntava nada e só me observava. Finalizei o preparo do café da manhã com limonada suíça e coloquei junto das outras coisas. E voltei para buscar Elidio. - Venha comigo, princesa. - falei pegando-o em meu colo novamente e levando-o para fora de casa. - Você vai me deixar mal acostumado. Não precisa de tanto. - Elidio dizia enquanto selava meu pescoço e me fitava com os olhos. Ignorei sua exigência, e sentei-me em uma das cadeiras da mesa que eu havia servido o café da manhã, e encaixei Elidio no meu colo. - Agora, coma tudo que te preparei. E se até á tarde não melhorar, procuraremos um médico. - exigi olhando em seus olhos. Elidio então cumprira com minha exigência. - Achei que estaria fora de nossa realidade podermos acordar juntos. Aqui na casa de mamãe. - Elidio comentara observando o céu. - Pensava do mesmo jeito. Você foi bem corajoso. - respondi apertando sua cintura junto ao meu corpo. - Sempre achei que seria mais dificil assumir á minha família que publicamente, por exemplo. - ele comentava. - Publicamente seria demais. Quer dizer, Lico... Somos bastante reservado quanto á nossas vidas pessoais. - Sim, somos. Mas eu aprendi uma coisa ontem. A única pessoa que poderia impor uma opinião significativa á nós, nos aceitou. Do resto eu não quero saber. - Elidio dizia firme. - Você está falando com uma firmeza hoje... Deve ser a febre. - brinquei. Elidio sorriu, terminou de beber seu suco que faltava, e deitou sua cabeça sobre meu peito, e acolheu suas pernas em meu corpo. - Você está se sentindo bem, Lico? - eu perguntava ainda preocupado. - Estou sim, DanDan. Eu não queria estar doente. - Elidio dramatizava. - Quanto tempo a gente não... - ele finalizava colocando a mão dentro da minha calça. - Eu também estou com saudade disso. - respondi olhando para sua boca. Segurei Elidio firme em meu colo, apertando sua bunda com ambas as minhas mãos, e beijei-o com vontade. Quando tentei abrir o zíper de sua bermuda, Elidio então me interrompera. - E se chegam aqui e nos flagram? - ele perguntava preocupado. - Poxa, Elidio... Você me atiça e corta o meu barato. - disse decepcionado. [Narração Elidio] Tampei a boca de Daniel com um dedo, e levantei-me. Peguei em sua mão e guiei-o até o quarto de minha mãe, onde havia uma banheira, e nos tranquei lá. - Elidio. É. O. Quarto. Da. Sua. Mãe. - Daniel dizia com medo olhando ao redor. - Podia ser do Barack Obama. Quero você. - eu tentava falar em meio á tosse. Escrevi num bloco de anotações, os dizeres: Não entre, não bata na porta.. É sério. e colei-o do lado de fora e voltei para dentro. Daniel sorriu de lado, e prensou-me na parede. Sua boca "passeava" pelo meu pescoço. Daniel então tirou minha camisa jogando-o no chão, e minha bermuda semi-aberta foi totalmente tirada. Em seguida, ele me pegou em seu colo e guiou-me até o banheiro. Colocou-me no chão, e "passeou" com sua boca pelo meu corpo. Eu já não sabia o que me fazia delirar mais. A febre ou a boca de Daniel. Dani então parou ajoelhado em minha frente e desceu minha cueca jogando-a para longe também. Então, tirou meu membro já duro e colocou-o em sua boca. Revirei meus olhos, e guiei sua nuca, pressionando sua boca contra meu membro. Daniel mantinha seus olhos nos meus o tempo todo, e aquilo me alucinava ainda mais. Tirei meu membro de sua boca por um tempo, e então brinquei com ele dentro de sua boca, "batendo" contra a mesma. Daniel revirava os olhos e tentava a todo tempo colocar sua boca novamente em meu membro. Coloquei-o novamente, e Daniel chupava ainda mais rápido e com mais vontade. O suor pelo meu corpo descia, e o delírio subia. Até que, o alívio veio e gozei em sua boca, e Daniel engoliu. Dani sorriu para mim, ficou novamente de frente pra mim, passou a mão em meu rosto e beijou-me. Desceu sua mão até minha cintura, e guiou-me para perto da banheira, e então nos sentamos na mesma, enquanto ela se enchia. - Eu... Sinto tanto sua falta. De todos os modos. - Daniel falava com seu rosto colado no meu e seus olhos fechados. - Do mesmo modo que agora, sempre estarei aqui. - respondi guiando meu corpo para cima de Daniel. Ao deixarmos a banheira, relativamente, cheia, Daniel virou-me de costas, e guiou meu corpo de modo que eu sentasse nele lentamente. - Deixa que eu te guio. - Daniel falava enquanto beijava minhas costas. Com as mãos em minha cintura, Daniel guiava meu corpo fazendo com que sentasse nele lentamente. Até que, com seus braços, ele prensara minha cintura e aumentara o ritmo de forma repentina e rápida. Sentia seu membro entrando todo em mim, e segurava-me para não gritar. Mantida essa velocidade, Dani então gozou dentro de mim. Dani então se recompôs, e deitou-me em seu colo, e começara a me acarinhar e beijar-me no rosto. - Espero que você melhore ainda por agora. - Dani dizia com o tom de voz ainda preocupado. - Me faz mais mal te ver assim, do que o que de fato, estou sentindo. - Tento manter a calma, em todas as coisas, Lico. Porém, mudei após nos reverlamos, digamos assim. - ele se justificava. Ergui minha cabeça e apoiei meu queixo em seu peito, encarando-o. - Porque mudou? Nunca quis que mudasse. - Não foi porque eu quis. Mas pelo que temos e sinto por você. Me forçou á isso. - ele dizia com um sorriso estampado. Retribui o sorriso, então terminamos de tomar nosso banho e saimos do banheiro só de toalha. Iriamos ao meu quarto, vestir outras roupas. Saimos cautelosamente do quarto de minha mãe, observando se a mesma havia chegado, e nenhum sinal. O calor estava intolerável, porém, Daniel exigira que eu vestisse uma roupa. Dani vestiu apenas uma bermuda, sem cueca, e separou uma roupa para eu vestir. Um moletom preto, e uma bermuda. - Vista-se e vá para a sala. Te espero lá. - Daniel exigiu. Concordei sem entender nada, e me vesti. Passei o perfume mais cheiroso que havia ali, ainda guardado em meu ex quarto. Então, fui para a sala. Havia um suco de laranja natural servido á mesinha perto dos sofás, uma coberta, e a televisão ligada em um filme. - O que é isso, Dani? - perguntei rindo sem graça. - Sente-se. - ele me puxava para o sofá. Ele exigira que eu bebesse o suco, então o fiz, e em seguida, ele deitou-se e puxou-me para cima dele, e cobriu-me com uma coberta. - Você é a única pessoa capaz de me deixar sem palavras. - falei firme. Lembro-me que Daniel dormira no meio do filme, e então, em seguida eu também. [Narração Dona Creuza] Eu e Gustavo compramos algumas coisas para a casa necessárias, e então voltamos para a casa ás 17:30. - Estou preocupada. Elidio está febril há 3 dias. - eu comentava ao sairmos do carro. - Ah, mãe. Daniel deve estar cuidando dele. - Gustavo tentava me acalmar. Olhei para ele concordando, e fomos para dentro de casa. Ao entrarmos, avistamos Elidio dormindo abraçado com Daniel, e um filme ligado na televisão. - Esses dois só dormem assim, é, mãe? - Gustavo perguntara encarando aquela cena. - Deixe eles. Guarde as coisas por mim, vou ao meu quarto tomar banho. Estou muito cansada. - eu pedia a Gustavo, e beijei seu rosto. Fui para meu quarto, e li um bilhete que havia colado na porta, para não bater na mesma nem entrar. Porém, a porta estava aberta e ignorei. Olhei para o chão e roupas, de Elidio jogadas ao chão, e o chão do banheiro relativamente molhado, e a banheira cheia. "Não pense besteira. Não pense besteira. Ew," pensei comigo mesma, tentei ignorar aquilo e então fui tomar banho.














