Maria Montez in magazines, 1944
Ebay, wikipedia, alamy todocoleccion, Esquire & nadirkitap.
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Maria Montez in magazines, 1944
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- a cena -
figlia 1: «papà, ma tu ce l'hai l'amante?»
figlia 2: «ma chi vuoi che se lo piglia questo!»
mi sono sentito come clark kent che perde gli occhiali per un attimo.
ma chi sia superman (e se davvero esista)... è ancora un mistero.
Mi immagino te a cena con quello che ti annoi vedi il mio volto nel suo sguardo, inutile negare che pensi ancora a un noi.
Cuore-fatto-di-ghiaccio
Un percorso degustativo da veri gourmet. “A cena con i Feudi” con Giuseppe Maglione
Un percorso degustativo da veri gourmet. “A cena con i Feudi” con Giuseppe Maglione
“A cena con i Feudi” ed un percorso degustativo da veri gourmet con Giuseppe Maglione
Il nuovo impasto al DUBL di Giuseppe Maglione per una nuova pizza per Giuseppe Maglione. Una sperimentazione, una grande tavolozza di colori da cui attinge sapori che ama unire e scomporre. La pizza per lui è una sfida che vale il percorso faticoso di chi non si accontenta. E l’ultima novità in casa Daniele…
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Rashid mostra sua visão de enquadro no clipe de “A Cena”
- por Eduardo Ribas
Ao mesmo tempo em que um enquadro pode servir como um reparo, pode servir também como uma punição, um castigo que serve para colocar algo de volta ao que em algum momento é considerado o certo, o ajustado. A vida, dura como ela é, e que nos apresenta obstáculos que nos enfraquecem um pouco mais a cada dia, ainda nos traz diariamente esses enquadros em cada esquina, em cada ônibus lotado, em cada vez que você precisa se justificar para o seu chefe ou ao seu próprio pai e em cada relação que você vê que está em desvantagem em termos de poder apesar por ser quem é. Falta voz, a sensação é de sufoco, e quando você percebe que nada vai ficar mais fácil com o passar do tempo, muito pelo contrário, o desespero bate. É nesse momento em que você decide encarar e junta todas as suas forças para seguir em frente, ou então desistir. Se você for preto ou pobre, então, sua desvantagem é ainda maior, como se você fosse um corredor iniciante e ao lado só visse clones de Usain Bolt competindo com você na grande corrida da vida. Sem contar os obstáculos complexos e mortais que encontramos pelo caminho. Ninguém disse que essa corrida seria fácil, mas também não precisava ser assim tão difícil. Assistir ao clipe de “A Cena” traz um pouco desse sofrimento diário que passamos, e cai como uma luva nesse mês da Consciência Negra, momento em que a sociedade para e pensa (ou ao menos deveria) sobre a causa negra. Que causa negra? A que enfrenta o racismo que aparece no anúncio de vaga para a nova série do Netflix ou quando a atriz negra da novela (Taís Araújo) é hostilizada nas redes sociais, no negro estereotipado na propaganda ou em quadros de humor na TV, no momento em que alguém defende que chamar o outro de macaco é só brincadeira ou que a mulher negra é associada apenas ao prazer e ao sexo e até mesmo quando um simples conselho, dado sem maldade para uma criança de 5 anos, diz respeito a alisar o cabelo “ruim”. Com direção de Levi Vatavuk, que já trabalhou com Rashid em “Patrão” e com o grupo Inquérito, o clipe de “A Cena” conta com a participação da cantora Izzy Gordon e do DJ Mr. Brown e foge do enquadro “tradicional” mostrado em rima, aquele feito pela polícia, e dá luz à todos os sufocos que passamos no dia a dia, sem chances de gritar e mostrar que temos uma voz. “Em que momento você se sente enquadrado? Em que momento você também não está "enquadrando" alguém sem perceber?”, questiona Rashid. Essa é fácil de responder: enquanto vivermos em uma sociedade em que as relações de poder entre homens (e mulheres) existirem a cada interação, seja na conversa ou mesmo um olhar, e uma das vozes se achar no direito de se impor a outra, os enquadros vão continuar existindo. Afinal, basta estar vivo para enquadrar ou ser enquadrado.
Vorrei che tra le righe tu capissi che Che nonostante il mio sorriso Non tutto è stato semplice ed anche se Nascondo il peggio è perché il meglio È perché il meglio è andato via con te Via con te La verità è che mi sento morire dentro E la bugia è che non m’importa poi così tanto Così tanto
Giusy Ferreri in “Ti porto a cena con me”
Per tutti i nostri cieli tremendi e dolcissimi.
L'Officina della Camomilla, Ti porterò a cena sul braccio della ruspa