Amei aqui, muito lindo <3
Muito obrigado moça, seja bem vinda ♥

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Amei aqui, muito lindo <3
Muito obrigado moça, seja bem vinda ♥
Não sabia se devia, ou se podia me entregar. Me jogar de cabeça na profundidade do teu olhar! Mas em nenhum livro de romance fora premeditado se daria certo ou se daria errado. As coisas acontecem assim, sem mais nem menos! Com jeito manso de chegar, bagunçando tudo que tinha dentro de você! Aquela bagunça gostosa que cê fez, que não dá vontade nenhuma de arrumar! Só você conseguiu derrubar aquele muro gigante que eu havia criado dentro de mim, e daí veio a bagunça. Blocos espalhados pra todos os lados, sendo esmagados pelo sentimento que brotou e veio crescendo aqui. Se for pra eu errar, que seja com você! Não se esconde de mim, não foge, não some. Agarra no meu quadril, daquele jeito que cê sempre faz. Agarra e não solta. Me tenha, me pertença, e não tira esse olhar de mim
Ela
28 de julho de 2015
É engraçado, não é? Quando você imaginou ser algo no plural comigo? Era só uma brincadeira, brincadeira boba que disfarçada negava tudo aquilo que já era evidente para todo mundo.
É engraçado, não é? Você chegou devagarzinho, e sem querer foi ficando e ficando. Levando de mim tudo que eu tinha e trazendo consigo a paz que faltava nos meus dias.
Cartas que nunca entreguei
26 de julho de 2015
Eu procuro palavras e mais palavras para tentar nomear, descrever, demonstrar toda a bagunça em que meu coração se encontra, mas a única coisa em que consigo pensar é você! E só de pensar, meus olhos marejam e em poucos instantes sinto as lagrimas escorrerem. Meu coração aperta, a saudade me pega, eu levo um nocaute.
Dentro de mim cresce uma vontade incontrolável de te ligar, ouvir sua voz, ouvir o som da sua respiração e disparar a falar sem arrependimento que meu coração pede você ao meu lado, perto de mim, comigo. Que os erros cometidos são baboseiras mal pensadas, precipitadas, porque a única coisa que preenche meu coração é a angustia de não te ter.
Eu sei! Nunca me abro, nunca digo o que sinto, o que passa dentro dessa bagunça do meu coração. E por isso, me desculpa não falar o quanto me importo com você, o quanto te quero, o quanto cada parte de você, mesmo que bem pequenininha, me faz feliz, me faz bem, me acalma. Me desculpa não dizer o quanto gosto de você. Não te convencer que o certo nunca será menos do que ficarmos juntos. Não te deixar ver que sou completamente louca por você.
Eu me apaixonei, perdi a cabeça, a razão, o coração, porque agora ele é todo e completamente seu. Eu me perdi de mim e me achei em você! Então me desculpa não ter deixado você saber disso antes. Desculpa deixar que a insegurança e o medo de me entregar se preencher dentro de mim, quando eu já estava completamente mergulhada de cabeça em você.
Cartas que nunca entreguei
25 de julho de 2015
Quando nós gostamos muito de alguém, colocamos essa pessoa em primeiro lugar acima de tudo, acima de todos. Por motivos que até nós mesmos desconhecemos, e na maioria das vezes não explicamos, não deixamos saber, não deixamos ao menos entender o por que. Quando digo que ando pensativa, deliberadamente é sobre o que acho melhor para você. Eu poderia tentar te explicar todos os meus motivos, mas não tenho o direito de te pedir nada disso, e você nem merece isso.
Um relacionamento deve ser como você disse: cada qual com seu espaço, mas juntos. Nenhum dos dois deve ficar a mercê. O que você nunca soube é que quando fico pensativa, é justamente por isso. Por querer tanto você, e não saber proporcionar o que você precisa. Não porque não quero, mas porque não posso. E quando digo que não posso, jamais pense que é porque não gosto de você o suficiente para isso, porque eu gosto e muito. Jamais pense que é por falta de certeza de querer estar com você, porque essa eu tive desde o momento em que me quis como sua.
São tantas as coisas para as quais não me abri pra você, por medo, insegurança, porque não quis te perder. E não querendo te perder, te perdi! Logo no inicio, pedi que tivesse paciência e que com calma lesse todas as páginas do meu mundo. Mas somos ansiosos, ansiamos o que queremos no nosso momento, na nossa vontade e perante essa ânsia, não sei se você teve a calma e a paciência pra ler as tais páginas nos momentos certos, de acordo com o tempo necessário para que eu fosse lhe mostrando os capítulos.
Mas eu não posso te culpar, no seu lugar eu teria as mesmas ansiedades, curiosidades, pensamentos. No seu lugar, eu teria desistido há muito tempo. Mas eu torci para que nunca desistisse, para que nunca se cansasse, para que nunca se importasse com as minhas constantes crises e instabilidades momentâneas, porque no final vinham carregadas de uma carência e vontade de ser sua, só sua!
Cartas que nunca entreguei
24 de julho de 2015
Eu havia compreendido que deveria parar de procurar e querer aquilo que me transborda, parar de procurar sempre algo mais, parar de não aceitar aquilo que tenho e me contentar com aquilo que me preenche, porque eu sei e agora percebo que me faz bem, que me trás paz, calma. Que é isso que eu quero. Mas eu não aprendo, eu nunca aprendo. Parece que eu nasci com o defeito de não me contentar com nada!
Às vezes me acho tão complicada, nem eu mesma entendo o que sinto, o que se passa na minha cabeça, no meu coração. Como diabos eu possa querer que alguém entenda? Não tenho esse direito! E hoje me veio um aperto no coração, quando você transmitiu um adeus sem ao menos dizê-lo. Eu sabia que sentiria sua falta.
Já dizia-se por ai “os grandes poetas precisam de um papel e uma caneta, já poetas como eu precisam apenas de uma dose de tristeza”. Foi isso que eu senti: tristeza em te perder. Não sei se me sinto feliz por você me afetar tanto a ponto de eu precisar voltar a escrever, ou se eu me sinto infeliz por escrever sobre você no passado. Acho que eu não soube me expressar enquanto você fazia parte do meu presente, das coisas que eu programava para o nosso futuro, e agora sou obrigada a escrever no passado, te ter no passado, sentir no passado.
Você foi aquele alguém novo, que chega com jeitinho de quem não quer nada mas querendo tudo, que se aproxima sem intenção de ter nada mas leva tudo. Você chegou de mansinho e causou dentro de mim um tsunami de emoções. Literalmente abalou todas as minhas estruturas, tudo aquilo que eu negava a algum tempo, você teve a capacidade de quebrar tudo aquilo e me ter só pra você, inteiramente e completamente sua.
Você roubou meu coração, e mesmo assim eu o lhe entregaria sem pensar nem uma misera vez, porque você era tudo aquilo que eu sempre procurei. Eu gostei de você, eu gostei muito de você. Jamais se esqueça!
Cartas que nunca entreguei
09 de março de 2015
Eu sou assim! Sinto demais, sinto até não aguentar mais, sinto até morrer dentro de mim. Então renasço como uma fênix que renasce das cinzas, e tudo em mim volta a florescer.
Eu sou assim! Sou de fases, sou de épocas. As estações dentro de mim duram por tempo longo até que me consomem por inteira e eu, finalmente, posso passar para outra estação.
Eu sou assim! Feita de emoções e sentimentos, buscando tudo que me transborde, que me consuma, que me exploda por dentro.
Tente ficar durante uma estação. Não tenha medo, não me deixe com medo. Se esforce, me tenha, me ganhe, me roube. Mas se não ficou durante uma estação, me desculpe meu amor, mas eu renasci mais uma vez e meu peito está aberto pronto pra outra estação, pra outro amor, pra outra vida. Eu sou assim!
Cartas que nunca entreguei
26 de fevereiro de 2015
Ainda sobre ele.
Ontem eu perdi o chão! Viajo cerca de uma hora todos os dias para chegar a faculdade, sem falar na volta. É o único momento em que realmente me sinto sozinha comigo mesma, podendo pensar nas minhas coisas. Eu queria que houvesse mais do que pensar, alem de ser só ele. Mas não há!
Todos os dias eu passo em frente ao apartamento dele, fico pensando se um dia, sem querer, iria o ver chegando ali no mesmo horário em que passo, mesmo sabendo que ele saia do serviço as 19h e depois desse horário eu já estaria na faculdade.
Bom, a grande questão é que ontem bem na hora que passava em frente ao prédio dele, ele surgiu de trás de um carro indo em direção ao prédio. Eu perdi o chão, marejada pelos pensamentos de que se um dia iria o ver ali, e vi. Eu entrei em estado de choque, paralisei por alguns segundos e em seguida senti meus olhos se encherem de lagrimas das quais falhamente tentei segurar.
Eu não sei se fiquei feliz em ter visto ele, ou se fiquei triste de ter visto só de longe. A saudade apertou meu peito com tanta força que foi impossível não doer. Pensei nele no resto da noite.
O meu grande problema é que não sei lidar com os meus sentimentos, eu sempre sinto demais. Tudo em excesso. E depois de algumas, ou várias cervejas. Eu não me lembro. Bombardeei o celular dele com mensagens. Disse tudo que eu sentia. Saudade, amor, esperança, vontade e pior que levar um fora é ter o silencio daquele que a gente ama. Ele conversou comigo, mas não respondeu nenhuma das minhas expectativas com relação a nós. Apesar de ter declarado indiretamente um pequeno ciúmes com uma colega em comum. Mas pedir pra voltar? Porque eu fiz isso? E o silencio dele me matou. Fiquei brava e não quis mais conversar.
Depois de algumas horas, aqui estou eu.. Derramando amores por ele, escrevendo o que obviamente deveria dizer a ele, e querendo desesperadamente falar com ele. Ser aquela com quem ele mais quer falar durante o dia, ser aquela de quem ele deseja desesperadamente um abraço quando não está bem ou quando algo muito bom aconteceu, ser aquela que ele ama!
Espero que os dias passem cada vez mais rápido, que o tempo lave e cure tudo que sinto agora. O tempo é rei, e irei esperar.
Cartas que nunca entreguei