w. @aangkroos
( sms → aang ) : ei
( sms → aang ) : depois confere pra mim se não deixei meu casaco no seu carro, por favor?
( sms → aang ) : valeu!

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w. @aangkroos
( sms → aang ) : ei
( sms → aang ) : depois confere pra mim se não deixei meu casaco no seu carro, por favor?
( sms → aang ) : valeu!
w. @aangkroos
Tinha olheiras que deixavam explícita a noite em claro, mas sorria de maneira enérgica ao caminhar para fora do quartel dos bombeiros. Usava uma camiseta branca e a calça de sarja do uniforme, com a mochila nos ombros enquanto se dirigia até o jipe do amigo. "Bom dia!" Cumprimentou ao bater com os nós dos dedos no vidro do carro. Deu alguns passos para trás em seguida. "Aang?"
flashforward. resposta a essa ask. @aangkroos
Quando sob efeito do álcool, era fácil que perdesse os sentidos, que deixasse que as memórias se esvaíssem com facilidade. Entretanto, ali, em um cubículo com o melhor amigo, nunca teve tanta certeza de que o queria. Tanta que deixou um suspiro escapar por entre os lábios entreabertos, tocando a ponta dos dedos dele em um beijo discreto, singelo, quase inocente. Foi suspirando também que fechou os olhos, deixando de lado quaisquer preocupações, inseguranças ou dúvidas sobre o futuro do dia seguinte que assentiu, enroscando os dedos no tecido da camisa dele. Com firmeza, puxou-o para si. “Tudo ótimo.” Murmurou, selando os lábios aos dele outra vez.
@aangkroos
Forçado a tirar o dia de folga devido à gripe que lhe acometia, tinha metade do corpo coberto pela manta xadrez, esparramado no sofá com os animais deitados à beira do sofá. Olhava na direção da porta de minuto em minuto, ansioso pela chegada de Aang. Com o rosto corado, forçava-se a pensar na febre como causa da vermelhidão e não o nervosismo de ter dito a ele o que dissera há poucos minutos.
w. @aangkroos
A ideia ainda martelava em sua mente como algo com muitas chances de dar errado enquanto caminhava até a entrada da casa de Angelo. Trazia consigo uma mala de rodinhas grande e duas mochilas, suas coisas e as de Farofa organizadas no meio delas. Sabia que não poderia permanecer em casa, não com a infiltração tomando conta de seu quarto, não queria voltar para a casa dos pais, e o cubículo de descanso do quartel dos bombeiro era mesmo desconfortável e pouco privativo. Ainda assim, por mais que a ideia de Aang oferecesse tudo o que precisava, Fabian se sentia ansioso; estariam envolvidos demais para morarem juntos como amigos? Suspirou, nervoso, antes de tocar a campainha para anunciar sua presença; e pegou-se ajeitando o próprio cabelo e a roupa que usava enquanto esperava pelo amigo.
resposta do chat com @aangkroos:
o questionamento alheio lhe fez dar de ombros, mesmo que o movimento fosse um pouco limitado por já estar abraçada com o outro. ❝ sempre. confirmou em um tom de voz cansado, não por estar daquela forma fisicamente, mas porque pensar naquela cidade lhe cansava. ❝ o que? franziu o cenho diante do comentário, se permitindo afastar um pouco o rosto do corpo do rapaz para observar ao redor e perceber que seus pais a encaravam, juntamente com um dos seus irmãos. ❝ não, você não é, eu que sou o problema aqui. revirou os olhos com a cena, se sentindo mais uma vez incomodada em saber que estava sendo observada. somente quando descansou a cabeça novamente no recém conhecido que se dera conta de como soara mal sua resposta, fazendo-a quase que instantaneamente erguer o rosto na direção do garoto. ❝ quer dizer, você é. gostoso e tal. engoliu a seco ao proferir as palavras. se aquela fosse uma situação comum de um encontro, sabia que não estaria tão travada daquela forma, mas diante de todo o contexto, só conseguia pensar em fugir dali. ❝ é só a minha família. acrescentou na tentativa de disfarçar o momento anterior. ❝ eu não falo com a maior parte deles desde que saí de casa, então quando preciso vir pra esses eventos por conta deles é sempre assim. explicou, não sabendo exatamente se o que falava fazia sentido para o outro, mas ainda esperando que sim. ❝ você pode só ignorar eles. é o que eu normalmente faço.
w. @aangkroos
Como sempre, resmungava. Resmungou ao se encostar contra a cadeira fria, resmungou ao experimentar o uísque, e resmungou ao reclamar que as batatas fritas estavam murchas. "Eu não tenho absolutamente nada para contar, Aang. Já faz... o quê, uns cinco dias que eu não saía de casa? Então desculpe, não tenho com o que te entreter." Deu de ombros enquanto observava o amigo -- quase estranhando o fato de realmente ter construído uma amizade ali, desistindo das batatas. "Não dá para comer isso."