Relações interpessoais que não acarretavam em qualquer informação minimante úteis para uso dos rebeldes eram irrelevantes e, portanto, a vermelha apenas se aproximara de Ainé à procura daquilo que, dificilmente, conseguiria caso ela mesma procurasse um relacionamento mais próximo aos azuis --- o asco presente para com metade dos estudantes de Hyacinthum, tal como o ódio alheio para com os vermelhos, dificultavam os planos. Entretanto, a confiança de Ainé era complexa de adquirir. Estabelecer uma relação confiável a ponto da outra se abrir consigo demandava tempo e, embora impaciente em dados momentos, a monegasca permanecia buscando. Acreditava que o alicerce, já firmado, era sólido o bastante desde o momento em que apoiara emocionalmente sua mais nova amiga. “Oh, Ainé, em busca de um arranjo para agradar sua princesa?” Educadíssima, como aprendera nos anos na Espanha.