“Você reclama demais” “eu faço tudo por tu”
De todos os males que há em mim,
É crime querer te sentir perto?
É crime querer mais olho no olho que rosto na cama?
Querer e ser o tempo todo chama?
Querer beijo na boca e poesia
carinho, afeto, harmonia.
Procuro e não encontro solução,
são as mesmas brigas ainda
Reclamação, reclamação, reclamação!
Olho meu reflexo e me perco nesse verso
sem saber se vai dar certo desabafar, então.
Fecho meus olhos, me debruço na escuridão de uma outra dimensão onde talvez eu possa um dia ser o que queria, sem tanta pressão.
Cada verso fica mais rápido como as batidas do coração, que pulsam sem saber assim… onde chegar… pedem perdão! Pelos momentos que não souberam orar (quase sempre) pedindo ajuda pra não chorar, pra não se crucificar e esperar toda a chuva passar. Toma o erro pra si, age como se
Iludido, fudido, esse pobre coração. Isso tudo só porque bate mais rápido mais vezes que qualquer outro, cuzão!
Me faz sentir mais do que com que posso lidar e se é pra desabafar nessa porra, que seja real, intenso, natural. De resto, é protesto. Por saber que também faço de tudo que posso, não posso, suporto. Concordo e ponto final.
A impressão que dá é que no sentido inverso desse processo, querias te namorar. Com alguém justamente igual a ti,
Então tornamos a brigar, porque se peço pra me olhar, pra me beijar, me abraçar
a recusa é a primeira opção
Espaço espaço ponto e vírgula.
Qual será o final dessa rima?