Eis meu grito, Dançado e versado Nesse compasso improvisado Ou pré-determinado. Eis meu aplauso, Ouço meus passos A me levar Daqui pra qualquer lugar. Eis meu medo, Por muitas vezes coreografado A um cânone Sequenciado. Eis meu teatro, Por muitas vezes mágico, Amor encenado Artisticamente manifestado. Eis a quebra, Cisão Do padrão para a revolução Ritmo, expressão. Eis minha vida, Virada ao avesso E na dançaterapia Bem vinda, viva, vista Vigorosamente teria... confesso! Dançado minha poesia Todos os dias até aqui. Amém.
Ana Luiza Pinheiro











