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(Andre Sousa)
Can’t Do Nothing/Prosper Desmet
(…) Somos rios e oceanos de segredos, Somos a força e os nossos próprios medos, Somos apenas nós sem qualquer mentira, Dando tudo o que somos, Dando tudo o que temos, Sendo amor… Nós somos AMAR!
André Sousa
Serei teu… Mesmo que tudo um dia pareça doer, que o passado nos invada, Em vãs palavras que ficaram por dizer. Serei o homem que te ama, que indaga por ti em todos os seus respirares, Que conjuga-nos num mesmo verbo – naquele que fala de amor. E… Mesmo que tudo pareça um fim… Não te esqueças que somos e seremos sempre o principio, De uma história sem final. Amo-te.
Se um dia puderes, larga tudo, eu deixarei o que tenho, o que conheço, Tropeçando no desconhecido, sendo o teu mundo - o teu sentimento vivo (A eterna insanidade de amar sem pensar: no medo). Se puderes… abraça-me e embaraça-me, prende-me e rende-me. Se puderes apenas ama-me… Se eu poder… apenas bombeio o teu coração, Tornando-nos ETERNOS.
Amar-te-ei, sempre que o sonho chegar, Sempre que a saudade apertar - e eu ver-te em mim. Saberei amar-te, mesmo que o tempo faça esperar, Que a distância nos arraste, nos faça ficar, Em pólos opostos de um mesmo mundo (que encurtamos em amor.) Amar-te-ei em cada pedaço de mim mesmo, Em silenciosos pedidos, em vorazes eufemismos. (Sendo eternamente teu - muito para além do explicável.)
Se um dia fores… leva-me contigo, Serei o teu porto de abrigo, o teu sonho mais real. Se fores, não me esqueças no meio do esquecimento, Não partas sem o meu sentimento, não vás… sem mim. (…).