Los mas hermosos 💕 MATI probando por primera vez "LA MANZANA" la tia #Anthonella le dio. 😊 #Primos #ElGordo&ElFlaco 😂 https://www.instagram.com/p/BoUlk5XjaDm/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=e8ubtwyey6ml

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In these bodies we will live, in these bodies we will die. - Anthonella
As últimas semanas na pacata Sleepy Hollow estavam sendo de tudo um pouco, menos pacatas. As mortes que outrora se davam por causas naturais, agora contribuíam para o aumento do índice da criminalidade local. As histórias que percorriam as rodas de conversas dos moradores iam da existência de um cavaleiro alado que arrancava as cabeças de descuidados a teorias sobre assassinato em série (essa última pouco mencionada, pra constar). Era difícil levar o trabalho de jornalista a sério uma vez que a única coisa que o jornal local queria como manchete era a justificativa da existência da entidade paranormal assombrando a cidade, enquanto que o The New York Times (jornal para o qual a jovem escrevia algo esporadicamente) desejava uma história um pouco mais real. As crendices da cidade não ajudavam muito a escrever algo que não soasse insano. Mas qual era a linha tênue entre o que era ou não insano? Definitivamente poderia-se dizer que Arabella era. Quando deixou a propriedade herdada dos Caldwell na direção do New Betlee branco que comprara com o dinheiro da herança dos avós quando entrara para a faculdade, o destino de Arabella era certo, ia para o hospital. Devido a problemas respiratórios, o acompanhamento médico era frequente, assim como check up anual. O dia parecia bem comum. O hospital estava vazio, o tempo de espera não passou de quarenta minutos. A recepção sempre tinha jornais, entretanto nos últimos dias os mesmos pareciam ter sido recolhidos. A única coisa que poderia passar o tempo era uma revista de decoração. Por sorte a espera foi rápida, assim como a consulta. Aparentemente estava tudo ok com a parte física da morena. O que não surpreendia tanto assim, embora sempre que tinha alguma consulta ou exame, costumava ter a impressão que iam descobrir alguma doença ou enfermidade. Mas aparentemente não foi dessa vez. Quando finalmente cruzou o corredor principal para inciar o trajeto de volta, que envolvia uma parada na máquina de café para a dose diária de cafeína. Um grupo de enfermeiros, juntamente com alguns policiais, conversavam com a recepcionista. Não era algo incomum um policial frequentando o hospital, entretanto, enquanto a máquina abastecia o copo descartável, Arabella não pode deixar de ouvir a conversa. E seria mentira dizer que fizera esforço para que isso não acontecesse. “Outro corpo, novamente não encontramos a cabeça. Os policiais interditaram a área de busca...” a voz do policial parecia assustada. Por sua vez a recepcionista não escondia o terror “Já contatei o legista, ainda essa manhã teremos respostas, guardamos o corpo no necrotério por enquanto. Deve ser o Cavaleiro...” - Ai! - Mal percebera a garota que o copo estava transbordando café quente nas suas mãos. - A máquina deve está desregulada. - Virou-se para os três, enquanto esfregava as mãos nos jeans. - Preciso ir ao toilette me limpar. - Disse por fim, retornando para o corredor principal, evitando olhar para o trio que parecia agora retornar a suas fofocas matinais. Passou direto o banheiro. Entrando na escada de serviço. Sabia que o necrotério ficava no subsolo do hospital. Assim como o andar superior, o hospital se encontrava vazio naquela hora. O que facilitou o “trabalho de espionagem” da morena. Por sorte, no instante em que chegava no corredor da sala onde os corpos se escondiam, dois enfermeiros deixavam o mesmo pelo lado oposto. Esperou que os mesmo concluíssem o trajeto, quando retomou o caminho abrindo a porta pesada de metal. A troca de temperatura foi nítida, ali devia fazer uns 8 graus célsius no máximo, o cheiro de morte permeava o local. O necrotério era uma sala cheia de gavetas cinzas. E mesas distribuídas no centro do mesmo. Entretanto estavam vazias. A mulher apertou o cachecol no pescoço, enquanto o olhar perspicaz percorria o ambiente. A esquerda tinha uma maca, na qual provavelmente um corpo sob um lençol branco descansava. Não parecia ter sido uma boa ideia pois algumas partes do lençol aparentavam já estarem sujas de um sangue vermelho e espesso. A respiração foi funda e o tempo em que Arabella levou para reunir coragem. Certamente ali estava o corpo. Poderia ser qualquer pessoa lá em baixo. E por alguns instantes viveu uma batalha interna consigo mesma sobre está ou não preparada para o que encontraria ali. Precisava ser rápida, tinha chegado até ali. Logo alguém poderia aparecer e provavelmente não seria a melhor coisas ser encontrada ali. As mãos se dirigiram ao lençol quando por fim ficou ao lado da maca. 1, 2, 3, puxou o tecido. A cena seguinte era um tanto quanto nojenta. O corpo de uma mulher faltando a cabeça repousava ali. A carne, nervos e ossos do pescoço a mostra, o sangue endurecendo na região. Nunca tinha visto aquilo tão de perto. O odor do sangue invadiu as narinas da garota. Ainda processava aquilo tudo, quando um baque atrás de si cortou o silêncio. Deu um salto para frente, assustada. - Aaah!!!! - Virou-se em seguida, ainda sentindo o coração saltar pela boca. Estava definitivamente encrencada.
La #torta que me regalaron mis #padres! #Anthonella le #metió la mano! Normal pues!