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Applications de rencontre gay : étude des hommes gays et de la reproduction de la masculinité "normative" reproduite par la communauté gay
A segunda primeira vez
Era uma madrugada e sem sono resolvi entrar no Grindr. Rolaram algumas conversas com uns caras, mas nada que me chamasse a atenção. De repente, um cara da Barra puxa assunto:
-Oi! Beleza? (famoso início de conversa nesses apps)
Respondi da mesma forma:
-Oi. Beleza.
Sem muito esperar, começamos a conversar, depois de uns minutos de conversa decidimos compartilhas certos tipos de fotos. Se é que vocês me entendem.
O cara realmente me deixou com muito tesão e parece que consegui fazer o mesmo com ele, tanto que ele me ligou na hora para nos falarmos.
O cara era gato. Definido, lutava MMA, surfista, loiro e dos olhos azuis. Até ai perfeito se não fosse por uma pequena coisa. Risos. O pau dele era pequeno. Não, não me importo com tamanho. Apenas quis compartilhar. Risos.
Ah! Havia mais um problema. O mesmo tinha namorada e não era assumido. Na época, em 2011, ele deveria ter uns 29/30, agora, não sei se ele já é resolvido.
Como o rapaz tinha namorada e não era assumido, tivemos que marcar para ir a um motel. Há vários perto da minha casa, então, por isso, ele veio até a mim.
Era uma terça-feira, por voltas das 13:00, quando nos encontramos. Ele estava num carro com os vidros completamente escuros. Piscou as luzes traseiras como um sinal de "Ei! Sou eu!".
Parecia aquelas cenas de filme. Ele piscou ás luzes e abriu a porta do passageiro ao lado, mas em nenhum momento mostrou qualquer parte dele, nem mesmo sua mão.
Entrei, nos cumprimentamos e ele saiu em direção ao motel mais próximo.
De início não fizemos nada a não ser bater um papo. Confesso que estava com vergonha, e fiquei mais quando percebi que ele também estava. Já de saco cheio de conversar e já na falta de assunto, decidi fazer á minha parte...
Botei a mão no pau dele. Ainda estava mole, mas em uns segundos deixei duro o suficiente para que eu fizesse um horal, ali mesmo, no carro, parados em um sinal de trânsito. A mão dele foi deslizando pelo meu corpo até chegar á minha bunda, onde ele ficou acariciando. Seus gemidos, enquanto eu chupava, me davam muito tesão.
Tudo estava indo ótimo até que o sinal abriu e tive que parar. Perto de chegar ao motel, seu telefone toca. Era seu irmão.
-Cara, você esqueceu que hoje é seu dia de trabalhar aqui na empresa? Corre pra lá que não tem ninguém e os cliente estão ligando.
Trocamos olhares. Eu com uma cara de "Poxa!" e ele com uma de "quero mais, mas não posso."
Infelizmente não aconteceu mais nada e tiver que ir embora. Trocamos aperto de mão, desci do carro e segui meu caminho.
Depois disso trocamos umas conversas, mas não marcamos mais. Hoje não mantenho mais contato.
Moral da história: Sexo é igual a sessão de cinema: Sempre desliguem os celulares.
A primeira vez
Não se engane pelo título, essa não foi a minha primeira vez. A primeira vez, nesse caso, foi a primeira vez que encontrei alguém com esse aplicativo, no caso, o Grindr.
Não lembro o dia exato, nem o mês, mas sei que foi em 2011 e é um tanto quanto divertida. Risos.
O nome exato da pessoa eu não lembro, e como já havia dito, sempre usarei nomes fictícios, para que os mesmos não sejam reconhecidos. Lembro que, como um primeiro encontro -sim, meu primeiro encontro- meu coração palpitava de medo com uma mistura de ansiedade. Queri chegar logo na casa do rapaz e fazer tudo o que havíamos combina via whatsapp. E olha que combinamos muitas coisas!
Era domingo, umas três horas da tarde, ele morava próximo a um shopping do Rio. Tomei banho, fiz meus preparatórios e parti em direção á casa dele, dizendo aos meus pais que encontraria com uns amigos de escola.
Por todo o caminho a apreensão ia me consumindo e á vontade de voltar para casa também, mas o desejo era tanto que falou mais alto e quando dei por mim, já estava na esquina da casa dele, pegando o celular e avisando que "já cheguei. Vem me buscar."
Passaram-se dois minutos e me ligou:
-Ei! Estou te vendo. Olhe para a esquina do posto de gasolina.
Olhei e... PÁ! O rapaz era COMPLETAMENTE diferente das fotos que ele havia me enviado. Nas fotos, ele deveria ter uns vinte ou vinte cinco anos, sendo que na verdade, ele tinha quase uns quarenta.
Pensei em correr, mas não achei certo. Não sei porque, mas não achei certo.
Seguimos em direção a casa dele. Subimos. A casa estava meio bagunçada, mas relevei pois ele estava de mudança. Me ofereceu Coca-Cola e tomei um copo. Depois pensei: "Que merda! Ele pode ter posto alguma droga para eu dormir. Me ferrei!". Mas não, a Coca não estava "zuada".
Fomos para o quarto. Foi quando mais apreensivo fiquei. Suava frio! Quando ele veio me agarrar eu tive que abrir a boca e dizer que não estava a fim. Suas fotos eram diferentes, ele era gordo (SEM PRECONCEITOS), cheio de pelos espalhados pelo corpo e ainda era calvo. Não rolou nada!
Ficamos assistindo MTV (R.I.P.) e jogando Song Pop. Somente isso e mais nada.
Resumo: Fui para transar mas só consegui um copo de Coca-Cola.
Primeiros posts...
Não começarei com a postar hoje, mas em breve começo. Irei fazer uma retrospectiva na minha cabeças do primeiro até os dos dias atuais e assim começo com os posts. Até lá, aguardem. ;)