Viadal: - Fotos para mais tarde recordar.
Parte IV - Pela Freita, Arestal e Estrada dos Caramuleiros.
Para mais informações ver o quinzenário "A Voz de Cambra" nº 542 de 1 de Dezembro de 1993.
Ver os contos serranos: - Um Roubo na Anta (in, VC da 2ª quinzena de Julho de 2014) e A Morte na Anta do Garoto Traquinas. (in, VC de 2ª quinzena de Setembro de 2014).
Aqui houve em tempos uns bancos em pedra para descanso dos viajantes vindos de Macieira de Cambra, passando por Irijó, a caminho de Arões e, lá mais longe, S. João da Serra.
O António Cubal, cicerone, descobrindo uma data nas alminhas antes identificadas. Aqui se cruzavam a Estrada dos Caramuleiros e a Estrada dos Mouros, por Irijó.
Sobre a lenda de Santa Marinha ver a VC nº 549 de 15 de Março de 1994.
Na década de cinquenta do século XX, os moradores de Viadal ainda lá mandavam pisar o burel para mantas. (ver também Ernesto Veiga de Oliveira e outros em Tecnologia Tradicional - Pisões Portugueses. INII, Lisboa 1977, pág. 52.
Até à abertura da Estrada para S. João da Serra, cerca de 1930, era aqui que se fazia a travessia do rio Teixeira, por barco, para Conlela e outras terras de Lafões.
No muro exterior à ermida encontra-se incrustada a pedra de um menir, que serve de marco divisório das freguesias de Junqueira, Vale de Cambra e Dornelas, Sever do Vouga.
A imagem do S. Tiago do Arestal remontará ao séc. XV. Com inícios no Poço de S. Tiago, junto a Sever do Vouga, passariam por aqui, assim o pensamos, romeiros a caminho de Compostela. Seguiam pelo planalto do Arestal, em direção ao S. Tiago da Felgueira, na outra ponta, e Albergaria das Cabras, no alto da Freita. Coincide com a Estrada dos Caramuleiros, dos tempos modernos, e muito usada pelos almocreves e outros viajantes durante as I e II Guerras Mundiais.
(in, VC nº 546 de 1 Fevereiro de 1994).






