⸻ ❝ 𝒆𝒒𝒖𝜾́𝒗𝒐𝒄𝒐 ❞
byun baekhyun ₓ f.reader
wc.: 1830
prompt: desde o segundo semestre da faculdade você e suas amigas adotaram baekhyun como o gay chaveiro do grupo, até que um certo dia ele resolve falar a verdade.
avisos: errm oi! quanto tempo, nenitas! (˶˃ ᵕ ˂˶) fiquei bem lelé da cuca com umas coisas que me passaram recentemente e decidi que queria MUITO postar algo escrito por mim de novo (eu precisava urgentemente focar em algo que não fosse minha própria vida lmao), mesmo arriscando pro lado kpopnesco da coisa e escrevendo sobre meu amorzinho baekhyunnie. obs¹: comentários como "ai mas o baekhyun é isso e aquilo" serão completamente desconsiderados, pense o que vc quiser ai na sua casa :) beeiijo 💋
tw.: sem uso de s/n, smut leve, sexo oral (fem. rec.), manhandling muito ligeiro affir, linguagem chula, pet names (bebêzinha, vida, etc), ambientado no brasil (pelo menos na minha cabeça), estudantes de audiovisual, perdoem os erros de ptbr e SIM minha escrita decaiu horrores KA' MDNI
"Relações homoafetivas são tão válidas quanto qualquer outra. E quando falamos de ‘local de fala’, significa entender que quem vive essa realidade tem mais propriedade pra explicar o que sente. Nosso papel, defendendo as causas é ouvir, respeitar e apoiar." Você e seu grupo de amigas ouviam a explicação que o professor de Sociologia, Ética e Moral apresentava em frente à sala. Como se fosse combinado, todas se viravam para Baekhyun sorrindo como se compadecessem de uma dor. O rapaz, no entanto, que mexia no celular, apenas parava quando se sentia observado, erguendo os olhos por alguns segundos sem entender.
A aula não demorava a acabar e finalmente tinham o intervalo. Não que a faculdade fosse extremamente puxada, mas estava morta de fome já que tinha o péssimo hábito de pular o café da manhã.
Na cafeteria da universidade, seu grupinho discutia algum assunto irrelevante enquanto aguardava na fila, até que Mila resolveu relembrar a aula e dar um puxão de orelha em Baekhyun.
"Cê sabe que seria bacana pra sala ter o seu relato, né Baek?", arrancando um olhar desentendido e um sorriso torto dele.
"Quê? Por quê?".
Camila apenas revirava os olhos, "Pô, não sei, a gente tava falando sobre lgbtfobia e tal, ficar omisso nessas horas quando se abre um espaço acolhedor é chato".
E ainda assim, o garoto continuava sem entender, "E o que o cu tem a ver com a calça, véi?".
As meninas se entreolhavam.
"Nada, é ok você não querer se expor também", era a sua vez de intervir fazendo uma careta que significava PARA em direção a Mila que estalava a língua e aproveitava a chance para ir primeiro dos quatro no balcão, fazer o pedido. Na sua cabeça, porque Baekhyun quase nunca falava sobre o assunto, não devia ser algo fácil de lidar... talvez ele mesmo tivesse preconceito. Entrelaçou o braço com o dele, assegurando que estava tudo bem.
Depois desse dia, em específico, Baekhyun ficara bem estranhozinho; parecia sempre estar com a cabeça nas nuvens, nem ficava mais online do Discord pra vocês entrarem em call durante a tarde. Óbvio que se viam sempre já que o semestre e as matérias eram as mesmas, mas ele só... parecia no mundinho dele.
Quando a professora de História do Cinema III passava um seminário breve para a semana seguinte era você quem se oferecia para fazer com o amigo, que apenas aceitava. Marcavam de montar os slides na quitinete do maior, que era pertinho do campus e bem mais silenciosa do que sua casa com seus pais aposentados e mais dois cachorros nela.
Chegando lá, tocava a campainha e esperava, sendo recepcionada por um Baekhyun de cabelo desgrenhado, calça moletom e blusa preta. "Foi mal, tava dormindo".
"Tem problema não, Bê", você o abraçava de levinho e já entrava se sentindo em casa já que não era a primeira e nem a segunda que ia lá.
Contudo, daquela vez, um sentimento diferente pairava no ar... talvez fosse o estranhamento, ou o fato de que aquele idiota não abria a janela da sala há 3 dias só ligando o ar direto depois que chegava da rua. Se jogou num dos pufes que ele tinha na "sala" e foi tirando os artigos que trouxera da bolsa; era muito mais adepta a ler o material físico. Enquanto que Baekhyun, apoiado na ilha da cozinha te observava.
"Que foi, ein? Cê tá estranho faz um tempo já...", olhou em direção ao loiro e cruzou os braços antes de continuar: "Foi porque tu se sentiu pressionado né? Aquele dia lá... A Camila é uma anta quando quer, só não liga", tentava remediar a situação, mas o Byun parecia irredutível.
"Então você pensa a mesma coisa?", Baekhyun questionava depois de alguns segundos em silêncio.
"Como assim? Eu penso que você não precisa falar se-", e era cortada.
"Então você também acha que eu sou gay?", a expressão que ele fazia era neutra, não conseguia de jeito maneira ler atrás dos olhinhos caídos de cachorrinho que ele tinha.
"Ué... não tô entendendo..."
Baekhyun suspirava e então caminhava em sua direção, se agachando com os joelhos afastados em frente a mesma, apoiando os antebraços sobre as coxas. "Eu não sou gay", falava simples, olhando no fundo dos olhos.
Ficava embasbacada, petrificada, para exemplificar melhor. Ele não dava qualquer indício de completar a frase com um "brincadeirinha", estava completamente sério agora, lhe encarando até a alma.
Engoliu a saliva com dificuldade e gaguejou "C-Como assim?". Em sua cabecinha a informação custava a ser processada. Seu melhor amigo gay... não era... gay? "Mas e quando a gente ouve Lorde, Charli XCX e Ellie Goulding no seu carro?", perguntou com os olhinhos amendoados cheios de esperança ainda.
"As músicas são boas, mas sei lá... qualquer coisa que você colocar eu vou ouvir".
"Você até assistiu RuPaul e Heartstopper, Bê... nada a ver isso que você tá falando...".
E então Baekhyun riu, soprado, se divertindo um pouquinho. "Vida, eu faço qualquer coisa pra te agradar, mas eu gosto de buceta".
"Impossível...", você levou uma das mãos até a boca, cobrindo.
"Quer que eu prove? Eu provo agora, sem problemas".
"Baekhyun?!", seu corpo arrepiou todinho quando o garoto se inclinou um bocado para frente deixando seus corpos mais próximos.
"Deixa eu te chupar, aí você tira suas conclusões depois", ele avançava um pouco mais, levando as mãos de dedos esguios em direção à sua cintura, puxando o corpo menor mais para a beirada do pufe. E por algum motivo, sua única reação era aceitar.
Ainda lembrava de quando Mila e Vic haviam dito que Baekhyun era gay... as provas? Nenhuma, ele simplesmente tinha ido com uma camiseta escrito Mayhem na primeira aula do segundo semestre do curso e tinha os cabelos e sobrancelhas descoloridos. Não conseguira nem disfarçar o pequeno biquinho que tinha feito com a notícia, ele era tão lindo e educadinho desde o trote dos calouros, fora as passadinhas de mão no cabelo que a faziam suspirar, mas nunca tentara nada, muito pelo contrário, após serem arranjados juntos numa prova com consulta, ele tinha se tornado o gay chaveiro do grupo, ouvindo todos os papos calcinha, opinando sobre alguns caras com quem as garotas ficavam, falando de memes da patixa, fazendo noites do karaokê, dando carona e ouvindo divas pop no trânsito... A conta não batia.
Por isso, sentir as cócegas que os cabelos macios dele causavam em suas coxas enquanto ele mordiscava a parte interna delas não estava no seu bingo card.
"Ein... vai me deixar chupar sua bucetinha, ou não?", ouvia a pergunta dele e corava violentamente, desviando os olhos. "Vai, bebêzinha... responde".
E com muito custo, um "Uhum" saía de seus lábios, fazendo sua mente explodir em um milhão de coisas. Mal conseguia terminar um mísero pensamento que outro já lhe invadia enquanto seus olhinhos acompanhavam, bem atentos, o caminho que os lábios finos de Baekhyun percorriam.
Não demorava muito para que ele se ajoelhasse e te ajudasse a tirar os shorts e a calcinha de uma vez só, te medindo da cabeça aos pés e se deleitando com o tanto que você estava completamente sem jeito e excitada, não conseguindo decidir se choramingava de indecisão ou se levava as mãos pequenas para apertar os peitos sobre o sutiã.
"Relaxa... vou te fazer gozar bem gostosinho, cê nem vai lembrar o que é vergonha depois".
"Para de falar essas coisas! Tá só piorando!", soltava com a voz um pouco esganiçada.
Baekhyun ria zombeteiro e então tocava seus joelhos, afastando beem... te deixando completamente exposta e ainda fazendo menção de que tu se segurasse assim pra ele. Canalha, como ele podia ter escondido por tanto tempo? Ela ainda estava planejando chamar ele para uma festa do pijama!
A língua quente e úmida foi certeira no primeiro ato, lambendo a rachinha melada da entrada até o grelinho, repetindo o movimento até começar a sentir a bolinha de nervos começar a pulsar. Ele tomava o tempo dele, por vezes desviando do centro para morder e sugar os lábios maiores e a púbis. Não estava lisinha, mas a textura espetadinha o deixava com ainda mais vontade de se afundar ali. O que não demorava a acontecer quando ele usava dois dedos em formato de V, a abrindo e metendo a boca para mastigar a buceta molinha.
"Hmm rumm ah iih ahn", o Byun balbuciava de boca cheia, antes de soltar a pele com um estalo e a olhar ali de baixo. "Cê é tão gostosa, caralho...".
Sentia que podia desmaiar a qualquer momento. Não só por ter seu melhor amigo ali entre suas pernas, mas porque ele estava fazendo questão de mostrar o quanto estava aproveitando também... Os olhinhos semi cerrados, as fungadinhas mornas que batiam contra seu monte de vênus, os dedos que afundavam na pele, a língua completamente desenvolta, ameaçando a penetrar a entradinha apertada que tinha.
"V-Você é um cretino! De Ver-dade!", você reclamava com a voz arrastada, tapando o rosto e mordendo o inferior com força.
Nesse momento Baekhyun se desgrudava de ti e então te empurrava pelo baixo ventro, fazendo pressão ali com uma mão antes de socar um dedo para dentro sem aviso prévio. "Se ainda tá falando é porque aguenta mais, né vida?", ele perguntava sorrindo malicioso e se curvando para cuspir na fendinha que se contraía mesmo com um único dígito, enfiando um segundo logo em seguida, te fazendo soltar um gemidinho mudo e jogar a cabeça pra trás. "Bem melhor assim", ele falava sarrista.
"Nã-ão...!", levava a mãozinha até o pulso dele quando o maior aumentava o ritmo.
"Não?"
"Hmm..sim! Sim!", respondia confusa, com os olhinhos começando a revirar quando aquela sensação de nózinho passava a aumentar em seu abdômen.
E ele só aproveitava para curvar mais os dedos no seu pontinho esponjoso, cutucando ali até que você estivesse vendo estrelas, gemendo, chorando, tudo ao mesmo tempo, espasmando no pufezinho que chegava a ir para trás com os solavancos das investidas dos dedos dele em ti.
Gozava esguichando um bocado, molhando tanto o móvel quanto Baek que sorria orgulhoso de ambos. Ele só era um pouquinho cruel, levando a palma da mão para roçar em seu clitóris enquanto você tentava se situar pós-orgasmo, com o peito subindo e descendo por conta da respiração irregular e com o corpo amolecido. O garoto te encarava, gravando cada micro expressão extasiada que você fazia.
"Foi gostoso, bebêzinha?", perguntou retórico, sentindo sua mão pequena o segurar o rosto e afastar quando ele se aproximava de novo, rindo divertido.
"Eu... preciso entender... o que aconteceu ainda....", respondia sôfrega com um misto de quero mais e uma raivinha por ter estado no escuro todo aquele tempo.
"Se você quiser entender melhor eu te fodo aqui mesmo, 'cê na-"
"CALA A PORRA DA BOCA!", gritava o fazendo gargalhar e se jogar contigo.
"Você magoa meus sentimentos assim", reclamava com um beicinho, se virando pra ti e tocando sua barriguinha de fora enquanto lhe abraçava. "Mas ainda dá tempo de pensar com carinho".









