Entardecer na Enseada do Pântano do Sul, vista do costão. Durante a temporada da tainha (maio e junho) os pescadores balizam a praia, ou seja, colocam em média oito bandeiras no mar até uma milha da praia e 300 metros do costão para sinalizar que nenhum barco, além das canoas a remo do cerco de arrasto de praia, pode pescar ali. As bandeiras são fixadas com poitas, espécie de âncora, no fundo do mar. Este acordo, antes entre pescadores e comunidade, hoje também é assegurado por lei. Normalmente o respeito e o bom senso prevalecem na pesca artesanal; na maioria das vezes, entretanto, a ameaça vem da falta de fiscalização e da predação desenfreada dos barcos maiores, de frotas industriais.













