✦ Nome do personagem: Bang Sunhee.
✦ Faceclaim e função: Seoyeon - fromis_9.
✦ Data de nascimento: 22/01/2000.
✦ Idade: 24 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreana.
✦ Qualidades: Carismática, leal e afetuosa.
✦ Defeitos: Imprudente, emotiva e teimosa.
✦ Moradia: Tartaros.
✦ Ocupação: Entregadora na Persephone's Petals.
✦ Bluesky: @TT00BS
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, HOSTILITY, ROMANCE, SMUT.
✦ Char como condômino: Sunhee gosta de se fazer útil e se fazer presente, é normal que a maioria dos vizinhos a conheçam por ela sempre estar oferecendo ajuda para quem precisa. É do tipo que conversa até com as paredes, extremamente extrovertida e gentil, cumprimentando todos com um sorriso no rosto quando se esbarram.
TW's na bio: menção à golpe.
Biografia:
Lá no coração de Damyang nasceu Sunhee, uma garota que sempre foi muito sonhadora e cheia de desejos, aquele tipo de criança que você tem vontade de rir ao ver o quão pura para o mundo ela parecia ser. A coreana veio de uma família de fazendeiros que cultivam morangos e outras frutas de estação, eles não tinham uma vida tão estável assim mas era boa o suficiente para que vivessem de forma saudável; e no fim das contas ela sempre foi muito grudada com seus pais e estar com eles já era o suficiente.
Nunca fez o tipo estudiosa, mesmo ainda nova ela falava sobre trabalhar e ajudar sua família, arrumando empregos aqui e ali e não dando muita atenção para sua vida acadêmica. Não sonhava com nenhum tipo de graduação e pouco se importava com suas notas, no máximo a pequena se enfiava em alguns cursos técnicos e preparatórios de curto tempo de duração. apesar da vida caótica e incerta, ela estava feliz.
Em determinado momento a pequena conheceu Haruto, um rapaz japonês que dizia morar em Seul, a capital que a garota nunca tinha tido chance de visitar anteriormente e só conhecia por fotos e vídeos. durante a troca de mensagens diárias dos dois, aos poucos as coisas evoluíram para ligações e videochamadas, quando Sunhee se deu conta já estava perdidamente apaixonada pelo homem.
Todos os amigos da garota diziam que isso lhe traria problemas e que ela não deveria se entregar tanto para alguém que mal conhecia, só que a coreana estando cega pelo amor que sequer pensava nas estranhezas e inconsistências em algumas coisas que o jovem lhe dizia e mostrava. A pedido de Haruto, ela começou a juntar economias para que pudesse viajar para a capital, vez ou outra mandando dinheiro para o outro que dizia estar passando por necessidades e precisando de ajuda com a mãe doente. A pequena nunca questionou.
Mesmo com as pessoas ao seu redor lhe dizendo para não fazer isso, Sunhee juntou suas coisas e foi embora para Seul com uma passagem só de ida, planejando viver lá ao lado do seu namorado. o que ela não esperava é que fosse chegar no local e não encontraria nada. A casa onde ele dizia viver não existia, a mãe doente não existia, até mesmo “Haruto” não existia, já que seu nome e sua vida haviam sido totalmente inventados. O homem aplicou um golpe na mais nova levando todo seu dinheiro que ele havia pedido para que ela transferisse para si, deixando ela perdida e sem um teto.
Tentou recorrer a polícia mas eles nunca encontraram o homem, quase como se ele realmente nunca tivesse existido. A garota até podia tentar voltar para a zona rural onde nasceu, só que não conseguia, estava se sentindo idiota e envergonhada demais para revelar aos seus amigos e familiares o que aconteceu. Ela passou um tempo pulando de uma pousada para outra, em algumas noites tendo que dormir na rua pois dinheiro lhe faltava. Sempre que seus pais ligavam ela segurava o choro e dizia que estava tudo bem com um enorme sorriso em seu rosto, prometendo que logo os traria para conhecer Seul.
Sunhee sabia que só chorar e se lamentar não resolveria seu problema, então ela tentou se virar. Arrumou trabalhos aqui e ali, juntando dinheiro para alugar um local para si, agradecendo por encontrar uma oportunidade de dividir despesas com alguém no Acropolis Complex, um condomínio que parecia muito melhor do que qualquer outro lugar onde ela ficou. Investiu em seu currículo, tentando fazer cursos novos buscando algo que pudesse ser sua vocação. Arrumou um emprego estável em um estabelecimento próximo onde vivia, mesmo ainda incerta sobre o que realmente queria para seu futuro, ao menos agora ela conseguia ter certa estabilidade financeira.
Após o passar de alguns meses, disse para seus amigos que o relacionamento não tinha dado certo e eles terminaram em “bons termos”. Não queria contar de fato a verdade, mesmo que odiasse mentiras mais do que qualquer coisa. Seria melhor assim, não queria preocupar ninguém. Sunhee ainda tinha muitas cicatrizes e problemas com os quais precisava lidar, entretanto nada disso a fazia perder seu sorriso e bondade. Muitos podiam ainda a ver como trouxa e inocente, entretanto ela não queria mudar. Aos poucos tentava tomar as rédeas da sua vida e quem sabe poderia construir algo bom para si em Seul.