A Organização Mundial de Saúde recomendam que as crianças sejam amamentadas em exclusivo durante seis meses. Isto significa que geralmente não são dados outros alimentos, com a exceção de vitamina D em alguns casos. Depois da introdução de alimentos sólidos aos seis meses, recomendam que se continue a amamentar entre o primeiro e segundo anos de idade, 38% de todas as crianças do mundo são amamentadas em exclusivo até aos seis meses de idade. A amamentação diminui o risco de infecções respiratória e diarréia, tanto em países desenvolvidos como em países em desenvolvimento. Diminui ainda o risco de asma, alergias alimentares, doença celíaca, diabetes tipo 1 e leucemia. A amamentação pode também melhorar o desenvolvimento cognitivo e diminuir o risco de obesidade em adulto. Entre os benefícios da amamentação para a mãe estão uma diminuição das hemorragias após o parto, melhor recuperação do útero, perda de peso e menor incidência de depressão pós parto. A amamentação atrasa o regresso da menstruação e da fertilidade, um fenómeno denominado amenorréia lactacional. Entre os benefícios a longo prazo para a mãe estão a diminuição do risco de cranco da mama, doenças cardiovasculares e artrite reumatóide. A amamentação é geralmente menos dispendiosa do que o leite artificial. As mães podem sentir pressionadas para amamentar, mas o desejo tem que partir delas. A informação está acessível a todos. O colostro é a primeira secreção láctea produzida pelo seio materno, podendo ter uma coloração translúcida (transparente) ou amarelada. Por meio do colostro a mãe transfere anticorpos para o recém-nascido, que possui um sistema imunitário ainda imaturo. Estudos indicam que a amamentação prolongada pode contribuir para uma maior inteligência e melhores rendimentos na idade adulta. #amamentar #bebessaudaveis #vinculomaeebebe https://www.instagram.com/p/CEydEy6lr0x/?igshid=1cp7zm2sa2e6q











