Há um lugar onde o teatro começa.E esse lugar não é no palco,Não é quando a luz acende,Não é quando alguém diz a primeira palavra.O teatro c

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Há um lugar onde o teatro começa.E esse lugar não é no palco,Não é quando a luz acende,Não é quando alguém diz a primeira palavra.O teatro c
Psicologia da inteligência artificial: O que a forma como conversamos com a IA pode revelar sobre nós?
Psicologia da inteligência artificial O que a forma como conversamos com a IA pode revelar sobre nós? Por Gustavo Rocha e Priscila de Oliveira A Inteligência Artificial entrou na rotina das pessoas com uma velocidade difícil de comparar com a de outras tecnologias recentes. Em pouco tempo, passamos a conversar diariamente com sistemas capazes de responder perguntas, organizar informações,…
vi lascio qua quello che scrivo nelle note quando non ho un cazzo da fare
uncanney valley
Circa 400.000 anni fa compare nel continente africano la specie Homo Neanderthalis, che sopravvive fino a 30.000 anni fa. Nello stesso arco temporale, circa 200.000 anni fa, compare anche la specie Homo Sapiens. Questo significa che per 200.000 anni le due specie di Homo hanno camminato la stessa terra (that's insane da processare tbh)
Sono stati verificati numerosi scambi fra le due specie, sia casi di incroci (grave), che casi di scontri. Come sappiamo il Neanderthal si estingue definitivamente, l'Homo Sapiens è l'unica specie sopravvissuta fino ad oggi. (suca)
Non è semplice entrare nella psicologia del loro cervello, non dobbiamo pensare come noi ma molto più come degli animali.
Esistono degli istinti primordiali (una vera figata la natura è perfetta), ovvero impulsi innati che sono essenziali per la sopravvivenza e conservazione della specie, in pratica il nostro cervello li ha già dalla nascita e non sono empirici, gli altri istinti si sviluppano tramite l'esperienza.
Gli istinti primordiali scattano nel cervello grazie all'amigdala (our girl), una porzione che controlla le azioni e le emozioni. In psicologia questa parte può essere ricondotta all'Es, la parte primitiva e inconscia dalle nostra coscienza (Freud).
L'essere umano possiede ancora questi istinti, che rimangono tutti utili oggi, nonostante le agevolazioni che ha grazie alla nostra evoluzione (maledetti dovevamo rimanere cosi). Gli istinti primordiali sono, per esempio, la paura, la nutrizione, l'attacco o la fuga.
Ce n'è uno però (dan dan dan) che non entra in gioco molto spesso nel nostro cervello, l'uncanney valley. (questa è roba crazy)
L'uncanney valley è un istinto primordiale il cui sviluppo è riconducibile alla presenza simultanea delle due specie di Homo che abbiamo introdotto prima.
Adesso immaginiamo che la nostra minaccia di tutti i giorni siano delle creature che assomigliano a noi, ma con delle differenze leggere che però lo rendono estremamente inquietante.
Qualcosa che sembra familiare ma che non lo è.
È un istinto simile alla paura, estremamente angosciante, capita a volte di intravedere qualcosa dalle sembianze umane ma che capiamo subito non esserlo.
Provocava nelle due specie talmente tanto terrore da volersi annientare a vicenda, erano intelligenti come loro, comunicavano come loro, ma c'era qualcosa che decisamente non andava. Ovviamente il Neanderthal era nettamente inferiore e uno dei motivi della sua estinzione fu proprio la presenza degli Homo Sapiens.
Quando entra in gioco oggi, non capiamo a pieno il motivo di questo terrore innato, esiste una sola specie di essere umano quindi non temiamo niente di simile, ma non simile, a noi.
EXCURSUS MIA TEORIA PERSONALE NON OGGETTIVA: secondo me l'Ai sta alimentando il ritorno di questo istinto, capita sempre più spesso di provare angoscia quando vediamo qualcosa di troppo simile all'essere umano, l'idea che ci sia qualcosa che ci somiglia cosi tanto incute terrore proprio perché è già successo in passato. (straordinario vabbè) FINE EXCURSUS
Ecco perché l'uncanney valley è un istinto perfettamente riconducibile all'evoluzione umana, ancora oggi è dentro di noi e talvolta ci resta ancora utile.
A criança que enxergava demais - e foi transformada no problema
Há crianças que precisam de muito mais atenção do que recebem.
Não porque sejam necessariamente doentes. Não porque sejam “difíceis”. Não porque tenham uma personalidade que precise ser corrigida.
Mas porque sentem, percebem e compreendem coisas que ainda não têm recursos emocionais para elaborar.
Eu fui essa criança.
E hoje, olhando para trás, existe uma pergunta que me persegue:
Quantas crianças são chamadas de problemáticas quando, na verdade, estão tentando sobreviver a um problema que os adultos se recusam a enxergar?
Quando a inteligência chega antes da maturidade emocional
Algumas crianças apresentam um desenvolvimento intelectual extraordinariamente precoce. Aprendem muito cedo, fazem perguntas incomuns para a idade, percebem contradições, compreendem relações entre acontecimentos e parecem observar o mundo com uma consciência que surpreende os adultos.
Isso não é, por si só, uma doença.
Mas pode criar uma situação delicada: a criança pode compreender muito mais do que consegue emocionalmente suportar.
Ela percebe a tensão entre os pais.
Percebe quando alguém está mentindo.
Percebe injustiças.
Percebe quando um adulto diz uma coisa e faz outra.
Percebe que determinado comportamento familiar não é normal.
Percebe e sente o sofrimento dos outros.
E, muitas vezes, percebe tudo isso sem possuir linguagem, autonomia ou autoridade para fazer alguma coisa a respeito.
É uma espécie de consciência sem poder.
E isso pode ser devastador.
A criança que percebe o que ninguém quer admitir
Existe uma diferença enorme entre uma criança que simplesmente “se comporta mal” e uma criança que reage a um ambiente que ela percebe como incoerente, injusto ou emocionalmente ameaçador.
Às vezes, a chamada rebeldia é uma pergunta.
Às vezes, é uma resistência.
Às vezes, é uma tentativa desesperada de preservar algum senso de identidade.
E às vezes é simplesmente a única maneira que uma criança encontra para dizer:
“Alguma coisa está errada.”
O problema começa quando todos ao redor decidem que o problema é a criança.
Porque é muito mais confortável dizer:
“Ela é difícil.”
do que perguntar:
“O que ela está percebendo que nós não queremos perceber?”
O perigo de uma criança que internaliza tudo
Nem toda criança demonstra sofrimento chorando, gritando ou pedindo ajuda.
Algumas fazem o contrário.
Elas se calam.
Observam.
Pensam.
Guardam.
Tentam entender sozinhas.
E cada acontecimento aparentemente pequeno pode encontrar um lugar dentro delas.
Uma humilhação.
Uma injustiça.
Uma punição que não mereciam.
Uma acusação injusta.
Um adulto que não acreditou nelas.
Uma emoção ridicularizada.
Uma tentativa de falar que foi ignorada.
Uma pergunta que ninguém respondeu.
Uma situação que perceberam corretamente, mas pelas quais foram punidas justamente por terem percebido.
Individualmente, cada episódio pode parecer pequeno para um adulto.
Para uma criança, eles podem se transformar em peças de uma narrativa sobre quem ela acredita ser.
“Eu sou o problema.”
“Eu estrago tudo.”
“Ninguém acredita em mim.”
“É melhor ficar calada.”
“Não adianta pedir ajuda.”
“Talvez eu esteja errada sobre tudo.”
"Sou uma inconveniência na vida de todos"
E é assim que experiências externas podem começar a se transformar em sofrimento interno.
O isolamento que pode ser confundido com independência
Outra coisa que precisa ser observada é o isolamento.
Uma criança pode gostar de ficar sozinha. Isso, por si só, não significa doença.
Mas existe uma diferença entre escolher a solitude e retirar-se porque o mundo deixou de parecer seguro.
Uma criança pode começar a preferir livros, música, fantasias, animais ou seu próprio quarto porque ali não existe julgamento.
Ali ninguém a chama de exagerada.
Ninguém diz que ela está inventando.
Ninguém a transforma em culpada.
Ninguém exige que ela negue aquilo que está vendo.
O isolamento pode então deixar de ser apenas preferência e tornar-se proteção.
E uma criança que aprende cedo que estar sozinha dói menos do que estar entre pessoas que a ferem pode carregar esse aprendizado durante décadas.
Quando a diferença vira condenação
Talvez uma das coisas mais perigosas que podemos fazer com uma criança seja puni-la continuamente por ser diferente.
Uma criança pode ter uma personalidade intensa.
Pode ser extremamente sensível.
Pode questionar autoridades.
Pode ter um senso de justiça muito forte.
Pode não aceitar facilmente contradições.
Pode perceber coisas que outras crianças não percebem.
Pode ter interesses incomuns.
Pode preferir adultos a crianças.
Pode ser introspectiva.
Pode ser extremamente empática.
Pode simplesmente não funcionar como a maioria.
Nada disso deveria automaticamente ser transformado em defeito moral.
Porque, quando uma criança ouve repetidamente que sua maneira de existir é errada, ela pode aprender uma coisa terrível:
“Para ser aceita, preciso deixar de ser eu.”
E então surge o bode expiatório
Em algumas famílias disfuncionais, alguém acaba ocupando uma posição particularmente cruel: a pessoa sobre quem recaem as culpas, tensões e contradições que a família não consegue ou não quer enfrentar.
Essa pessoa pode se tornar o bode expiatório.
Ela passa a ser:
a “difícil”;
a “problemática”;
a “dramática”;
a “ingrata”;
a “rebelde”;
a que “sempre causa confusão”.
E existe uma ironia profundamente cruel nisso.
Às vezes, justamente a pessoa que aponta o problema passa a ser tratada como o problema.
Se uma criança denuncia uma injustiça, ela é inconveniente.
Se questiona uma mentira, é rebelde.
Se reage a uma agressão, é descontrolada.
Se demonstra sofrimento, é dramática.
Se se afasta, é fria.
Se tenta se defender, é agressiva.
Se permanece em silêncio, ninguém percebe que está sofrendo.
Não existe saída quando a família já decidiu qual papel aquela criança deverá desempenhar.
O extraordinário também pode se tornar vulnerabilidade
Inteligência precoce não protege uma criança contra sofrimento.
Empatia não protege.
Consciência não protege.
Sensibilidade não protege.
Na verdade, determinadas características podem tornar a criança particularmente vulnerável quando não encontram acolhimento, compreensão e segurança.
Uma criança que percebe muito pode sofrer muito.
Uma criança que sente profundamente pode ser profundamente ferida.
Uma criança que pensa demais pode ruminar durante anos aquilo que outra pessoa esqueceria em minutos.
E uma criança que não consegue encontrar um adulto seguro para ajudá-la a organizar tudo isso pode acabar tentando organizar o mundo sozinha.
Nenhuma criança deveria precisar fazer isso.
O que os adultos deveriam observar
Não basta perguntar se a criança tira boas notas.
Não basta perguntar se ela é obediente.
Não basta verificar se ela “se comporta”.
É preciso observar:
como ela reage emocionalmente às coisas;
o que acontece depois de uma experiência dolorosa;
se ela guarda tudo para si;
se está se isolando;
se perdeu interesse pelas coisas que amava;
se demonstra medo persistente;
se apresenta mudanças bruscas de comportamento;
se começa a acreditar que é “má”, “errada” ou um peso;
se demonstra sofrimento desproporcional e persistente;
se seu funcionamento escolar, social ou familiar está se deteriorando;
se existem comportamentos de autolesão ou falas sobre morte;
e, sobretudo, se existe alguma coisa no ambiente que esteja produzindo aquele sofrimento.
Porque observar somente a criança pode ser um erro.
Às vezes precisamos observar o sistema ao redor dela.
A pergunta que quase ninguém faz
Quando uma criança é constantemente chamada de “problema”, talvez a pergunta mais importante não seja:
“O que há de errado com essa criança?”
Talvez seja:
“O que está acontecendo com essa criança?”
E depois:
“O que está acontecendo ao redor dela?”
Quem a escuta?
Quem acredita nela?
Quem a protege?
Quem valida seus sentimentos?
Quem explica aquilo que ela não consegue compreender?
Quem percebe quando ela está sofrendo?
Quem pergunta por que ela está se isolando?
Quem investiga o motivo por trás da rebeldia?
Quem verifica se aquilo que parece “mau comportamento” é, na verdade, sofrimento?
Quem está disposto a considerar que talvez ela esteja enxergando alguma coisa que os adultos preferem não enxergar?
Eu fui essa criança
Eu fui a criança que percebia.
A criança que questionava.
A criança que não conseguia simplesmente aceitar aquilo que parecia errado.
A criança que sentia profundamente.
A criança que observava os adultos e percebia contradições que eu ainda não tinha idade para compreender completamente.
E, em vez de encontrarem uma maneira de me ajudar a compreender o mundo que eu estava percebendo, muitas vezes fizeram outra coisa:
transformaram minha diferença em culpa.
Fui colocada no lugar da inconveniente.
Da difícil.
Da problemática.
Daquela que precisava ser corrigida.
Daquela sobre quem era mais fácil colocar a culpa do que olhar para aquilo que estava acontecendo dentro da família.
Durante muito tempo, carreguei as consequências de ter sido aquela pessoa que apontava para aquilo que todos queriam fingir que não existia.
E talvez essa seja uma das maiores tragédias que podem acontecer a uma criança:
não apenas sofrer - mas ser ensinada a acreditar que o próprio sofrimento é a prova de que ela é o problema.
Porque prevenção também significa acreditar
Prevenir doenças mentais não significa diagnosticar cada criança diferente.
Significa prestar atenção.
Significa não banalizar mudanças importantes.
Significa não romantizar sofrimento.
Significa não confundir silêncio com felicidade.
Não confundir obediência com saúde.
Não confundir inteligência com maturidade emocional.
Não confundir independência com ausência de necessidade de afeto.
E, principalmente, não transformar automaticamente a criança que denuncia uma realidade desconfortável na culpada por existir.
Porque algumas crianças não precisam ser consertadas.
Precisam ser ouvidas.
Precisam de um adulto que diga:
“Eu acredito que você está sentindo alguma coisa.”
“Vamos tentar entender.”
“Você não precisa carregar isso sozinha.”
“O que aconteceu não é culpa sua.”
“Você não é o problema só porque percebeu o problema.”
Talvez uma dessas frases, dita na hora certa, possa mudar uma vida inteira.
Porque sofrimento psicológico grave raramente começa no dia em que alguém recebe um diagnóstico.
Muitas vezes, muito antes disso, houve uma criança tentando desesperadamente ser compreendida.
E talvez a pergunta mais importante que possamos fazer seja:
Quantas crianças estamos chamando de “problema” simplesmente porque ainda não tivemos coragem de olhar para o problema que existe ao redor delas?
Noella McMaher: aos 4 anos, a transição que a transformou em símbolo de uma controversa revolução de gênero
Há histórias que parecem condensar, numa única família, algumas das transformações culturais mais profundas — e mais controversas — das últimas décadas. A trajetória de Noella McMaher, uma criança de Chicago que ganhou projeção internacional em 2022 como a mais jovem modelo transgênero a desfilar na New York Fashion Week, é uma delas.
Mas a história de Noella não começa nas passarelas de Nova York. Começa muito antes, quando, segundo relatos da própria família, ainda na primeira infância, a criança nascida do sexo masculino passou a dizer que era uma menina. Aos quatro anos teria iniciado a chamada “transição social”; aos seis ou sete, conforme versões diferentes publicadas pela imprensa, seus documentos legais já haviam sido alterados. Aos dez, transformara-se em modelo, ativista e símbolo público de uma nova concepção de infância, gênero e identidade.
O caso, porém, é muito mais complexo do que a narrativa celebratória normalmente apresentada. E justamente por envolver uma criança, pais que também se identificam como trans ou não binários, uma disputa familiar, intervenção de profissionais de saúde, mudança documental e a perspectiva de futuras intervenções médicas, ele levanta uma pergunta das mais delicadas: até que ponto uma criança pequena pode realmente compreender uma decisão sobre identidade de gênero e quais são os limites da autoridade dos pais, dos médicos e do Estado quando essa decisão poderá produzir consequências que se prolongarão pela vida adulta?
A resposta não é simples. E tampouco pode ser encontrada em slogans de militantes progressistas.
Há histórias que parecem condensar, numa única família, algumas das transformações culturais mais profundas — e mais controversas — das últi
Workplace stress by Estefano Isaias: signs, causes, risk levels, and actions to manage pressure before it becomes harm.
Este artículo sigue el riguroso enfoque editorial propio de Estefano Isaias : fuentes verificadas, lenguaje claro, límites explícitos y criterios prácticos. No inventa credenciales clínicas y no debe interpretarse como un diagnóstico médico o psicológico.
¿Qué es el apego evitativo en adultos y cómo afecta a las relaciones? #ApegoEvitativo #Psicologia #SaludMental #Relaciones #RelacionesSanas #Pareja #InteligenciaEmocional #BienestarEmocional #Vinculos #PsicologiaDePareja #Amor #felizmiercoles #12deagosto