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Há algum tempo pessoas vem postanto aqui no tumblr partes do próprio corpo comparadas a imagens da natureza, utilizando as tags #bodycomparision e #bodycpmparative com o intuito de nos mostrar que assim como a natureza somos maravilhosos com todas as nossas marcas, cores e curvas.
O tema não vem sendo abordado de hoje, há alguns anos Cecília Meireles já levantava a questão da Ditadura da Beleza em um de seus poemas.
Mulher ao espelho
Hoje que seja esta ou aquela, pouco me importa. Quero apenas parecer bela, pois, seja qual for, estou morta. Já fui loura, já fui morena, já fui Margarida e Beatriz. Já fui Maria e Madalena. Só não pude ser como quis. Que mal faz, esta cor fingida do meu cabelo, e do meu rosto, se tudo é tinta: o mundo, a vida, o contentamento, o desgosto? Por fora, serei como queira a moda, que me vai matando. Que me levem pele e caveira ao nada, não me importa quando. Mas quem viu, tão dilacerados, olhos, braços e sonhos seu se morreu pelos seus pecados, falará com Deus. Falará, coberta de luzes, do alto penteado ao rubro artelho. Porque uns expiram sobre cruzes, outros, buscando-se no espelho.
Fazer um retrato, sem nenhuma referência já é um desafio por si só. O vídeo mostra essa técnica conhecida como “speed portrait“, que além de tempo, ainda é uma verdadeira performance artística.
Considerado o pintor mais rápido do mundo, William Botero surpreende com a sua performance.
Via: Geração Alpha
Diagnosticado com dislexia Vince Low é um artista que encontrou na arte uma forma de organizar informações caóticas. Usando apenas caneta, transforma "rabiscos" em verdadeiras obras de arte. Parecem traços de caneta feitos ao acaso, como se fossem esboços. No entanto, a composição da obra quando é finalizada é realmente incrível.
+ Obras
Via: Catraca Livre
Angústia e desespero existencial dão o tom da pintura “O Grito”, do norueguês Edvard Munch, criada em 1893. A famosa tela ganhou vida e ainda mais intensidade em um curta-metragem de animação, dirigido pelo cineasta Sebastian Cosor.
Sobre a obra, Munch escreveu em seu diário: “Passeava com dois amigos ao pôr-do-sol – o céu ficou de súbito vermelho-sangue – eu parei, exausto, e inclinei-me sobre a mureta– havia sangue e línguas de fogo sobre o azul escuro do fjord e sobre a cidade – os meus amigos continuaram, mas eu fiquei ali a tremer de ansiedade – e senti o grito infinito da Natureza”.
A trilha sonora do curta “The Scream” fica por conta da canção “Great Gig In The Sky”, do Pink Floyd.
via: Catraca Livre