Em 2006, a Environment Agency (EA, órgão do governo britânico que trabalha para melhorar e proteger o meio ambiente) examinou sacolas feitas de diferentes materiais para descobrir quantas vezes elas precisariam ser reutilizadas para ter um impacto menor ao aquecimento global que uma sacola plástica de uso único.
O estudo concluiu que os sacos de papel precisavam ser reutilizados pelo menos três vezes, uma a menos do que as sacolas de plástico (que precisariam ser usadas quatro vezes).
A cada 1 árvore derrubada 3 são replantadas pela indústria do papel, em geral, todos os dias, 1,700,000 novas árvores são plantadas que representa um papel importante na luta contra o aquecimento global.
Com esse processo a empresa acaba removendo mais carbono do que emite, cada hectare captura 27 toneladas de carbono por ano.
Apesar de sua baixa durabilidade, uma vantagem do papel é que ele se decompõe muito mais rapidamente do que o plástico e, portanto, é menos provável que seja uma fonte de lixo e represente um risco para a vida selvagem.
O papel também é mais amplamente reciclável, se decompõe em poucos meses enquanto os sacos plásticos podem levar entre 400 e 1.000 anos para se decompor.
As sacolas de papel requerem um número um pouco menor de usos do que as de plástico reutilizáveis para tornaram-se mais ecologicamente corretas do que as sacolas plásticas descartáveis.
Além disso, a chave para reduzir o impacto de todas as sacolas - não importa do que sejam feitas — é reutilizá-las o máximo possível, diz Margaret Bates, professora de gestão sustentável de resíduos na Universidade de Northampton, na Inglaterra.
Faça o uso consciente, prefira embalagens de papel, nosso planeta agradece.