Além de um cara tranquilo, ele é bastante simpático. Do tipo que sempre cumprimenta os vizinhos, decora os nomes de cada um, pergunta sempre sobre o dia e a família. Isso também vale pros clientes da Soonsiki e outros pais da escolinha do filho. Ele tem seus momentos de altos e baixos (os baixos costumam ser bem baixos) e pode ocasionar em momentos de reclusão, mas num geral ele costuma ser uma pessoa bem gente boa e extrovertida.
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Ele nasceu em Sydney, na Austrália, e é filho único de pais coreanos. Quando era muito criancinha, os pais se divorciaram e um padrasto de origem ocidental assumiu o papel de figura paterna na vida do garoto, já que o pai biológico sumiu em algum lugar. Graças ao padrasto, ele teve sim um pai presente e alguém para se espelhar nesse sentido e um lar amoroso. Ele é muito agradecido ao homem até os dias de hoje por ter tido um papel muito fundamental na sua criação. Aos 18 anos, Nathan decidiu que queria ser músico e tentou voltar à Coreia do Sul para tal. Morou com os avós por um tempo e via os pais nas férias. Cursou faculdade de artes plásticas, já que sempre teve muito dom artístico em geral. Foi nessa época também onde começou a se tatuar.
Com vinte e oito anos, quando estava entrando na sua época mais rato de academia, ele conheceu uma garota numa balada em Hongdae. Eles tinham idades parecidas, o papo deu certo e rolou algo a mais. Daí eles se desencontraram e vida que segue. Só foi ouvir dela depois de quase um ano quando alguém bateu na porta do seu apartamento no meio da noite. Era uma senhora de idade alegando ser a mãe da garota com um bebê recém-nascido nos braços, entregando-o para ele e falando que se não quisesse cuidar da criança iria a entregar para adoção. No desespero e no susto, Nathan ficou com o bebê para si, mesmo sem preparo algum. De uma hora pra outra, tinha virado pai. Voltou às pressas para a Austrália passar os primeiros seis meses com os pais, o ajudando com os cuidados básicos e ensinando o que fazer. Na hora de registrar, deu-lhe o nome de “Theo” em homenagem ao padrasto.
Voltou à Coreia quando o filho fez um ano e meio para concluir a faculdade (tinha trancado para se dedicar ao filho) e foi quando se mudou para a Bitna em Myeongdong, próximo de uma escolinha. Conseguiu um emprego como personal e usa mais as suas habilidades artísticas como hobbie. Meio que desde que Theo apareceu na sua vida, tudo passou a girar em torno dele e nada mais. Ele quer tentar se dedicar mais às artes depois de um tempo, mas agora só quer tornar a vida do filho a melhor possível. Quer vê-lo continuar a crescer e se tornar o garotinho brilhante que ele sabe que é.
Seokjin é uma pessoa totalmente tranquila na maioria das vezes. Gosta de conversar, de se divertir e de fazer as pessoas rirem. Muitos falam que ele conquista com o carinho e as palavras. Entretanto, em alguns casos é um tanto reservado, principalmente com relação a sua família e filha e caso mexa com algum deles, Seokjin vira uma outra pessoa. Pode ser vingativo e rancoroso mas é capaz de dar algumas chances antes de isso acontecer.
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Não tem ninguém que não diga o quanto Seokjin é esforçado, sempre foi, desde pequeno. Foi filho único por grande parte da sua vida então a atenção e ajuda de seus pais o fizeram ter um bom estudo e seguir o caminho que desejava, que no caso tratava-se de desenho e arquitetura.
Tem os pais separados desde os 10 anos e depois, quando completou 20 anos, seu pai teve uma menina com a nova esposa.
Estudou tanto desenho quanto arquitetura porém não conseguiu trabalho fixo e nenhum dos dois, tendo uns bicos vez ou outra, principalmente com os desenhos. Isso lhe sustentava junto com o auxílio de seus pais mas uma surpresa fez com que tivesse que pensar não apenas em si.
Estava tendo um caso aos 23 anos quando a mulher engravidou e simplesmente lhe entregou a criança, dizendo que “não poderia estragar sua vida no momento”. Seokjin na mesma hora assumiu a paternidade e basicamente vive pela filha, a pequena Minjun.
Agora Seokjin trabalha no Pintokki e faz um bom trabalho, mas seu desejo é conseguir carreira com o que estudou e dar um futuro ainda melhor para sua filha.
Ela fez seu lar nas sombras, tanto que foi dito que ela mesma se tornou uma. Observadora cuidadosa, Mitzi é o tique-taque de um relógio em contagem regressiva. O silencioso predador de emboscada esperando por sua presa. Perfeccionista e zelosa, ela encontra força na ordem e na obediência, dedicando-se ao trabalho para não precisar lidar com todo o resto. Ela treinou muito e muito para transformar seu corpo em sua maior arma.
Parece sempre haver algo borbulhando sob a pele de Mitzi. Péssima em ficar parada, ela está sempre trabalhando em algum tipo de projeto, algo para se sentir útil. Devido à sua natureza agitada, Mitt é magnética e extremamente produtiva.
Ser Chefe de Segurança da Skandal é um trabalho que a mantém alerta; o tipo de desafio que Mitt aceita com entusiasmo: desde verificar câmeras até a revista de clientes. Ela se certifica de manter aquele ambiente o qual ela chama de seu, o mais seguro possível. Uma forma dela mesma se fazer crer que é capaz de algo eficaz.
Há algo em Mitt que traz uma certa tranquilidade sincera. Embora ela certamente tenha tendências fechadas, ela parece tão aberta e fácil de conversar como um estranho que poderia ser um amigo.
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Linguagem, devoção, amor – era o que mantinha a sua casa viva, o que a mantinha aquecida. Seu pai, empresário, e sua mãe, professora, se conheceram aos vinte e poucos anos. Sua mãe nasceu na tailândia enquanto seu pai se mudou para os Estados Unidos para se formar em contabilidade e finanças. Eles rapidamente se apaixonaram, o cordão vermelho que os mantinha unidos era ousado e vibrante – e um lembrete claro de que, embora o amor seja mágico, não é suficiente para salvar aqueles que o sentem. Depois de decidirem se casar, eles rapidamente formaram uma família. Mitzi chegou e foi o dia mais feliz da vida deles.
Sua primeira lembrança é a dos dedos de sua mãe roçando sua nuca, puxando grossos fios de cabelo em presilhas. Com o peso disso em um só lugar, Mitt balançou a cabeça, o riso borbulhando em seus lábios enquanto ela dizia à mãe que era a presilha mais bonita que já viu. Esses momentos ecoam, a ameaça do desespero avança logo atrás das racionalizações que ela faz. Esses sentimentos, esses pensamentos – eram de uma criança, e Mitzi não é mais uma criança.
Dizem que somos um reflexo daqueles que nos impactam e, embora Mitt adorasse acreditar que é capaz da bondade de seu pai ou da paciência de sua mãe, eles foram arrancados dela antes que ela fosse totalmente capaz de compreender o que significava ser filha deles. Era cedo e, embora ela não tivesse passado dos sete anos, ainda se lembra da sensação de ser interrogada, da forma como a polícia olhou para ela com pena. Eles explicaram que logo depois de ter sido deixada na escola, eles deram uma guinada, e essa virada lhes custou a vida.
Sua mãe tinha pouca família em Los Angeles, e essa família não queria nada com a pobre órfã, uma criança inteira, destinada a fazer bagunça e cair sob o peso de sua perda. A família de seu pai não tinha conhecimento de seu casamento, ou de sua filha, e então Mitzi foi jogada aos lobos. Embora houvesse famílias devotadas à causa, seja pela pequena quantia que receberiam do governo, ou por uma questão de caridade, nunca houve uma casa que combinasse com ela, como a de seus pais.
Não é incomum a história de uma criança lançada em desespero – suas reações, ou inação, sendo destrutivas e prejudiciais ao seu crescimento. Mas Mitt foi mais inteligente. Ela se separou das costuras, agindo como um ghoul nas sombras para causar estragos naqueles que ousaram confundir sua ternura com fragilidade.
Mitzi era filha de seu pai, fria e determinada e da sua mãe, observadora e ágil. Ela sangrou por eles e segurou suas palavras, respirando histórias, tanto tailandesas quanto americanas, nas palmas de suas mãos, para entrar nesta nova vida. Ela agarrou esses momentos até que eles fossem fatais. Aos dezesseis anos, ela teve a opção de sair daquele orfanato, e assim o fez.
Mendigos não podem escolher e, embora a garota nunca tenha pretendido acabar com apostas feitas em seus ossos e nos nós dos dedos, ela serviu bem seu título de cão de briga em um anel feito para corações grandes e palmas calejadas. Ela aprende rápido, é assim que ela sempre foi. Havia padrões que Mitzi começou a notar, e isso significava que ela teria vantagem. Logo, em vez de cair de costas, com o dinheiro enfiado na palma da mão do vencedor adversário, ela estava conseguindo o de um lutador experiente. Quanto melhor ela se tornou, mais interesse foi investido e, assim, Mitt aprendeu a verdadeira técnica da violência.
Aos vinte e um anos ela se muda para a Tailândia e todos os olhos estavam voltados para a mais nova aposta da liga feminina de MMA do país. O que poucos sabiam, era que o coração de Mitzi tinha dona, uma dona estrangeira, com um endereço simples, de vivência simples que a garota sempre cuidou, sempre se certificou de que estava segura, alimentada e tinha um teto sobre a cabeça. Ela era sua, afinal. Sua para proteger, manter e amar como nunca amou nenhuma outra pessoa em sua vida. E quando ela estava dirigindo aquele carro novo, que Mitt a presenteou, outro carro passou o sinal vermelho e bateu no lado do motorista… Ela se tornou sua para perder também.
A desolação mais uma vez permeia sua existência. Parece que sua vida existe apenas para ser sempre tocada pela tragédia. Uma maneira de o universo deixar claro que nada do que ela faz significa alguma coisa. Ela abandona a carreira, abandona a própria vida, até que aquela criança surge como uma salvação, uma âncora a fazendo estabilizar. É por Nami que ela passa a acordar todas as manhãs, por Nami que ela aceita aquela proposta de emprego e somente por Nami que ela se muda pra a Coreia do Sul e decide não desistir de buscar a sensação de estar viva de novo.
Chunwoo é um rapaz muito calmo, daqueles que até podem irritar devido a calmaria. Talvez por ter sido criado longe da cidade e por ser o caçula esse traço de personalidade dele aflorou mais do que deveria. Mas, mesmo a calmaria por vezes tem suas tempestades pois apesar de ser calmo na maior parte do tempo, Chunwoo costuma guardar muita coisa pra si, suas frustrações e inseguranças sempre trancafiadas por vezes arranjam jeito de sair e quando acontece ele pode se exceder. Mas ele costuma ter bastante controle sobre isso e é como um neto presente que as senhorinhas de Myeongdong não possuem. O típico homem written by a woman.
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Nascido em Jangsu, uma em uma vila rural cuja vida costuma ser mais pacata do que deveria, Chunwoo cresceu ajudando os pais com os afazeres do pequeno sítio que é como uma espécie de hotel fazenda onde os hóspedes costumam buscar quando querem dar um tempo da loucura da cidade grande. Cresceu com os pais e a irmã mais velha e sempre pensou que aquela seria a sua vida pra sempre, principalmente depois que a irmã faleceu por uma doença no coração. Chunwoo sempre teve em mente que ele teria que ficar no sítio e cuidar dos pais e ele se manteve confortável com essa ideia, estava tudo bem desde que os pais estivessem bem.
Contudo a vida costuma correr como a água de uma nascente, sem rumo apenas buscando um espaço entre as pedras, criando braços e ligações diferentes e não uma linha reta e constante sem nenhuma surpresa. Foi assim quando Chunwoo começou a se interessar um pouco mais pelo que a vida poderia oferecer fora das montanhas e dos campos de arroz. Como um carpinteiro e marceneiro habilidoso, ofício este que aprendeu desde muito pequeno, o rapaz corpulento seguiu rumo ao norte experimentando um pouco do que as cidades grandes poderiam oferecer para si. Começou com a capital de sua província e depois se acomodou na capital do país. Foi meio difícil se adaptar a vida corrida da cidade, mas ainda assim ele leva jeito sabendo conciliar o “corre corre” da cidade grande com a sua personalidade lenta e meio ingênua até certo ponto.
Chunwoo não tem muitas ambições quando pensa nisso de forma muito sincera. Ele sabe de onde veio e tem uma ideia de para onde vai, prefere seguir em sua zona de conforto pois a segurança é o que lhe dá paz e o deixa feliz. Se apaixonar, trabalhar o suficiente para se manter confortável, cuidar dos pais na velhice e talvez continuar com o negócio da família se ele ainda for rentável.
Hyojin é despreocupado com coisas que não estão em seu dia a dia, leva a vida com descontração. Apesar disso, pensa nos amigos e na namorada com todo carinho do mundo e adora fazer coisas para os outros, seja um ato simples como levar almoço ou doce para dividirem até dar caronas para seus colegas de trabalho. As únicas coisas que o tira do sério são: sua mãe e má educação.
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Seu pai é ex-militar e mora atualmente na Califórnia. Sua mãe é usuária química e só entra em contato para pedir dinheiro.
Atualmente, sua relação com ela é inexistente, mantendo contato somente com o pai e ocasionalmente o visitando. Está estudando novos estilos de tatuagem e juntando dinheiro para o enxoval da filha.
No futuro, ele planeja abrir seu próprio estúdio e, seu maior sonho, é poder dar para sua criança a família completa e amorosa que ele nunca teve.
Ahri é bem calma e tranquila, muito focada em seu trabalho e nas coisas que gosta. Não costuma sair sempre mas também não odeia interações sociais, é bem sociável, mas prefere ficar confortavel em casa.
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Teve uma infância tranquila, com pais presentes e amorosos que sempre a apoiavam em tudo. A maior dificuldade foi na escola, onde todos a achavam meio esquisita por seus focos obsessivos em desenhos e animações e certa dificuldade para interações sociais.
Foi pra faculdade de artes, onde aprimorou sua habilidade de desenho e animação. Trabalhou como freelancer por muitos anos até ser contratada por uma empresa de animação em Seul, onde trabalha até os dias atuais.
Engravidou pouco tempo depois de começar a namorar Hyojin, e agora o foco de sua vida está em ter uma boa vida com sua família e continuar desenvolvendo sua carreira como animadora.