Nas profundezas do bosque interior 2
Nas profundezas do bosque interior, Onde a alma treme em sombras e em clarões, Exploramos os medos e os seus porões, Buscando o sentido, o nosso ardor.
De onde viemos, neste mar sem fim? Entre as névoas que escondem nossa essência, Procuramos a luz na penumbra densa, E o propósito se esgueira além de mim.
Para onde iremos, ao findar o dia? No eco dos temores que nos afligem, Encontramos a força que nos guia.
Nos traumas e nas cicatrizes: que vertigem! Descobrimos que viver é a poesia De transformar a dor em luz que frutifica.













