Aos viajantes
Ultimamente ando pensando muito nesse assunto. Dois amigos meus (coincidentemente dois amigos próximos) mudaram de país (coincidentemente pro mesmo continente) e eu não pude deixar de refletir sobre os impactos que isso trariam pra minha vida. Claro, eles mudaram de país e não desapareceram, mas ainda assim, fui tomada por um sentimento de angústia tão grande que não pude me conter: cai em lágrimas né? Canceriano como sou, ceis já deviam ter adivinhado. E o medo de enfraquecer o contato? E o medo de não fazer novos amigos? E a ansiedade que aperta o peito de saber a falta que vai fazer?
É foda. É aquele mix de sentimentos em que você tá super feliz pela pessoa, mas por dentro sente aquele pesar de não ter mais a pessoa no dia a dia, no tete a tete.
Maaaaaas não vim aqui fazer textão sobre amizade, saudade, angústia de ficar sozinho e abandonado sem amigos (brinks migos que seguem comigo firme e forte em terras latinas <3), mas sim sobre a importância da gente valorizar aquilo que temos.Sei que sou clichê e alguns vão dizer “ai Gi, de novo esse papin?”. E eu respondo: sim! Estou aqui pra rerererelembrar o quanto é importante a gente dar carinho, estar presente, aproveitar o momento, sentir cada sentimento e embalar cada emoção.
A vida é curta demais pra frescura de aparências! Pra ter vergonha porque fulanin de tal vai pensar x ou porque o ciclanin de tal vai julgar por y. Abrace mais, beije mais, aperte mais, dê mais carinho, sorria mais, morda mais, implique mais, brinque mais, faça mais piadas, discuta mais, fale mais o quanto cada pessoa é importante pra você, saia mais, viva mais ao lado de quem você se importa e seja mais você.
Porque um conselho, de broder: quando essas pessoas importantes não estiverem mais tão acessíveis, você vai sentir uma puta falta.













