Kai was half way to busting down the door’s to Morrigan’s room. The boy hadn’t come out to eat in almost ten hours and it was starting to worry him. Getting up off the bed, Kai walked over to the door and knocked on it lightly. “Morrigan, you need to come out and eat sometime, kid. Or I can make you something, but you need to come out of the room and get washed up,” Kai tells him through the door. The stubbornness that the Light possessed was incredible. Hearing nothing but silence back after his first try, Kai let out a small sigh, now his voice coming out in a more commanding tone. “Kid, I’m going to give you five minutes to get out before I go in there. You need to eat. This is fucking ridiculous!”
After school and cheer practice was over, Vivienne finally made it home where she was alone for the night. She wouldn’t have to deal with anymore pestering from anyone about what happened at lunch and what was the writing she had on her hand. If Lloyd didn’t keep to himself so much Vivienne would’ve gushed about it but she decided to keep things just for herself for now. She watched the clock once she had settled in thinking when would be the right time to make the call. Was she nervous? She supposed so since she was considering a time that wasn’t too late but didn’t seem so early like she was that eager. Eventually she picked up her phone and dialled the number, biting on the edge of her lip as she waited for the dial to stop and hear him on the other end. “Hey it Vivienne, told you you didn’t have to worry about a thing.”
notes → Em um jogo de verdade ou desafio, David desafia Matthew a escolher alguém para descrever atributos físicos para instiga-la, falando o que faria com eles.
Matt: Matt coçou a cabeça, desconcertado. Não havia muitas opções para ele, tinha Emily, só que seria estranho já que eles eram amigos praticamente desde pequenos. Com Eliza seria mais estranho ainda considerando que ela era melhor amiga de sua ex. Ainda sentia-se em clima tenso com Sara para fazer o desafio com a garota. E não sentia-se seguro o bastante para instigar os rapazes. Talvez sua mente estava inconscientemente querendo escolher certa pessoa, mas foi para Diana que seu olhar instintivamente pousou e ele murmurou um “Desculpa” sem som para esta porque sabia que aquilo pioraria toda a situação de tentar se afastar. Culparia as cervejas que tomara depois. Respirou fundo, a olhando antes de começar. “Ahn, essa pessoa é do sexo feminino, loira.” Sabia que estava fazendo rápido e sem nenhum jeito a instigando, passou a mão pelos cachos, um tanto que nervoso, antes de erguer o olhar e encontrar os claros de Diana, foi então que perdeu-se. “Ela tem belos olhos, daqueles que você não quer parar de encarar quando olha. As covinhas que aparecem quando ela sorri te faz você se comportar como um bobão perto dela. E a boca, é difícil ter que se segurar pra não beijar, é por isso que eu nunca consigo, mas se eu pudesse eu ia até lá e colava minha boca na dela, porque a Diana tem esse modo de me atiçar quando se entrega no beijo e agarra meu cabelo.” Matthew nem lembrava mais que várias pessoas o escutavam, as palavras saíam sem ao menos pensar direito e suas pupilas dilataram ao continuar. “E o corpo, eu nunca sei por que ela é tão insegura com ele, porque ela é a garota mais atraente que já conheci, saliente e cheio de curva, daqueles que não tem como não se perder, ela sabe que eu gosto de ficar passeando meus dedos pela pele dela quando ela não tá olhando, a barriga lisa dela encolhe e ela solta esses suspiros baixos tentando disfarçar que tá gostando, então eu beijaria o pescoço onde é o meu segundo lugar favorito pra marcar mesmo que eu saiba que ela vai cobrir com maquiagem no outro dia.” Abriu um sorriso, lembranças invadindo sua mente e seu olhar não desviou-se do dela, sua voz baixa como se estivesse sussurrando apenas para ela o ouvir. “Daí eu ia descer pras partes mais baixas, demorando porque eu gosto de idolatrar min-” 'Minha garota' quase escapou dos lábios e ele logo corrigiu. “O corpo das garotas… Eu beijaria os seios com calma, e desceria até deixar o gosto dela na minha boca, vendo ela se arrepiar com meu toque enquanto admiro o corpo esbelto que ela tem. Deixaria marca na coxa, meu lugar favorito pra marcar porque ela não cobre e pode ver depois. Então-” Ouviu um assovio do Sean e foi assim que notou que fora longe demais, pigarreou constrangido ao ver tanta pessoa o escutando, nem conseguindo voltar a olhar a loira de embaraço e soltando uma risada seca, nem todo álcool possível para o impedir de se sentir um idiota. “Ha, então é isso que eu faria, sabe, por causa do desafio, e é, tá bom né?” Perguntou para David, antes de tomar um longo gole da cerveja e levantar do espaço no chão. “Eu vou buscar mais cerveja” A sua nem havia acabado mas ele girou os calcanhares indo até a cozinha, angústia preenchendo seu peito ao reviver tudo só com palavras sabendo que não teria aquilo novamente.
Di: Gelou ao ouvir o desafio de David pedindo por tudo que Matt não a escolhesse, mas sabia que as opções eram poucas. Demorou a encontrar o olhar dele e abraçou uma almofada enquanto o ouvia começar, reconheceu o sinal de nervosismo dele ao vê-lo mexer nos cachos e sorriu tapando a boca com o tecido da almofada. Seus olhos encontrando as órbitas castanhas do garoto, conectada a elas de uma forma que fazia qualquer outra pessoa da sala sumir inclusive Eliza a seu lado. A princípio sorriu com a descrição de seus olhos e boca, mas logo em seguida ele sumiu pra dar lugar a tensão de querer fazer cada coisa que ele descrevia sem poder. Mordeu o lábio inferior sem saber se estava afetada pelas palavras, ou melhor, as lembranças que elas projetavam ou triste pelo mesmo motivo. Lembrou-se da sensação do corpo dele sobre o seu, assim como a língua e enquanto sentia-se lisonjeada pelos elogios tinha também vontade de chorar. Engoliu em seco e só ao perder o contato visual que notou que tudo aquilo havia sido descrito na frente de todos e o enrubescer mostrava a vergonha de ter sua intimidade exposta daquele jeito, mas não estava brava, pelo contrário, queria abraçar o moreno, acalenta-lo até sentir-se melhor. Olhou com raiva pra Dave pelo desafio que havia mandado quando Matt saiu. Sentiu uma mão a segurando quando se levantou e nem olhou pra trás pra saber qual amigo a queria impedir. "Eu vou tirar essa coisa do meu rosto". Disse indo em direção ao banheiro, mas ao ver que ninguém a observava acabou tomando o caminho da cozinha. Vendo o moreno de costas e sentindo um aperto no peito sem tamanho por ele ter falado todas aquelas coisas na frente de todo mundo, depois que ambos tinham terminado e tavam tentando seguir verdadeiramente em frente disse com a voz baixa. "Seus olhos e seu sorriso são as coisas que eu mais gosto em você porque quando você sorri de verdade seus olhos se contraem de uma forma que da pra ver que é verdadeiro e meu lugar favorito pra te marcar é na curva do seu pescoço porque é onde meu rosto melhor se encaixa e por causa do seu perfume e quando a maquiagem do meu pescoço cai, normalmente quando tomo banho pra dormir eu gosto de observar as marcas que você deixou no espelho pra lembrar de tudo que você fez na noite passada. Eu não cubro elas só por estética, eu cubro porque essas marcas são só minhas e suas. "Não olhou pra frente porque não queria saber se ele havia virado ou não pra ela e continuou. "Eu só acho meu corpo bonito quando você me olha daquele jeito maravilhado, sem falar nada, só esse olhar e não tem nada no seu que eu mudaria mesmo que eu sempre queira mudar suas roupas e Matt eu nem vou falar a tudo que você já me fez sentir, digo, fisicamente, porque eu nem sei como descrever..." Disse aproximando-se mais e tocando o ombro dele. "Eu não devia tá falando essas coisas, foi a última vez naquele dia, mas não acho justo que você se exponha desse jeito sem saber da minha parte também. Não pensa demais nisso porque só vai piorar tudo, só quero que você saiba, ok?" Engoliu em seco e encostou seus lábios no ombro dele mesmo por cima do tecido e se virar pra tentar sair da cozinha o mais rápido possível.
Matt: Queria que um buraco abrisse no chão e o engolisse para nunca mais ter que pensar nas palavras que dissera ou em como queria as reviver no momento, ele deixou a bebida de lado e escorou ambas mãos na bancada, baixando o olhar e respirando fundo. Mas então ouviu a voz de Diana atrás de si, pensou por um momento que a própria mente estava plantando loucuras em sua cabeça mas quando virou e viu a loira ali, seu ar parecer escapar dos pulmões porque de repente ela estava o respondendo pelas coisas que ele dissera e não achava que ia conseguir aguentar ouvir tudo. Mordeu o lábio e encarou o chão para ela não ver a expressão de dor que se alastrava pelo seu rosto, porque de repente sentia vontade de se encolher e chorar por tudo que acontecia e por saber como ela se sentia depois de terem acabado, saber de como a fazia bem era tão torturante o quanto saber que a fazia mal. Sentiu o beijo em seu ombro e antes que pudesse evitar a puxava de volta pelo pulso, exatamente como na noite passada fizera, aproximando-se dela, mas dessa vez apenas colou as testas, sentindo a respiração dela mesclar com a sua e teve que reunir grande força para não a beijar. “Me desculpa por ter te escolhido, piorou tudo, não piorou?“ Levou a mão para acariciar a face da loira. “Só não consigo me ver escolhendo qualquer outra pessoa.” Respirou fundo para se recompor e afastar o rosto, parecendo impossível o gesto já que Diana sempre o atraía de um jeito que acabara o guiando até ali. “Desculpa por ter dito aquelas coisas na frente de todo mundo… Eu só- É que quando eu te olho nem percebo o que to fazendo, e eu to realmente me esforçando aqui pra não te beijar e dizer dane-se o término, mas sei que não é o que te prometi.” Depositou um beijo na bochecha da loira, prolongando o toque para sentir o perfume dela e a pele contra seus lábios, porque era o único beijo que conseguiria. “Tá difícil isso aqui e me manter longe, mas eu-” Encarou os olhos claros que tanto gostava, abrindo um pequeno sorriso em meio sua expressão sofrida e seu polegar acariciou a covinha que aparecia quando ela forçava os lábios juntos. “Eu te amo e por isso quero te ver feliz, se eu não sou o cara que vai fazer isso, então to te deixando livre pra achar ele, tá legal?” Ia chorar, percebeu assim que imaginou ela sendo feliz com outro e um bolo se formou na sua garganta, as próximas palavras suplicantes. “É melhor- É melhor você ir agora ou eu não vou conseguir, Diana.”
Di: Uniu os lábios numa linha reta quando voltou a ser puxada pelo garoto e deixou suas testas serem coladas, sua mágoa com ele por ter ido embora sem ela ter acordado se dissipando por conta da proximidade e com isso teve que fechar os olhos pra não se distrair com os dele. Suas mãos no peito do rapaz apenas pra sentir-se pronta pra afasta-lo, mas no fundo sabia que não o faria. "Não precisa pedir, eu não sei se ia querer ver você falando de outra garota". Sentiu a mão em seu rosto logo depois de o responder, seu pulso acelerado pelas palavras seguintes. "Foi melhor assim, agora eu sei, você sabe..." Mentiu pois sabia que não tinha melhor no caso deles, só essa vontade de chorar interminável apertar ele em si até que ambos resolvessem-se pra não continuassem com aqueles términos. Fez que sim em respostas ao pedido de desculpas dele e envolveu a cintura dele num abraço breve, atendo-se a apenas isso antes de se afastar para o olhar. Esperou que ele falasse tudo que tinha pra falar antes de tentar, observou-o em silêncio sentindo seus olhos arderem e teve que limpar a garganta pra conseguir falar novamente sem que sua voz soasse chorona. Até o toque em seu rosto piorando seu autocontrole, o beijo, a mão. "Eu não me importo com quem ouviu, sobre isso eu só me importo com você, pensar nisso doi e se doi em mim deve doer pra você e- e tem razão, mas eu também não ajudo, eu só vejo que pioro as coisas pra você e eu também quero te beijar aqui, mas se a gente continuar assim, não vai dar certo nunca". Engoliu em seco, mas logo estava com oa braços ao redor do mais alto com tanta força como se ele fosse fugir. Seu rosto no pescoço dele fez sua voz ficar abafada, mas mesmo assim falou. "Doi ainda mais te ouvir falar assim porque você não imagina como eu queria ser a garota que te fizesse feliz em tempo integral e só de saber que você pensa assim já me doi porque é assim que eu penso também e como se sinto". Separou-se dele com os olhos vermelhos e segurou o rosto de Matt pra beijar a maçã do rosto dele demorando assim como ele tinha feito. "É melhor mesmo... Eu te amo". Deu outro beijo ainda segurando o rosto dele e antes que ele pudesse tomar qualquer atitude se afastou e nem se importou com os convidados passando pro seu quarto direto.
Matt: Assentiu quando ela disse que havia sido melhor daquele jeito, mesmo se não soubesse se a dor que sentia no momento era de fato melhor, conseguia ver o quanto a garota também sofria na sua frente e teve que repetir sua promessa várias vezes para lembrar a razão de ainda estarem terminados. Mordeu o lábio quando ela o abraçou, porque sentir o calor da loira perto de si o lembrava de coisas que pareciam apenas piorar tudo, mas mesmo assim seus braços a puxaram para perto, beijando o topo da cabeça ela e sentindo a respiração desta em seu pescoço, fechando os olhos por um momento e imaginando um outro cenário, algum em que eles ficavam juntos. “Tudo bem, a gente é péssimo nisso, mas vamos aprender, certo?” Agradeceu mentalmente quando ela se distanciou porque sabia que não conseguiria, tinha um medo extremo de abrir a boca novamente e pedir para ela voltar com ele, por isso manteve-se calado, seus olhos ardendo ao escutar ela dizendo que o amava pela primeira vez pessoalmente. Sentiu o beijo em sua bochecha e logo ela estava sumindo tão rápido que Matthew questionou se o que acabara de acontecer realmente era real, mas as palavras dela se repetiam em sua mente e ele sabia que era. Nem percebeu que chorara, notando apenas quando passou a mão pelo rosto e o encontrou molhado, tentando se recompor mas era difícil quando a garota que ele amava não podia ser dele, não mais. Escutou barulho de passos e imediatamente limpou as lágrimas, vendo Sean escorar-se na porta um tanto que hesitante. “Tudo bem aí, cara?” Matthew assentiu, tentando sorrir mas o que pareceu uma careta, sabia que o outro não acreditou, mas ficou grato por ele não mencionar nada, apenas o guiando até o carro e logo estavam andando pela rua, Phillips encarando a janela com uma expressão vazia enquanto repassava o que acontecera, logo ouvia Sean dizer. “Ahn, melhora aos poucos, sabe, com o tempo e tal.” Encarou o rapaz, abrindo um sorriso grato pelas palavras mas não disse nada, voltando a prestar atenção no exterior, não conseguia imaginar como conseguiria melhorar sem Diana ao seu lado, mas preferiu acreditar nas palavras confortantes do amigo.
Aquele era o mesmo caminho que eu percorria todos os dias, mesma flores, mesmas pessoas, mesmos sons. Nada parecia diferente, e realmente não estava, assim como nos outros dias, cumprimentando as mesmas pessoas. Soltei um suspiro abafado e encarei meus sapatos enquanto caminhava por entre a sinuosa passagem entre as casas de East Village. Era um bonito lugar, mas ele não havia marcado nada de diferente, ele havia se tornado um bonito lugar comum. Continuei caminhando agora apertando os livros contra meu peito enquanto olhava distraidamente o celular em busca de algo interessante durante aquele caminho que parecia nunca ter fim. Foi quando em um simples flash eu vi tudo mudar.