" LA MUERTE DE ALGUNOS HÉROES" - BOKU NO HERO ACADEMIA 6 - CAP 05 - VIDE...
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" LA MUERTE DE ALGUNOS HÉROES" - BOKU NO HERO ACADEMIA 6 - CAP 05 - VIDE...
ATTACK ON TITAN – SEGUNDA TEMPORADA – CAPITULO 05
#ATTACKONTITAN – SEGUNDA TEMPORADA – CAPITULO 05
ATTACK ON TITAN – SEGUNDA TEMPORADA – CAPITULO 05
EL MUNDO ESTÁ GOBERNADO POR LOS TITANES. LA HUMANIDAD ES LA PRESA DE ESTOS TITANES, POR ESTO LOS HOMBRES HAN CONSTRUIDOS MURALLAS DE 50 METROS DE ALTO PARA PROTEGERSE DE LOS TITANES. A CAMBIO DE ESTO, LOS HUMANOS HAN PERDIDO LA LIBERTAD DE EXPLORAR EL MUNDO DE AFUERA.
EREN YEAGER ES UN CHICO DE 10 AÑOS QUE NUNCA HA VISTO CÓMO ES EL MUNDO DE ALLÁ…
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Capítulo 05
Eu queria conversar com alguém quando busquei o número de Rafaela e decidi ligar para ela.
Infelizmente, essa não foi uma opção tão boa quanto a noite que ela me proporcionou. Pensei que, pelo fato de não demonstrar ser fútil e tão tagarela à ponto de não ter conteúdo algum, como algumas mulheres que já fiquei, ela poderia ser uma boa alternativa para se ter uma conversa normal, sem nenhuma segunda intenção, ate mesmo porque estava em São Paulo, acabando de chegar de uma rotina de compromissos profissionais que me tomaram a noite.
Ao ouvir que ela estava tão bem quanto eu, sozinha, e ainda mais por não querer ao menos conversar, demorei à pegar no sono, irritado mais comigo mesmo por ter ligado do que pela sua maneira de me tratar. O que eu esperava? Que ela me chamasse de amor? Eu também nem queria.
Visualizei sua mensagem depois de acordar, mas naquele instante, não tive gosto de respondê-la. Me surpreendi quando recebi outra mensagem, por volta das 19:00 horas, em que a mesma avisava que já havia saído do trabalho e dentro de alguns minutos chegaria em casa.
O que ela pensava? Que eu queria saber da vida dela? Apesar de, inicialmente, pensar dessa forma, sua mensagem não soou atrevida e apegada. Como advogada, ela deveria se sair muito bem, já que seu jogo com palavras era certeiro.
Depois de muito pensar, não que ela exigisse muita atenção de mim, resolvi responder Rafaela.
Apaguei e escrevi várias vezes para que ela não achasse que eu estava correndo atrás. E realmente não estava. O que eu precisava agora não era sexo. Era simplesmente uma conversa. E eu acho que ela poderia me dar.
– Tenho uma ligação para você na linha. - Andréia entrou na minha sala após bater na porta. Colocou apenas sua cabeça para dentro e me fazendo tirar os olhos dos papéis que analisava. - É um tal de Carlos. Posso transferir? Você não tem cliente algum com esse nome, então resolvi perguntar. - o cuidado de Andréia era zeloso e principalmente importante na função que ela exercia. Ser secretária exigia isso. Se envolver com tantos documentos não era tão fácil quanto aparentava.
– Carlos? - curvei a boca, tentando puxar na memória se conhecia alguém com esse nome. - Bem, pode transferir. Eu atendo.
Andréia assentiu com a cabeça, fechando a porta às suas costas. Pouco depois o telefone em minha mesa tocou e eu retirei o gancho antes de dar o segundo toque. Se fosse algum potencial cliente futuro, eu não gostaria de deixar esperando.
– Boa tarde, Rafaela Brandão. O que deseja? - me identifiquei ao atender, tirando o óculos do rosto.
– Gostei do profissionalismo.
Eu parei de prestar atenção em todos que observava através da parede de vidro e me concentrei na ligação. Eu só poderia estar errada. Não tinha cabimento e possibilidade para que isso estivesse acontecendo.
– E também desejo um pouco de tempo após o serviço essa noite. - ele disse.
Me peguei mordendo a pontinha do óculos que estava na minha outra mão. Eu fiquei muda. Não disse uma só palavra mas pensava muito. E pior, não sabia distinguir todos os pensamentos que percorriam minha cabeça.
– Rafaela? - ao chamar por meu nome eu tive certeza que Luan falava comigo através do telefone da rede de escritórios.
– Oi.
Eu não fui seca, mas transpareci surpresa demais. E poderia dizer que coloquei o telefone no gancho mais surpresa do que quando reconheci a voz do cantor.
Passaram dois meses desde que nos conhecemos e após ele responder as duas mensagens enviadas no dia em que ele me ligou pela primeira vez.
Desde então, dificilmente deixávamos de nos falar. O contato era realizado com várias horas de diferença entre uma mensagem e outra por conta das nossas rotinas, mas a conversa fluiu rapidamente e, pensando bem, isso também me surpreende.
Nossas conversas não tinham teor sexual, apesar de algumas vezes provocarmos um ao outro. Normalmente falávamos sobre o nosso dia a dia, alguns problemas que surgiam e íamos nos aprofundando aos poucos, sem envolver sentimento além do da amizade.
Hoje, depois do expediente, somente eu sabia que iria encontrar Luan Santana. E não. Isso não envolvia paixão e nem amor, apenas uma amizade que florescia aos poucos e poderia ser aliada ao sexo fácil quando ambos estivéssemos carentes.
...
Já passava das 20:00 horas quando saí de casa. Iria encontrar Luan no mesmo hotel da primeira vez. Preferi assim. Estava cedo demais para levá-lo para casa embora eu soubesse que ele é de confiança.
Não demoraria muito à chegar no meu destino e isso me causava ansiedade. Poderia dizer que a sensação se assimilava ao primeiro processo que tive em mãos. Eu sabia o que teria que fazer, sabia como agir, mas ainda assim eu ficava nervosa à ponto das minhas mãos ficarem geladas. Mas eu sabia que isso logo passaria.
Como todas as coisas que no início nos leva ao ápice do entusiasmo, também há uma queda que nos leva à monotonia da rotina.
Manual de Sobrevivência
Foto do Team-malhacao*
V – LIÇÃO NÚMERO DOIS
“Enlouquecendo a diaba morena"
Eu estava me divertindo vendo o sofrimento das duas, por um lado Juliana agora corria atrás de mim e era eu quem negava sexo a minha fogosa esposa e por outro lado tinha Agatha, a quem eu antigamente “nunca” havia tratado como um dama, o que a estava enlouquecendo.
Fazia duas horas que ela estava me ligando insistentemente, já havia atrapalhado duas reuniões, quando resolvi ir pessoalmente ao apartamento dela. Ela não podia envolver essa nossa guerra pessoal nos meus assuntos da empresa.
- Olá senhor Vitor, poderia avisar a senhorita Moreira que estou aqui embaixo. – o porteiro logo me acenou e foi interfonar para louca, em minutos em já estava dentro do elevador.
Assim que as portas se abriram, encontrei Agatha parada na porta com uma pijama micro e completamente transparente. Infeliz, estava me atiçando devido à greve da Ju, tinha consciência que ela sabia. Bruno havia me contato que a mesma escutou a conversa dele e Juliana dias atrás.
- Vá se vestir Agatha, temos que conversa. – passei pela porta e só a vi caminhar rumo ao sofá, sem a menor menção de me obedecer.
- O que foi Rodriguinho, eu está quase nua te incomoda tanto? – ela sorriu safada e eu apenas sorri.
- Na verdade Agatha, apenas achei que uma moça que se desse ao respeito compreenderia, que um homem casado não pode estar no mesmo ambiente que ela, quando a mesma traja tais roupas. – sorri mais abertamente e a mesma apenas fez um bico e rumou até o quarto, voltando minutos depois agora com um vestido longo.
- Está bom assim, ou deseja que eu vista uma burca?
As ironias de Agatha foram a principal arma para eu me apaixonar por ela, tudo bem que ela era gostosa, tinha um sorriso encantador, mas apenas eu sabia o quanto aquela mulher era um diabo em forma de anjo.
- Na verdade o que estaria muito bom Agatha, era que você parasse de me ligar a cada dez minutos.
- Entenda uma coisa Rodrigo, eu estou cansada dessa sua maluquice, estou cansada da pirada da Juliana aprontar e você descontar em mim. Já lhe disse que aceito esse noivado, aceito até mesmo que você tenha “outras”, mas EU QUERO VOCÊ. – ela berrou literalmente o final e eu apenas fechei os olhos. – Eu preciso de você gatinho, preciso mesmo.
- Que pena Agatha, porque atualmente eu estou preferindo banho frio. Passar bem!
Fica Por Aqui - Capítulo 05.
Fui logo contar pro Bernardo.
– E então... Como você está? – Ele perguntou, me olhando.
– Eu... Não sei. Não tô feliz, mas também não tô triste. Eu continuo meio confusa...
– Com o quê?
– Com tudo.
– Bom... Você é quem decide o que deve fazer.
– Sim, eu sei. Eu quero ficar contigo, mas eu gosto do Ale também...
– Faz o que for melhor pra você, tá?
– Ta bom... – Abracei ele. Passei o resto do almoço com ele, conversando. Me sentia melhor quando estava perto dele.
Quarta-feira passou, e eu continuava confusa, sentia falta do Alexandre agora, mas esquecia-o completamente quando estava com o Bernardo.
Era agora quinta-feira, e eu pedi pro Bernardo passar o almoço comigo. Nos sentamos num canto meio escondido, ao lado dos armários de madeira, e conversamos realmente pela primeira vez. Falamos sobre o que gostávamos, o que não gostávamos, e descobrimos que éramos parecidos, e eu descobri que já gostava mais dele do que deveria. Percebi que tudo nele me encantava, desde sua voz, até seu jeito. Descobri que ele gostava do céu tanto quando eu, que se distraía e se encantava com o céu da mesma forma que eu. Quando já estávamos quase nos levantando para irmos para nossas salas, ele me beijou, não por muito tempo, porque algumas pessoas passaram por la e falaram algo, mas por tempo suficiente para fazer meu coração acelerar. O sinal tocou, e ele me ajudou a levantar, e quando ele veio me abraçar, alguns amigos do Alexandre apareceram, e eu me afastei dele, tentando disfarçar. Os amigos do Alexandre me olharam, e saíram. Saí andando com o Bernardo.
– Tá tudo bem? – Ele perguntou, me olhando.
– Não sei... Vou saber mais tarde, quando os amigos do Alexandre contarem pra ele que nos viram juntos, e provavelmente vão falar que estávamos nos beijando, ou coisa do tipo.
– Desculpa, baixinha.
– Relaxa... – Abracei ele e fui pra sala.
– Alice, cê tá bem? – A Bia perguntou quando sentei do lado dela no laboratório de informática.
– Não. – Comecei a chorar.
– Espera, vamos no banheiro. – Saímos da sala e fomos andando até o banheiro.
– Eu estava com o Bernardo, e uns amigos do Alexandre chegaram e viram, na real eles não viram nada, ele só estava me ajudando a levantar, mas é lógico que eles vão aumentar a história pro Alexandre, e ele nunca mais vai voltar pra mim, Bia! – Eu disse, e voltei a chorar, soluçando.
– Mas Lice... Você não terminou com o Alexandre porque gosta do Bernardo?
– Sim, mas daí eu percebi que eu sinto falta do Ale... Eu não queria perder ele.
– Olha Lice... Você quer os dois ao mesmo tempo, e assim não dá, amiga. Tu tem que escolher com quem tu vai ficar, porque se não os três vão sair machucados disso. Mas não decide nada agora, se acalma, lava o rosto, toma uma água, em casa, sozinha, com calma, você pensa direito no que vai fazer, tá bom? – Ela me abraçou. – E eu tô aqui pra tudo. Eu te amo, Alice! – Era a primeira vez que a Bia dizia que me amava. Nos conhecíamos a 4 meses, e ja vivíamos grudadas, e era a primeira vez que ela dizia aquilo, e eu me senti feliz.
– Obrigada, Bia. Eu também te amo! – Abracei ela, lavei o rosto, fui tomar água e voltamos pra sala. O resto do dia passou normalmente, na saída vi o Bernardo, e senti meu coração acelerar só de ver, e sabia que era ele.
Fetichismo / MARCOS Con pelos en la lengua 03x05
Trust Me | Capítulo 05
Zayn caminaba algo nervioso hasta donde había quedado de encontrarse con ella. Cuando salían, Perrie siempre le decía lo mucho que le gustaba ir a pequeños cafés que nadie conozca, donde solo esté ella mirando su tasa mientras esta se enfría para poder tomarla.
Invisible Wall
Capitulo 05: Intervalo
Acordei cedo e levemente feliz, o acreditava não ser normal nem pra mim, nem pra ninguém.
Desci até a cozinha e lá estava Misaki, com um copo a sua frente, sentada na cadeira e dormindo.