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‘St Jerome Writing’ as painted by Caravagio. Saint Jerome (342-420) was a Priest, a Monk, a Translator of the Scriptures, and a doctor of The Church. Caravagio (1571-1610) was an Italian painter of genius but also a gambler and risk taker who stretched the idea of protective grace far further than anyone with similar level of talent to him had done, in the times he lived in.
Cuarentena Modelo: @rangerrrrangel #cuarentena #caravagio #model #bed https://www.instagram.com/p/CCrMG5LDffH/?igshid=1ho55j3a72btd
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Caravaggio: O dualismo entre luz e sombra, vida e obra
Deuses, Santos, Górgonas e personagens épicos eram elementos comuns nas telas dos grandes mestres renascentistas: Botticelli, Michelangelo, Rafael e outros. E num repertorio tão vasto de figuras e competitivo um artista deveria demonstrar um nível de originalidade e técnica que transformasse o mesmo tema comum a época em uma obra única. E um dentre todos esses mestres se destaca particularmente seu repertorio era composto por temas religiosos e pagãos todos envoltos em um manto de luz e sombra compondo telas marcantes e de atmosfera teatral. Sua vida conturbada seus métodos extravagantes. Era ele próprio seu Dionísio, era ele Michelangelo Merisi da Caravaggio.
Justamente em virtude dessa efervescência de forças que colidem entre cada figura representada nas telas do pintor, que desejo traçar um paralelo com a concepção filosófica abordada por Friedrich Wilhelm Nietzsche. Montando uma análise entre as concepções estéticas do filosofo alemão e a pintura do artista italiano. Onde podemos observar um diálogo dialético de um profundo dualismo.
“Quando não há energia, não há cor, não há forma, não há vida".
- Caravaggio
Pensar na filosofia nietzschiana como uma dialética com a pintura tem em si seus desafios. Afinal certos valores devem ser justificados na obra para que possamos como observador traçar um diálogo claro e franco entre a arte já estabelecida e conhecida e o pensamento enérgico do filosofo alemão. Afinal a arte geralmente é concebida como um tipo de pendulo que vaga na existência humana para entre o sublime e o divinizado. Encarar obras clássicas como o nascimento de Vênus por exemplo é uma viagem a uma elevação idealizada de humanidade que é pouco convencional a realidade. E talvez por esse elemento essa obra tenha sua beleza realçada e seu valor como marco histórico ainda mais destacada.
Mas não é esse o ponto de convergência entre os dois gênios aqui citados, nenhum nem outro estão procurando demonstrar quão longe podem fazer o pendulo balançar entre a idealização artística e a perfeição da técnica. Pelo contrário o que aproxima o diálogo firme entre a pintura caravaggesca e o princípio nietzschiano de arte é justamente transformar o pendulo numa ponte, tomar o divino e humaniza-lo nas formas e no desejo.
Torna-se visível essa interpretação quando tomamos conhecimento das caraterísticas das obras de Michelangelo Merisi. A obra de caravaggio deu início a dois movimentos o barroco e o tenebrismo, a marcante sua obra era um contraste forte entre um fundo normalmente preto e um feixe de luz que iluminava o personagem representado, gerando um dualismo forte entre esses elementos e uma profundidade impar a cena. Os personagens são retratados com um preciso senso de realismo e outra marcante das pinturas caravaggescas é que os seus modelos alternavam entre pessoas comuns da cidade de Roma, prostitutas e seus amantes. Isso gera um tremendo reboliço entre seus patronos e o clero haja vista que seus patronos eram na sua maioria cardeais. A vida extravagante de Caravaggio se afirmava em cada obra e muito do seu estado é representado em tela como em: O pequeno Baco doente, Davi com a cabeça de Golias e Baco.
Havia uma humanização profunda dos temas artísticos o que diferenciava além de uma técnica que deslumbrava os espectadores da sua arte. E, é, nesse contraste entre a técnica e a transcendência visceral de sua tela que Caravaggio se aproxima da ideia de Nietzsche quando o filosofo traduz o mundo como vontade e a vida como uma batalha constante de forças onde encontra na arte sua forma de justificação, encontramos também o que move o artista: O apolíneo e o dionisíaco.
”Teremos ganhado muito a favor da ciência estética se chegarmos não apenas à intelecção lógica, mas à certeza imediata da introvisão de que o contínuo desenvolvimento da arte está ligado à duplicidade do “apolíneo” e do “dionisíaco”, da mesma maneira como a procriação depende da dualidade dos sexos, em que a luta é incessante e onde intervém periódicas reconciliações. Tomamos estas denominações dos gregos, que tornaram perceptíveis à mente perspicaz os profundos ensinamentos secretos de sua visão da arte, não, a bem dizer, por meio de conceitos, mas nas figuras de clareza penetrante de seu mundo dos deuses.” (NIETZSCHE. Pag, 27)
Dentro do pensamento expresso na obra: O nascimento da Tragédia Nietzsche trabalha o conceito do apolíneo em referência ao deus Apolo o magnífico quadro divino do princípio de individuação, ele da forma às coisas, delimitando-as com contornos precisos, fixando seu caráter distintivo e determinando, no conjunto, sua função, seu sentido individual. O apolíneo é o contingente perfeito da técnica artística, mas para o artista criar não basta só a minucia da técnica é necessário que transborde. O dionisíaco cumpre esse papel na filosofia nietzschiana o Dioniso é o deus do caos, da desmesura, da deformidade, da noite criadora do som; é o deus da música, mãe de todas as artes. Nascido da fome e da dor, perseguido e dilacerado pelos deuses hostis, Dioniso renasce a cada primavera e aí cria e espalha a alegria. Despertadas as emoções dionisíacas, o homem, em êxtase, sente que todas as barreiras entre ele e os outros homens estão rompidas, e que todas as formas voltam a ser reabsorvidas pela unidade mais originária e fundamental.
“Para nos aproximarmos mais desses dois impulsos, pensemo-los primeiro como os universos artísticos, separados entre si, do sonho e da embriaguez, entre cujas manifestações fisiológicas cabe observar uma contraposição correspondente à que se apresenta entre o apolíneo e o dionisíaco”. (NIETZSCHE. Pag. 29)
Esses impulsos tornam a arte possível sendo eles fios condutores da vontade artística. Sendo Cada um impulso manifestado na vida humana por meio de dois estados fisiológicos, O sonho e a embriaguez são condições necessárias para que a arte se produza; por isso, o artista, sem entrar em um desses estados, não pode criar. O sonho é a força artística que se projeta em imagens e produz o cenário das formas e figuras. A embriaguez é o estado que destrói, despedaça, abole o finito e o individual. Nela, desfazem-se os laços do princípio de individuação, a união do homem com a natureza.
E quando observamos a obra de Merisi, sua vida e inspiração vemos latente essa força que se revela no traço, mas os elementos constituintes de sua transgressão a regra estão lá, seja em uma linguagem intima e provocativa. O sonho e a embriagues no Narciso, no Baco, no sacrifico de Isaque. O conflito que reverbera para além da moldura destruindo a contingência do apolíneo, aproximando o homem comum a natureza em sua face mais voraz e potente o dionisíaco. Tornando a arte caravaggesca uma viagem atemporal a vontade e a beleza descrita no conflito de forças e vontades.
Diante posso concluir essa breve exposição como admiração e respeito pela filosofia e a arte expressa por Caravaggio que assim como Nietzsche ainda é tão expressivo e quanto foi na sua respectiva época.
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Caravaggio & Bernini Ausstellung in Wien. Zum ersten Mal werden die Werke des Barock Malers Michelangelo Merisi da Caravaggio im Kunsthistorischen Museum
Obwohl das Kunsthistorische Museum (KHM) in Wien den umfangreichsten und wertvollsten Bestand an Werken Caravaggios und seiner Nachfolger außerhalb Italiens besitzt, hat in Österreich bislang noch keine Ausstellung zu diesem Maler und seiner Zeit stattgefunden.
Une histoire invraisemblable, une toile peinte par Caravage représentant « Judith et Holopherne » a été découverte dans un grenier toulousain en 2014 par le commissaire-priseur Marc Labarbe et authentifié par Éric Turquin, expert en tableaux anciens, Jusqu’au 4 mai elle était exposée à Paris face à l’œuvre in-situ de Daniel Buren à la galerie Kamel Mennour. La vente aux enchères aura lieu à Toulouse le 27 juin par Marc Labarbe On en attend de 100 à 150 millions € Une ombre au tableau subsiste cependant, le désaccord des conservateurs sur l’attribution Même si le commissaire-priseur est sûr de lui, l’examen scientifique en main. Cette future vente laisse une impression de déjà vu avec l’histoire du Salvator Mundi .. J’espère que nous en sommes loin! Résultat le 27juin ! #caravage #danielburen @kamelmennour @marclabarbe #auction #caravagio #encheres #toulouse #expoparis #tresornational #thegazeofaparisienne #kamelmennour #insitu #whatisee #whatiseenow #paris6 #masterpiece #chefdoeuvre #commissairepriseur #salvatormundi (à Kamel Mennour) https://www.instagram.com/p/BxHCouIHCFs/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=1b65vte1j83t3