Quem nunca? Parece que as coisas não acontecem como gostaríamos, não se realizam na velocidade que queríamos ou que subestimamos o volume de trabalho pela frente. Vou compartilhar com você o que eu faço quando passo por momentos como esse e o que eu sugiro para meus mentorandos e alunos nessas mesmas situações. Sei que algumas dessas dicas podem verdadeiramente te ajudar, então bora lá: Primeiro de tudo, EU PARO. Sim, paro tudo e tiro um tempo de ócio. Pode parecer que estou alimentando meu desânimo ou simplesmente protelando uma decisão, mas na verdade estou colocando meu cérebro para respirar 🤯. Vou tomar um ar, receber um sol no rosto, olhar o movimento da rua... Eu me distancio da situação para poder olhá-la de fora, e assim, dar espaço para minha mente encontrar as respostas que preciso. E essas respostas vêm. É como se tudo o que elas precisassem é que eu parasse para ouvi-las. Então, eu nomeio o meu desânimo: o que aconteceu ESPECIFICAMENTE para ter me deixado desmotivada? É algo pontual e específico ou uma situação que vêm se desenrolando já faz algum tempo? Minhas expectativas estavam alinhadas ou eram utópicas? Há culpados? Há novos cenários? E agora vem o ponto infalível nesse processo: resgatar o meu PORQUÊ e rever meu caminho percorrido até agora. Toda história tem seus desafios, suas vitórias e seus fracassos. Desanimar faz parte - o que não precisamos fazer é desistir. E aí, com o espírito renovado, vou para o plano de ação (seguindo o meu jeito prático de ser ☺️): o que está sob MEU CONTROLE para mudar isso? O que posso fazer, quando e como preciso fazer? Descansar, sim. Reestruturar a estratégia, sim. Rever os planos e remanejar esforços, sim. Desistir, não. Isso tudo faz sentido para você? Me conta o que achou? Vou adorar saber sua opinião! 😊👇 #carolstange (em São Paulo, Brazil) https://www.instagram.com/p/CFr3qr6FUpc/?igshid=1sdyqs41marcu