"Tire ele do meu peito como se nunca estivesse existido." -CartasnaMesa
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"Tire ele do meu peito como se nunca estivesse existido." -CartasnaMesa
Palavras da Rainha do do Crime , Agatha Christie. "Os assassinos se parecem e se comportam da mesma maneira que todo mundo. Muitas vezes são pessoas simpáticas..." (Cartas na mesa) #agathachristie #cartasnamesa #📚 #clubedolivro #misterios #poirot #herculepoirot #frasesdelivros #frasesdelivroscl #📖 #romancepolicial #mentehumana #rainhadocrime #leiamais #dicadelivros
Quinta feira terá resenha nova no blog "Cartas na mesa" de Agatha Christie. Quem já leu? Quais livros da rainha do crime vocês já leram? #agathachristie #cartasnamesa #📚 #clubedolivro #misterios #poirot #herculepoirot #frasesdelivros #frasesdelivroscl #📖 #trechosdelivros #frasesagathachristie #romancepolicial #christie #detetive
Outback <3 . #cartasnamesa #luluzinho #Luluzinha (em Outback Shopping Eldorado)
Sinto que você está perto, se aproxima a hora desse amor deixar de ser secreto e a saudade ir em embora. Eu quieta no meu canto sinto ser posta em teste se eu realmente o amo ou é coisa de pele. Por todos os lugares que eu vou mesmo sem querer me fazem declarações de amor que eu só desejo ouvir de você. Eu não cheguei até aqui para do nosso amor desistir Dessa vez eu vou até a areia e vamos amar sob as estrelas. Cada um que chega é a vida dando um sinal, pondo cartas na mesa pra sermos um casal. Cada um que chega é a vida dando um sinal, pondo cartas na mesa pra sermos um casal. Yoná D Torres Raio D Luz 18.10.2017 #amor #casal #vida #cartasnamesa #secreto #pele #areia #estrelas @duduborgesvip #bydb
E vamos por as cartas na.mesa! #semmascaras #cartasnamesa #ojogovirou #hateplayers #hateyou
Cartas na Mesa: radiografia de uma agência
Radiografia da Agência: Aposto que você já ouviu falar várias vezes sobre as áreas de trabalho de uma agência de publicidade, não é? Vamos relembrar: Atendimento, planejamento, criação, mídia, produção, tráfego, entre outros cargos que dependem do tamanho e da política da agência. Mas você sabe qual é o caminho que o job faz, desde que entra na agência? É sobre isso que vamos falar hoje. Quando uma empresa precisa de uma campanha publicitária, ela faz várias pesquisas em seu setor de marketing, define seus objetivos com a campanha e elabora um documento que a gente chama de briefing. Neste documento, estão todas as informações necessárias para o job.
Job, pra quem não sabe, é o nome do projeto. É aí que entra nosso primeiro setor: O atendimento. É ele quem entra em contato com o cliente, avalia o briefing e faz as alterações e pesquisas adicionais para cumprir o que se pede, como definição de público alvo, pesquisas detalhadas sobre isso, valores da empresa, entre outras informações. Depois que o briefing está completo, o atendimento envia isso ao Planejamento, que é responsável por guiar a campanha dentro da agência. Ele analisa os principais valores presentes na campanha, qual será o sentido da mensagem do anúncio, assim, o planejamento deve ser uma inspiração para toda a produção do job. Agora sim, a galera que põe a mão na massa. Vamos falar da criação. Geralmente, a criação é dividida em duplas criativas, que são compostas por um redator e um diretor de arte, um cria e escreve os textos, enquanto o outro bola a arte por trás desse texto. Um complementando a ideia do outro. Que depois de pronta, passa para a produção gráfica, auditiva, visual e etc. Os setores administrativos de uma agência, também são vitais para seu bom funcionamento, mas como o foco aqui é a comunicação em si, manteremos os olhos apenas para o andamento do job. Essa é a radiografia de uma agencia galera, a seguir, algumas fotos de grandes agencias e seus setores, pelo Brasil e pelo mundo. Tchau, tchau!
Agência F/Nazca Saatchi & Saatchi
Agência Ogilvy & Mather Brasil
Agência W/McCann
Agência África
Agência JWT/Thompson
Cartas na mesa: nostalgia, Hitler e a definição de Propaganda.
Ooooooohhhhh diazinho nostálgico esse meu. Hoje, na agência, recebi um e-mail da minha antiga universidade me convidando para um encontro de ex-alunos. Não demorou dois minutos para que chegassem outros e-mails dos meus pubers da facul me perguntando se eu compareceria. Um deles me ligou, conversamos por uma hora e desde então estou lembrando de todas as coisas que aprontamos. Estava pensando, especialmente, no meu primeiro dia de aula e cheguei a conclusão de que deveria fazer um post sobre uma lembrança de um dos conceitos que aprendi naquela aula.
Quando a gente entra na faculdade, acha que já é expert e que só está ali para aprimorar. Bom, em alguns pontos isso pode até ser verdade, mas na maioria deles não. O conceito que eu gostaria de abordar e que fez parte da minha primeira aula, é justamente a diferença entre Publicidade e Propaganda. Sobre a Publicidade nós já conversamos, mas sobre propaganda (e eu não sei como deixei isso passar em nosso outro papo) não falamos não. Pois bem, a propaganda, já deixo claro que não tem muito a ver com dinheiro. Enquanto na publicidade o objetivo é o lucro do cliente, a propaganda é guiada mais pelo esquema de convencer alguém de determinada ideologia. Nosso querido senhorzinho escritor Eugênio Malango, diz que a propaganda é um conjunto de “atividades que tendem a influenciar o homem, com o objetivo religioso, político, ou cívico. Ou seja, a PROPAGAção de ideias, mas sem finalidade comercial. Ainda seguindo a linha do Malango, podemos dizer que as técnicas na publicidade são de ação coletiva e com a intenção de promover lucro a algum tipo de atividade comercial. Ela conquista, aumenta e mantém clientes. Já a propaganda, está mais para um conjunto de técnicas individual, com o objetivo de promover a adesão do público para com um sistema ideológico inteiro, seja ele político, social ou econômico.
Quanto ao surgimento da propaganda, podemos usar uma citação de Zeca Martins que disse: “a propaganda nasceu quando alguém disse a outro alguém que tinha alguma coisa a oferecer, fosse um produto, serviço ou uma simples proposta. Eu particularmente achei a serpente do Éden uma senhora propagandista. Seu plano estratégico obteve cem por cento de aproveitamento, atingindo a população inteira do Paraíso (Adão e Eva) hahahaha.
E se você não acredita que o mundo começou assim, a gente pode dizer que a primeira propaganda aconteceu quando o primeiro ser vivo resolveu que tinha que convencer outro a multiplicar a espécie. Que beleuza não é gente?!
Um bom exemplo atual de propaganda, é o horário eleitoral gratuito que, neste ano, teremos em grande estilo de guerra, porque já dizem os especialistas que a eleição está imprevisível. É uma pena que esse horário esteja mais para um show de humor que para uma fonte de informação para o eleitor, mas querendo ou não, a propaganda é feita. E surti efeito viu?! Não é que não haja lucro com esse tipo de propaganda, nós sabemos como bons brasileiros que existe lucro depois hahahaha, mas na teoria, é só a propagação de ideias. Se o cara que reinventou a propaganda visse nosso horário eleitoral, pulava de cima do muro de Berlim. Por que de Berlim? Bem, uma historinha para vocês. Esse cara que reinventou a propaganda política, tem nome sim: Joseph Goebbels. No livro “Propaganda é isso aí!”, Zeca Martins fala dele como “principal responsável pelo desenvolvimento de um produto de indiscutível sucesso temporal chamado ADOLF HITLER.
O Hitler levantou a Alemanha de caos pós guerra, mas foi com o auxílio de Goebbels que ele transformou-se a si mesmo num deus diante do povo alemão. Procure algum vídeo sobre seus discursos no Youtube, vai se impressionar. Meu amigo, se você acha que o público do Rock in rio é grande, é que você nunca viu os comícios de Hitler, isso tudo sem nenhum solo de guitarra e com muito mais bate cabelo (mulheres sempre serão fãs descontroladas hehe).
O Goebbels não foi simplesmente tirando tudo da cabeça dele, ACHANDO que tudo daria certo. Ele estudou o comportamento a psyché (chique essa palavra né?) alemã e assim, foi desenvolvendo as técnicas de convencimento individual, para chegar ao coletivo. Entregando assim, em bandeja de prata, o produto: Führer. Ele inovou a comunicação de massas, usando de artes cênicas, antropologia, toda a baboseira da raça pura e assim foi dando dribles na consciência dos alemães, entre outros povos rendidos a farssa da raça ariana. Daí, nossos políticos mequetrefes, tentam seguir até hoje, o modelo de fazer política nazista (exemplo que eles segue de forma beeeeeeeeeem mais ou menos).
Aproveitando o clima nostálgico, lembro muito bem dos “barulhos” que fazíamos com as eleições das agremiações da universidade. Dividíamos em chapas e dá-lhe propaganda. A galera do nosso curso saía no lucro pois era contratada pra botar lenha na fogueira de toda a guerra dos grêmios e criar as estratégias de campanha.
Algo comum na propaganda, é que enquanto a publicidade busca o grupo social, o coletivo, “propagandear” é tentar atingir o indivíduo e através dele, chegar aos grupos sociais e as classes profissionais.
Bom, acho que deu pra sacar um pouco a ideia de propaganda. Essa é a minha deixa. Aquele amigo que me ligou mora aqui na cidade, e eu já tinha comentado com ele sobre a minha rotina aqui no Pub.
Bem, ele acabou de chegar e está acenando para mim, então, partiu rir das minhas lembranças, essa é a hora em que eu me sinto um velho falando de como as coisas eram antes. Pensando nisso, deixo pra vocês uma das minhas canções preferidas, que pra quem não conhece, é a cara de quem faz publicidade. Ela diz: “o novo sempre vem [...] mas ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais”. Abraço galera, fui!
Maria Rita canta: Como nossos pais (Elis Regina)
Fonte:
MARTINS, Zeca – Propaganda é isso aí! – Zeca Martins. São Paulo: Futura, 1999.
MALANGA, Eugênio, 1922-M197p – Publicidade: uma introdução. São Paulo, Atlas, 1976.