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Legit, the hardest part of this page was the sound effect of the warp.
Like, it isn't written down anywhere!
closed to: @ofwhatsleft
Arthur’s townhouse; late night
The housekeeper meets them at the door but Arthur’s quick to dismiss her, bless her soul for staying up this late, really. Though, to be fair, even if she were asleep, he definitely would’ve woken her up with the way he stumbles over his own feet when crossing the threshold. He definitely shouldn’t have bought that last round of drinks, it’s difficult to walk now. From the looks of it, Nathan’s in much better shape than he is, thank God. At least one of them was well enough to get them back here. Arthur’s woken up in strange places one too many times this month already.
“Oh, I had fun. Did you have fun? Don’t tell me if you didn’t, though, I can’t have my feelings hurt right now,” he slurs, a blissful smile on his face, as they climb the stairs and go into his bedroom. “Stay the night? We can go somewhere for breakfast in the morning. Late morning, I suppose.”
Arthur discards his clothes on the way to his bed, every piece falling ungracefully to the floor in a trail behind him. When he’s left in his undershirt and trousers, he drops onto the bed with a heavy sigh and then a quiet laugh. “Where are you?” he whispers—he doesn’t have to do that but it feels appropriate. He reaches out, his fingers combing through darkness. “I can’t see you.”
decided to keep track of my favourite manga drawings from demon slayer
chapter 1:
chapter 2:
chapter 4:
^currently a favourite
capítulo quatro, delírio no escuro.
com: @pedictrician.
onde: mary hitchcock memorial hospital.
O hospital era o único estabelecimento em Hanover com energia, um ponto solitário de luz em meio à escuridão que tomara conta da cidade. Claymore não sabia bem o que procurava quando entrou lá: estava cansado de tatear e tropeçar no escuro de seu apartamento, terrivelmente arrependido de não tê-lo arrumado antes de tornar-se um labirinto sombrio de roupas sujas, caixas vazias e livros jogados, e precisava urgentemente carregar o celular para que seu único meio de comunicação pelos próximos dias não fosse esperar para esbarrar com alguém na rua ou no hotel. Rapidamente percebeu, porém, que a energia alimentada pelo gerador estava limitada ao cuidado de pacientes graves e outros serviços essenciais. Droga. Ele observou a recepção, a ida e vinda de profissionais, pacientes e familiares — talvez em uma busca inconsciente por um conhecido, outro sobrevivente que, como Finnegan, fora atacado pelos seguidores descerebrados de Voss e precisava de cuidados médicos —, mas repousou o olhar em uma figura específica.
Não falava com Cemile desde quando? O velório? Mal conseguira encarar a família de Ethan no dia, as lágrimas em seus rostos revirando-lhe o estômago, um sentimento de culpa crescente em seu peito que sequer fazia sentido. Não era culpado, então por que se sentia um? Mas Darkwood não era somente a prima de Ethan, era sua amiga, e não podia evitá-la para sempre. Não queria evitá-la. Não ser um babaca estava entre as metas de sua sobriedade.
“Cemile.” Ele a chamou, apressando levemente o passo para alcançá-la. “E aí, como você tá? Digo, como tá sendo aqui, vocês estão bem? Ah, foi mal, você tá ocupada? Porque, se estiver, eu posso esperar…”
capítulo quatro, delírio no escuro.
com: @ssquirrzl.
onde: six south st hotel.
“Era só o que me faltava.” A voz de Claymore resmungou no escuro.
O Six South St Hotel estava há três dias mergulhado na escuridão, salvo pela luz pálida do sol durante o dia, esmorecida pelas nuvens de chuva que cobriam os céus, e pelos flashes velozes de raios seguidos pelo estrondo de trovões. Desde então, os hóspedes se alternavam para atazanar os recepcionistas o dia inteiro, questionando por que o gerador não estava funcionando, quando a energia seria restaurada e se podiam receber seu dinheiro de volta. No restaurante, Clay pegava um ou outro comentário trocado entre clientes, mas em maior parte estava ali para matar tempo — o hotel não havia dispensado os funcionários pela quantidade de hóspedes, porém, sem eletricidade, a cozinha quase não tinha movimento, então garçons e cozinheiros se divertiam jogando conversa fora e provocando Claymore por sua curta estadia na delegacia da cidade.
Agora, a noite engolia os resquícios de luz e o hotel ficava à mercê de lanternas de celulares e velas, que só se sustentavam acesas em cômodos completamente fechados, pois o vendaval lá fora uivava entre brechas de janelas e balançava portas e cortinas. Infelizmente, era o menor de seus problemas. O alvoroço no saguão cresceu aos poucos, mas tornou-se alto o suficiente para que seus funcionários fossem investigar o que estava acontecendo. Do início do corredor, Claymore espiou a cena: do lado de dentro, hóspedes assustados e nervosos, estivessem batendo boca com a recepção ou encolhendo-se nos cantos da sala, enquanto do lado de fora um grupo de pessoas se esforçava para gritar mais alto que o vendaval, exigindo que entrasse e ameaçando fazê-lo à força. O homem compreendeu uma palavra ou outra do que berravam, como “sobreviventes”, “Voss” e “justiça”, o que certamente não era um bom sinal. Os olhos, então, esquadrinharam o saguão à procura de figuras conhecidas, de outros colegas sobreviventes que ali estavam hospedados, e, entre encontros com olhos que o observavam com emoções variadas — alguns com nojo e desgosto, outros com medo e ansiedade, e pouquíssimos com pena e empatia —, ele reconheceu uma figura mal-iluminada e com cabelos loiros aos quais recentemente se acostumara.
“Eliza.” Chamou Claymore, baixo. Ele se aproximou e pôs a mão sobre o ombro da mulher, para que ela não precisasse procurá-lo no escuro. “Só eu tô sentindo um clima de filme de apocalipse zumbi?”
CHARACTER UPDATES
chapter four.