An art trade with @cibya
Here’s 9s for u
seen from China
seen from United States
seen from China

seen from Australia

seen from United Kingdom
seen from United States
seen from United States
seen from Malaysia

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Singapore
seen from Spain
seen from Hong Kong SAR China

seen from United States

seen from United States
seen from China
An art trade with @cibya
Here’s 9s for u
Imagine: “Could I Be Your Angel?" - 8ª parte
1ª parte aqui: clica x.
2ª parte aqui: clica x.
3ª parte aqui: clica x.
4ª parte aqui: clica x.
5ª parte aqui: clica x.
6ª parte aqui: clica x.
7ª parte aqui: clica x.
*Falta apenas duas partes pra essa imagine acabar :( Porém, eu já estou com uma outra imagine especial em mente… Se quiserem saber um pouco sobre ela, só irem na ask.
*Terminei assim porque sim, quero deixar quase tudo para o outro capitulo.
*Novamente ficou pequeno, porém compenso nas duas últimas partes, okay?
*Espero que gostem, e comentem (;
————————————————————————————————
Liam’s POV
O resto da minha tarde foi resumido em eu andando de um lado para o outro na clinica, tentando ajeitar os meus pensamentos. Droga, eles não saiam da (s/n), mesmo eu tentando não pensar naquilo, minha mente sempre me levava de volta ao fato de que eu simplesmente não poderia deixar a (s/n) ir presa.
Eu acreditava nela, acreditava quando ela me dizia que não havia sido ela que tinha assassinado os pais. De algum jeito, eu ainda conseguia ver uma certa inocência nos olhos dela, e sempre sentia a dor dela ao falar dos pais, em todas as sessões que tínhamos.
É, talvez Niall estivesse certo… talvez eu estivesse mesmo me deixado levar por cada detalhe frágil da (s/n) e me apaixonado por ela. Eu simplesmente não conseguia visualizar ela sendo levada para uma prisão, ela passando anos e anos em uma cela por algo que ela não cometeu.
Eu não podia deixar aquilo acontecer, simplesmente não podia. Eu tinha de pensar em algo e agir logo. E então foi ali, encostado na parte de trás do prédio onde ficavam os pacientes, que eu tive uma ideia. Uma unica ideia que iria me custar muito caro, mas que valeria a pena.
Eu me sentia no dever de salvar a (s/n), então, era aquilo que eu iria fazer.
(…)
- Niall! Niall! - chamei meu amigo, entrando no andar onde ele trabalhava, no primeiro prédio. Vi Niall levantar a cabeça meio assustado, e comecei a andar até ele. - Preciso falar com você, rápido.
- Eu estou trabalhando, Liam, você não pode esperar até o meu expediente acabar? Falta menos de duas horas.
- E é exatamente por isso que eu tenho que falar com você. Por favor, é urgente.
Niall olhou para a moça que estava ao lado dele. Provavelmente eles estavam trabalhando juntos, já que as vezes o pessoal do setor do Niall fazia aquilo.
- Licença, Lisy. - ele disse para a moça, que apenas fez um aceno com a cabeça, sorrindo.
Niall se levantou, e começou a me seguir para fora do andar, até o elevador.
- O que foi? - Niall perguntou.
- Eu só posso te contar lá fora, aqui dentro tem câmeras.
Olhei para cima, e vi aquela pequena maquininha com um ponto vermelho piscando. Eu odiava ser vigiado o tempo todo.
(…)
- Você o que?! - Niall gritou quando eu terminei de contar o meu plano para ele. Estávamos do lado de fora da clinica, não muito longe. - Me diz que isso é brincadeira, Liam, por favor.
- Não é brincadeira, eu preciso fazer isso pela (s/n).
- Eu sabia, cara, eu sabia que você estava apaixonado por ela. Eu sabia!
- Tudo bem, tudo bem, você sabia, pronto. Mas por favor, me ajuda nessa, Niall, eu não vou conseguir sem você.
- Eu não posso, Liam. Você é meu melhor amigo desde pequeno, mas eu não posso. Sinto muito.
Olhei para Niall quase implorando pela ajuda dele. Eu precisava daquilo, realmente precisava.
- Qual é, cara, por favor.
- Liam, você já escutou a si próprio? Não, sério, você já parou pra pensar nessa ideia? Você estaria arriscando tudo por uma garota, literalmente tudo! Desencana dessa, você pode achar alguma outra garota, você nunca foi do tipo que se prende a alguém…
- Exatamente, eu nunca fui. - o interrompi. - E é por isso que eu preciso dela, ela é a unica que está conseguindo fazer eu parar de pensar no que é melhor para mim, e só pensar no que é melhor para ela. Eu nunca demonstrei, eu nunca disse, eu nem sequer sabia que estava apaixonado pela (s/n), mas agora que está claro para mim, eu só sinto como se precisasse dela.
Niall negou com a cabeça, passando as duas mãos pelos cabelos.
- É você o louco nessa história toda, isso sim…
- Pode até ser, mas eu não vou desistir. Com ou sem a sua ajuda, eu vou fazer tudo o que eu te contei, e não vou deixar a (s/n) ir presa. Mas eu realmente queria ter pelo menos o apoio do meu melhor amigo.
Estiquei a mão para Niall, que apenas a fitou por um momento, e depois voltou a olhar nos meus olhos. Novamente, ele negou com a cabeça, se virando de costas para mim. Ele suspirou alto, olhando para o céu.
- Você é louco, doido, maniaco, problemático, e eu ainda acho que você caiu muito do berço quando nasceu. - Niall se virou de frente para mim. - Mas o que eu posso fazer? Você é como um irmão para mim. Vou me arrepender demais disso, demais mesmo, porém eu estou contigo. Eu te ajudo nessa, fazer o que?
Niall segurou minha mão e eu o puxei para um abraço. Eu sabia que podia contar com ele.
Um passo já foi. Agora, eu precisava cuidar do outro.
(…)
Com os olhos fechados, eu respirei fundo. Assim que os abri, as portas do elevador também se abriram, e eu entrei naquele corredor um tanto quanto grande.
Tudo tem que dar certo, vamos lá, pensava comigo mesmo.
Cheguei em frente ao quarto que tinha o número 256, e antes de abrir a porta, alguém segurou o meu braço.
- O senhor não pode entrar aí. - disse um segurança, me afastando um pouco da porta.
- Eu sou psiquiatra dela, posso fazer visitas ao quarto dela algumas vezes.
- Algum motivo especial para o senhor estar aqui?
- Apenas checando se ela está bem. (s/n) teve uma última semana bem difícil, acredite.
O segurança me olhou desconfiado e voltou a andar pelos outros corredores que existiam naquele andar. Suspirei aliviado, e bati três vezes na porta, antes que colocar a chave na fechadura - como psiquiatra da (s/n), eu tinha uma copia. Assim como o Harry e enfermeira dela, Tess, também tinham - e rodá-la, abrindo a porta.
(s/n) me olhou assustada e ao mesmo tempo aliviada por ser eu. Ela estava deitada na cama, abraçada a um travesseiro e claro, chorando. Os olhos dela estavam vermelhos e inchados, ela parecia sem vida, com o cabelo desgrenhado em um rabo de cavalo bem mal feito.
O vestido dela estava todo amassado, e seus pés encolhidos, assim como o resto do corpo. Era como se a (s/n) estivesse tentando se isolar de todo o resto do mundo apenas ali, naquela cama.
- Hey, (s/n). - eu disse baixo, me aproximando dela. - Como você está?
Ela não respondeu, apenas voltou o olhar dela para frente, fixamente. (s/n) estremeceu um pouco, talvez pelo vento que entrava pela janela aberta dela, ou talvez pelo choro.
Fui até a janela e a fechei, apostando na primeira alternativa. Depois, tirei a jaqueta que eu estava e coloquei sobre o corpo dela, a fim de esquentá-la um pouco.
- Eu sei que você está muito mal. - falei, me agachando em frente a ela. - Eu tenho noticias para você.
Com um pequeno movimento, (s/n) assentiu, puxando minha jaqueta contra a pele dela, e me pedindo para continuar.
- Harry já foi preso. Descobrimos que foi ele que fez aquilo com você, e o diretor da clinica chamou a policia para ele. Claro, não antes de eu bater muito nele.
- Você bateu nele? - ela perguntou surpresa, em um tom tão baixo que eu quase não escutei.
- Bati. Fiquei cego de raiva quando descobri que ele havia feito aquilo com você.
Um sorriso bem pequeno brotou no rosto da (s/n) e eu fiquei grato por aquilo. Adorava os sorrisos dela, mesmo quando eram quase imperceptíveis.
- Porém, eu tenho uma noticia ruim. - falei, e logo o sorriso desapareceu. - O delegado da policia de Londres disse que a delegada da policia feminina virá te buscar amanhã de manhã. Você irá presa, sem nem terminar todo o tratamento aqui na clinica.
Os olhos da (s/n) se arregalaram, e logo se encheram de lágrimas de novo.
- Eu não posso ir presa, eu não matei os meus pais, eu…
- Calma, você não irá presa, eu não vou deixar. - eu a interrompi, colocando a mão no braço dela e o segurando com um pouco de força, obviamente não o suficiente para machucá-la. Comecei a acariciar o braço dela, enquanto a observava me olhar bem confusa. - Eu tenho uma ideia, mas claro, você precisa concordar primeiro.
(s/n) assentiu, e eu então respirei fundo, me preparando para contar tudo.
- Eu sei que não é a coisa certa a se fazer, mas e se… e se nós fugíssemos? Só nós dois, eu e você. Eu cuido de você se precisar, e eu sei que não sou a pessoa na qual você confia totalmente, porém acredite, sou o único que pode te ajudar nesse momento.
- Fugir? - a (s/n) repetiu. - Para onde?
- Não sei, algum lugar longe. Canada, Brasil, Austrália, tanto faz… contanto que a gente vá. Dinheiro não é o problema, e eu sei que a policia daqui de Londres não vai ficar atrás da gente depois que entrarmos em outro país.
(s/n) se remexeu um pouco na cama, olhando fundo em meus olhos.
- Você perderia tudo, carreira, liberdade, deixaria uma casa para trás, amigos, deixaria uma vida para trás, tudo por minha causa. Por que?
- Porque me sinto no dever de proteger quem eu realmente me importo. E porque eu quero estar ao seu lado, te apoiando e cuidando de você. Então aceita, vamos lá. Por favor, (s/n), poderia eu cuidar de você nas noites em que você tem pesadelo? Poderia eu te libertar? Poderia eu ser seu anjo?
- Você já é meu anjo. - ela sussurrou, e o sorriso lindo dela começou a se formar. - Tudo bem, vamos fugir.