Em 2004, Sir Laurence Olivier (falecido em 1989) apareceu em ‘Capitão Sky e o Mundo de Amanhã’. Já o icônico Marlon Brando (falecido em 2004) reaparece em 'Superman - O Retorno’ (2006). Mesmo assim, anos depois da evolução desta trucagem digital, as dúvidas sob o nível de precisão da segunda vinda de Peter Cushing [no filme 'Rogue One’] são constantes. Quando 'Final Fantasy: The Spirits Within’ foi lançado em 2001, a especulação sobre atores digitais serem a onda do futuro tomou de conta dos noticiários. De lá para cá, ainda é nebuloso afirmar com propriedade que alguém deixará de perceber as diferenças entre um CGI e um ator real. Em tempo, o ser de carne e osso ainda destaca a artificialidade de sua coestrela digital. A ressurreição de [Peter] Cushing foi anunciada em agosto de 2015 e as dúvidas em torno da possibilidade de um ator morto atuar geraram incessante debate. Por enquanto, desde que entrou em cartaz no dia 15 de dezembro, a recepção entre os fãs de 'Rogue One’ mostrou-se satisfatória. Já no campo das implicações morais e legais, o uso da imagem de figuras públicas falecidas tem sido a herança principal do novo capítulo da franquia
Atuar na era digital










