Eu, Red, juro solenemente respeitar as regras do Levicorpus e me comprometer com meu personagem, respeitando-o acima de tudo, dando vida àquilo que J.K Rowling criou.
Amelia Bones nasceu no ano de 1956, e é sangue-puro. Quando em Hogwarts, pertenceu a casa de Helga HufflePuff. Trabalhou no Departamento de Execução das Leis da Magiaapós terminar os estudos. Durante a primeira Guerra Bruxa, ficou ao lado da Ordem da Fênix.
Face claim: Sophia Bush
Status: Indisponível
O que sabemos sobre: Morreu em 1996. Irmã de Edgar Bones e tia de Susan Bones.
Pontos principais sobre a personalidade: Tem a fama de ser justa e honesta. Alguns veem sua expressão séria e até pensam que não pertence à Lufa-Lufa, contudo é só faixada para se proteger de ser magoada.
Hobbies: Dedica seus finais de semana a um abrigo trouxa de cachorros, onde cuidam de animais abandonados e procuram um lar para eles.
“A terrible loss. She was a great witch” - Albus Dumbledore após a morte de Amelia.
A família Bones, conhecida por manter seu sangue puro durante gerações sem fim, poderia, com isso, dar-se por vencida. Afinal, num mundo em que o status sanguíneo é mais importante do que condições morais, eles estariam seguros contra perseguições. É uma pena que o destino guardasse muito mais para os nascidos sob seu selo, mais ainda pelo futuro ser repleto de lamentáveis viradas.
Primogênita, Amelia e seu coração de ouro aprenderam cedo o que uma língua afiada junto a uma boa educação podem trazer de benefícios. Tornou-se ávida leitora da biblioteca de casa, trocando para a Municipal, quando não tinha material novo nas suas estantes. Antes de entrar para Hogwarts já sabia o que queria ser e todos os familiares nem piscavam em dúvida diante daquele olhar obstinado e queixo erguido da pequena Mia. Não, quem a conhecia dificilmente duvidaria do que é capaz de realizar quando põe sua cabeça na tarefa. Personificando muitos dos ideais da Casa na qual seria colocada, a garota leva trabalho a sério, não desiste do que quer e nada lhe amedronta. Bom, quase nada.
Verdade seja dita, a mulher que se tornaria um dia não fazia ideia de que, em todos os aspectos da sua vida, o que mais traria dificuldade seria os relacionamentos interpessoais. Sentir não é um problema – a dificuldade se encontra em se deixar mostrar tais sentimentos. Irrevogavelmente orgulhosa, gosta de contar consigo mesma para qualquer problema, pedir favores e ajuda é algo que ninguém vê Amelia fazendo, e, por extensão, demonstrar sentimentos é, para si, o mesmo que ter uma ferida aberta: significa estar à mercê de tudo e todos, exposta, vulnerável. Assim fica fácil de entender porque, de amizades a relacionamentos amorosos, Amelia Bones teve pouquíssimo sucesso. O que não significa que tenha sido sozinha.
Os poucos amigos que tinha ajudaram a manter seu nome no mapa, sem contar, é claro, a inteligência inegável da Lufana. Conhecida por sua lealdade e sendo de justiça, há quem fosse lhe contar seus problemas por Amelia conseguir se enxergar nos passos alheios de forma a ver com objetividade o caminho certo a tomar, usando da sua empatia natural. Estes, contudo, são poucos e corajosos, uma vez que a maioria achava Amelia assustadora em sua seriedade excessiva e dificuldade em não sair correndo de festas abarrotadas pelos outros alunos. Tudo culpa da sua introversão, que sufoca e perde as forças toda vez que é obrigada a ter com um grupo de desconhecidos com o qual não tem nada em comum. Muitas divergências a respeito de quem a garota Bones realmente é se arrastaram pelos sete anos em Hogwarts, até que enfim aquela parte da sua vida estava se finalizando.
Mal ela sabia que ia sentir falta de ter a opção de uma festa numa noite aleatória de quarta-feira, de ser acordada no meio da noite por alguma colega de casa aos sussurros, da eterna quebra de rotina dos seus dias no grande castelo. Na sua luta por uma educação específica e conquista do emprego dos sonhos, Mia nunca antes foi assolada por tamanha solidão. Seu ponto fixo, seu farol, era a ideia de que um dia conquistaria o horizonte. Infelizmente, nem sempre se visualizar sentada na cadeira de Ministro da Magia ajudava e, nesses dias, ela acabava indo procurar por distração pela cidade, muitas vezes perdendo a mão do quanto bebia. E Amelia Bones bêbada é o extremo contrário da Amelia Bones sóbria.
Feliz com o nascimento da sobrinha e ascendendo no Ministério, tudo parecia estar se encaixando. Tendo sobrevivido à primeira guerra bruxa, a mulher não apenas se tornou mais perseverante, como também mais gentil e madura. Com uma garotinha para mimar, não queria se deixar levar por tudo de ruim pelo qual havia passado, focando assim na vida com Susan. Afinal, sua vida, como a de muitos, é uma sucessão de altos e baixos e seu caráter está exatamente na capacidade de seguir em frente, de queixo erguido, forte e obstinada como aquela garotinha que sonhava em ser Ministra, sem outra preocupação ou dor a rasgar seu coração. Amelia foi, é, e sempre será uma lutadora. Até seu último suspiro.
Varinha: Olmo, corda de coração de dragão, 22cm, bem flexível.
Patrono: Um polvo.
Espelho de Ojesed: Vê sua família completa.
Bicho-papão: Se transforma em um zumbi por Amelia ter assistido, sozinha, tarde da noite, ao filme trouxa Night of the Living Dead. Passou uma semana sem conseguir dormir ou ficar no escuro e até hoje não gosta do gênero.
Clubes que participou em Hogwarts: Clube de Duelos, Clube de Feitiços, Clube de Poções e Clube do Slug.
Aulas extracurriculares que participou em Hogwarts: Monitora da Lufa-Lufa**



















