All in a mornings work…
Glenside & Center City Philadelphia
July 2021
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Glenside & Center City Philadelphia
July 2021
Eu gostei de você desde a primeira conversa, lembro de pensar: eu a quero pra mim! 😂😇😶
Minhas primeiras impressões sobre você estavam todas corretas: Você simplesmente encheu meus olhos com sua personalidade totalmente doce e intensa, e por ser tão parecida comigo ao mesmo tempo é difícil de entender você às vezes. Mas logo a gente conversa (depois de muita bateção de boca kkkk) 🙊🙊🙊
Quatro vidas em um mês... Eu me apaixono cada vez mais ao descobrir cada coisinha que eu amo em você ou quando aprendo e descubro coisas novas.
Ninguém nunca vai ocupar o imenso espaço que você conquistou em meu coração a cada vivência, ele é seu (sempre foi) e continuará pertencendo à você. É difícil pra outras pessoas entenderem o quanto é intenso te ter e me sentir completa em TODOS os Campos da minha vida (sem exceção de nada). E sim: eu quero permanecer contigo o resto dessa minha vida e das outras.
Não sei se sabe mas foi num desses pores do sol rosados, quando o sol beijou o horizonte, que eu prometi a ti minha alma, e meu coração antes mesmo de te pedir em namoro e depois (beeem depois) descobri que esse amor que surgiu de forma tão diferente era um amor de chamas gêmeas.
Acredite: Se eu pudesse te beijaria até a voz.
Indizível é a palavra que eu dou pro nosso relacionamento. Indizível é compartilhar meus dias contigo. Indizível é todo esse amor que você transmite e me dá . Indizível é o modo que você tem de mostrar tanto o que sente, cuida e ainda por cima, sentir como você sente. Indizíveis são o encaixe das nossas ideias e pensamentos. Indizível é o jeito que tu sorri pro mundo e vê tudo mais bonito e colorido com tanta simplicidade, (e que sorriso, hein?!). Indizível é o jeito que tu me olha com cara de apaixonada e quer saber o que acontece comigo e a minha volta (isso que me deixa tão maluca por ti também). Indizível é você aceitar essa vida tão intensa com altos e baixos ao meu lado. Indizível é você, como pessoa. Indizível é a palavra que te define, exatamente por você ser assim, tão luz, tão amor. Indizível ficou a minha vida depois que você chegou.
Tu é minha parceira de alma, minha chama gêmea e eu sou extremamente feliz por ter você em minha vida, a cada dia você causa um efeito surreal na minha vida chamado: AMOR.
Eu tenho orgulho de te ter como namorada, amiga, parceira, amante, mommy, pet, Domme. Independentemente da área eu me sinto completa contigo: seja espiritual, baunilha ou BDSM (tenho tudo o que eu queria e muuuito mais em uma mulher só - desculpa galera mas EU SIM GANHEI NA LOTERIA, LICENÇA- kkkk)
Amo você ❤
Mesmo sem ver, tocar seu rosto sabemos o quão desejado é nosso abraço e o quão preciso ele é e eu não quero que você vá, quero que tenha chegado apenas com o passaporte de vinda para a minha vida.
Você me traz paz em meio ao caos. Me faz entender que mesmo que não precise de ninguém, por que sempre soube me virar muito bem sozinha, ainda sim desejo ter sua companhia todo santo dia, tu me fez ver que eu nunca soube o que era amor até te conhecer a um mês atrás (apesar dee parecer muito mais tempo).
Quando te olho nos olhos vejo um carinho, uma ternura, um amor tão grande que seria impossível de explicar. Quando você diz que me ama, eu vejo que é sincero não pelas palavras em si, mas por cada gesto seu, cada carinho, cada cuidar e eu sei o quanto de valor você tem dado para nós.
Só tenho a Agradecer a Deus por ter mandado a anja mais linda dele para cuidar tão bem de mim ❤
Obrigada por me fazer sorrir e me sentir melhor quando estamos mal, obrigada por ser tão maravilhosa comigo , obrigada por me fazer a mulher mais feliz da galáxia, obrigada por existir.
@indecidida tenho certeza que eu não iria encontrar de modo algum uma pessoa melhor do que você. Eu olho pra você e percebo que é a pessoa certa pra mim independente de defeitos porquê até seus defeitos são qualidades que eu gosto em você. Você está cada vez mais amadurecendo, vejo o quanto tem mudado e se tornado mais MULHER mais eu vejo sempre a menina que você é, a minha menina, rosto tão delicado tão lindo eu realmente fico encantada com seu rostinho , um rostinho de menina mulher que me encanta tanto, você sempre foi tudo o que eu sempre quis, alguém que eu pudesse amar, cuidar, proteger, conversar, aconselhar, ensinar, crescer junto lado a lado.
Mesmo que cada uma com um jeito, cada uma com um tipo de pensamento mais que só tem a somar uma a outra e eu acho isso perfeito. Tudo que vivemos até o momento presente: momentos felizes momentos nem tão felizes, mais tudo isso ensinou muita coisa a gente, fez a gente crescer e aprender a lidar com diversas coisas e situações, até mesmo nossas brigas nos ensinaram muito, fizeram a gente enxergar as coisas de um modo melhor pra nós mesmo, e isso só teve a somar na nossa relação, e eu sou feliz e muito grata por ter você assim, bem desse seu jeitinho seu.
Mais uma vez: Eu te amo minha vida ❤
Ps: duvido você achar de cara algumas coisas que escondi aqui. 🙊❤
BROTP: Condessa & Scorpius “We are from the same blood, we can’t take different sides”
Condessa Malfoy – Slytherin – 6 year “I never became a monster, I already was a monster”
A Condessa do Palácio de Valenças
A serra de Sintra nunca foi apenas um lugar; é um estado de espírito, um reino de bruma, mistério e uma realidade maleável onde o real e o etéreo se entrelaçam debaixo de um manto de névoa constante e quase consciente. Neste cenário de conto de fadas gótico, onde os palácios exóticos e de arquitetura delirante se agarram a encostas íngremes e a vegetação luxuriante esconde segredos ancestrais e verdades inomináveis, situa-se o Palácio de Valenças. Um local cuja beleza romântica esconde histórias de assombração, dor e uma estranheza que transcende a simples aparição, centradas na figura trágica de uma condessa que se tornou parte da paisagem onírica de Sintra.
Miguel era um historiador cético, um homem de factos, de lógica e de realidade palpável. A sua paixão era o racionalismo, a verdade factual contida em documentos amarelados e empoeirados, e não as lendas sussurradas por guias turísticos impressionáveis ou as histórias de fantasmas para turistas crédulos. Viajara para Sintra para investigar a história da família Valenças e conseguira acesso exclusivo ao palácio abandonado, agora um foco de relatos paranormais que, na sua opinião, nada mais eram do que a imaginação fértil dos românticos, alimentada pelo ambiente teatral da serra.
O palácio era uma visão de beleza decadente, mas a sua arquitetura parecia desafiar a lógica. Janelas góticas que olhavam para a serra enevoada com uma expressão de melancolia, e jardins selvagens que pareciam querer recuperar o seu espaço, como se a própria natureza quisesse engolir o artifício humano. A atmosfera era pesada, saturada com o cheiro a bolor, a pedra húmida, flores de laranjeira e um odor subtil a loucura.
No interior, o silêncio era quase palpável, quebrado apenas pelo chiar das tábuas do soalho de madeira, que parecia reagir à presença de Miguel com protestos silenciosos, e pelo gotejar de água em algum lugar distante, um som rítmico que rapidamente se tornou uma tortura, um lembrete do tempo que passava e da sua sanidade que escorria. Miguel começou a sua investigação na biblioteca, um espaço outrora grandioso, agora em ruínas, com livros cujas páginas se desfaziam ao toque, como memórias antigas e dolorosas. A história da condessa em questão era vaga, etérea, como o nevoeiro lá fora. Chamava-se Leonor, e havia morrido no palácio em circunstâncias misteriosas no final do século XIX. Os registos oficiais falavam de doença, mas os rumores locais, sussurrados em voz baixa e com medo, falavam de desespero, de um coração partido e, mais sinistramente, de um amor proibido que a levara a um fim trágico e inominável.
À medida que a noite caía, o misticismo de Sintra intensificava-se. O nevoeiro, que durante o dia pairava nas encostas como uma entidade viva, agora envolvia o palácio numa mortalha branca e espessa, isolando Miguel do mundo exterior, cortando qualquer laço com a realidade sólida que ele tanto prezava.
Foi na biblioteca que começou a sentir a presença. Primeiro, foi um frio súbito, um frio que não vinha das janelas partidas, mas que parecia emanar do centro da sala, do próprio ar, como se uma porta para outro mundo tivesse sido aberta. Depois, um aroma subtil e melancólico de violetas, que desapareceu tão rapidamente quanto surgiu, como um suspiro fantasmagórico. Miguel, racionalista convicto, atribuiu os fenómenos à humidade, à sua própria imaginação, cansada após horas de leitura, e ao ambiente sugestivo. Tentou ignorar a sensação crescente de pavor.
Decidiu fazer uma pausa e explorar os pisos superiores, talvez para arejar a mente, talvez para desafiar o medo. Subiu a escadaria monumental, cujos degraus rangiam sob o seu peso, cada rangido um grito silencioso. Chegou a um corredor longo e escuro, ladeado por quartos que já foram luxuosos aposentos, agora apenas cascas vazias de uma vida passada.
Ao passar por uma das portas, ouviu um som. Um som que fez o seu sangue gelar: o fraco e quebrado sussurro de uma mulher a cantarolar uma melodia triste, antiga e dissonante, uma melodia que parecia vir da própria essência do palácio, do passado.
Paralisado, Miguel encostou-se à parede, o coração a bater descontroladamente no peito, de pânico. A voz era etérea, fantasmagórica, mas inconfundivelmente real, uma canção de ninar para a loucura. Vinha do quarto principal, que se dizia ter sido o quarto da Condessa Leonor. A curiosidade do historiador, o desejo insaciável de descobrir a verdade, superou o medo. Empurrou a porta de madeira pesada, que cedeu com um gemido que ecoou pelo corredor.
O quarto estava decadente, mas ainda mantinha traços de uma elegância passada, uma beleza doentia: papel de parede de seda rasgado, uma lareira de mármore fria e uma cama de dossel em ruínas, um túmulo para os sonhos desfeitos. A janela estava aberta, com o nevoeiro a entrar, não como ar, mas como uma entidade viva, branca e espessa, que engolia a luz da lua.
O som parou. O silêncio voltou, ainda mais pesado que antes, um silêncio opressivo que parecia gritar.
"Olá?", chamou Miguel, a sua voz a ecoar no espaço, quebrando o silêncio com a sua fragilidade.
Não houve resposta, mas o aroma a violetas voltou, mais forte e avassalador, um cheiro que agora Miguel associava à morte e à melancolia. De repente, uma sombra moveu-se num canto da sala, não uma sombra comum, mas uma sombra que parecia mais densa que a escuridão, uma mancha no ar. Miguel fixou o olhar no local, o seu coração a bater descontroladamente.
E então, viu-a. A figura pálida de uma mulher, vestida com um vestido de época desbotado, a olhar para a janela, para a escuridão da serra que a tinha engolido. O seu cabelo escuro estava solto e o seu rosto, embora etéreo e translúcido, carregava uma expressão de profunda tristeza, angústia e uma loucura silenciosa. Era a Condessa Leonor, ou o que restava dela, a sua alma presa num ciclo temporal e espectral.
Miguel, sem saber se fugia, se gritava ou se desmaiava, permaneceu imóvel, paralisado pelo terror e pelo fascínio. A figura virou lentamente a cabeça na sua direção, num movimento que não era humano. Os seus olhos eram vazios, buracos negros no seu rosto pálido, mas pareciam ver através dele, para um lugar longínquo no tempo, para o passado e o futuro em simultâneo.
Um som fraco, como um suspiro do vento ou o farfalhar de folhas mortas, transformou-se numa palavra, sussurrada com uma dor que trespassou o coração de Miguel, uma dor que ele sentiu fisicamente, como uma lâmina gelada: "Francisco".
Francisco. O nome do suposto amante da Condessa, um homem que a abandonara ou que morrera tragicamente, dependendo da versão da lenda. A história de amor proibido e traição que Miguel tinha descartado como folclore ganhava vida diante dos seus olhos, transformando-se numa verdade pessoal e aterradora.
A figura da Condessa começou a desvanecer-se, a dissolver-se no nevoeiro que entrava pela janela, tornando-se parte do próprio ar, deixando Miguel sozinho no quarto, com o cheiro de violetas e o peso esmagador de um segredo de séculos, um segredo que o tinha tocado e marcado para sempre.
Miguel saiu do Palácio de Valenças naquela noite, o ceticismo abalado até aos alicerces, quebrado, desfeito. Tinha testemunhado algo que a razão não podia explicar, algo que vinha de um lugar para além da realidade. Sintra revelara-lhe os seus segredos mais sombrios e surreais, e a história da Condessa Leonor, o seu amor proibido e o seu fantasma errante, tornaram-se uma verdade pessoal e aterradora que ele nunca mais esqueceria.
O Palácio de Valenças, para Miguel, deixou de ser um mero edifício abandonado, mas sim um local assombrado pela dor, pela loucura e pelo lamento eterno de um coração partido, que ainda sussurra o nome do seu amor na escuridão da noite, um sussurro que Miguel ouve todas as noites nos seus pesadelos, um lembrete de que a realidade é apenas uma ilusão frágil na serra de Sintra.